quarta-feira, fevereiro 21, 2024

Segredos do Apocalipse - A Besta

#Pública







Quando terminarem seu testemunho, a Besta que sobe do Abismo combaterá contra elas, vencê-las-á e as matará. (Apocalipse, 11: 7)


Quando terminarem seu testemunho; por testemunho aqui podemos ver a "missão profética" que foi dita no versículo anterior, ou um tempo em que a mensagem absorvida no plano do intelecto desce ao coração e é vivenciada através das atitudes renovadas.

Trata-se de um ciclo evolutivo na vida do Espírito imortal. Em cada ciclo podemos ter outros menores como subdivisões do encaminhamento do progresso. Este, da assimilação do conhecimento e da virtude nós podemos subdividi-lo em três etapas. A primeira a que tomamos conhecimento da verdade, a segunda é aquela em que a verdade entra em nós a partir da assimilação dos conceitos, e a terceira que é aquele instante em que a verdade começa a sair de nós através de um comportamento ajustado a ela. É a efetiva transformação interior.

Quando termina este ciclo a criatura já pode se considerar Nova Criatura naquela faixa de aprendizado e testemunhos. Isto pode levar séculos para acontecer na vida íntima do Espírito. Por exemplo, em cada encarnação uma criatura pode trabalhar uma parte deste ciclo, ou seja, a fase em que qualificamos como ciclo menor dentro de um maior. Pode, no entanto, um elemento decidido, dentro de uma faixa de aprendizado, realizar as três etapas num momento reencarnatório apenas. É questão pessoal de cada um de acordo com o entendimento e a condução de sua vontade.

…a Besta que sobe do Abismo combaterá contra elas; a Besta será uma personagem muito citada no Apocalipse, nós vamos ter a oportunidade de comentar bastante sobre ela nos capítulos posteriores, entretanto é preciso que fique claro que não é nossa ideia em nenhum momento individualizá-la no sentido de identificá-la como sendo uma determinada personalidade.

Neste momento queremos qualificá-la como aqueles valores humanos contrários ao Bem e ao encaminhamento da vida proposto por Deus e por Seus servidores. Trata-se de tudo que se opõe a Deus fazendo-nos adversários Dele. Isto leva com que muitos se associando a este estado negativo ajam como verdadeiras Bestas e num determinado momento de sua evolução possam ser identificados como a "Besta do Apocalipse". Nós mesmos, que hoje iniciamos nossa vinculação com o Evangelho, muito temos padecido para desativar em nós componentes de negatividade que estão já arraigados em nosso psiquismo devido a transgressões repetidas em nossas milenares existências; não é certo que já tenhamos sido, e ainda às vezes, até mesmo hoje, não nos situemos muito comumente na faixa desta Besta?

A Besta que sobe do Abismo pode ser o símbolo de vários Espíritos que veem de regiões infernais trazendo para este plano em que vivemos toda sorte de dificuldades pelo envolvimento que eles têm, e nós também, com o mal, não podemos esquecer que somos transgressores da Lei contumazes, como todo este envolvimento das trevas que envolve nosso orbe neste momento de transição. Sexualidade desregrada, drogas, violência, corrupção, poder mal utilizado, tudo fruto de um materialismo que impera na onda mental das criaturas, está simbolizado aqui, nesta Besta que sobe do Abismo.

Esta Besta irá combater ardentemente contra elas, ou seja, as testemunhas do Cristo, que são aqueles Espíritos já categorizados como trabalhadores do Bem, e aqueles outros que mesmo sem serem definitivamente libertos do mal buscam testemunhar o Evangelho num processo de renovação interior de troca de valores.

É a constante luta do mal contra o Bem que conhecemos bem em nosso encaminhamento reeducativo. Nós que já nos situamos entre estes que começam a experiência em favor do Evangelho, recebemos constantemente os apelos da reguarda, que é a Besta que sobe do Abismo combatendo contra o Cristo que nasce em nós. Aquele que perseverar até o fim será o vencedor, e o que este Apocalipse tem de mais consolador quando interpretado à luz da Doutrina Espírita, o Consolador Prometido, é que no fim o Bem vence o mal, que o Cristo voltará a reinar em nós e consequentemente no mundo que então será Seu e transformado no Reino que nos aguarda e para nós foi construído desde antes dos séculos e séculos.

…vencê-las-á e as matará. É preciso termos sensibilidade na interpretação, pois este trecho do versículo pode parecer contraditório e desmentir tudo o que dissemos nos comentários anteriores, já que ele diz que a Besta vencê-las-á e as matará, isto é, as testemunhas do Cristo.

Não se trata da morte e da derrota do Bem, mas da morte e da derrota em uma faixa de tempo. Está em foco aqui a capacidade do testemunhador de dar a sua própria vida pela causa que o alimenta. É o cordeiro que se deixa imolar, o mártir que entrega sua vida pelo que acredita, aquele que morre pelo bem da humanidade.

Neste plano que vivemos ainda predomina o mal, ainda estamos sob o guante do "príncipe deste mundo".[1] Sendo assim, é natural que por aqui a Besta ainda comemore algumas vitórias, porém estas serão vitórias passageiras e ilusórias, e necessárias para aquele que está em conversão, que ainda necessita ser provado em favor de conquistas maiores.

Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam.[2]



[1] Cf. João, 16: 11

[2] Tiago, 1: 12

                                                      

Texto extraído do Livro:


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terça-feira, fevereiro 20, 2024

sexta-feira, fevereiro 16, 2024

O Sermão do Cenáculo - Pedi o Que Quiseres, e Isso Vos Será Concedido

#Pública








                                                       

Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiseres, e isso vos será concedido. Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi, e vos designei para irdes e para que deis fruto, e o vosso fruto permaneça. Assim, o que quer que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos concederá. (João, 15: 7 e 16)

Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiseres, e isso vos será concedido.

Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós… – Jesus aqui completa o que já dissera sobre a opção do discípulo pelo Evangelho.

Em um primeiro momento, o recém-converso permanece fiel aos ensinamentos em uma atitude de fora para dentro. Ele sabe, pelo que já conhece, que é bom a prática evangélica, assim se esforça por vencer suas más tendências e caminhar efetivamente no bem. Com o tempo, a criatura realiza seu amadurecimento e esta se torna uma atitude natural, de dentro para fora; o discípulo já assimilou por completo o que o Mestre lhe ensinara. É nesse momento que as minhas palavras, isto é, as do Cristo, permanecem na intimidade daquele que permanece nelas, e ele, o discípulo, faz-se um também com o Cristo e com Deus.

As portas, a partir daí, abrem-se; e por ter o adepto do Mestre ganho autoridade pela vivência da Lei, ele pode escolher com maior liberdade o seu caminho.

…pedi o que quiseres, e isso vos será concedido. – Atingida esta fase da evolução, em que a criatura vivencia plenamente o Evangelho, em que sua vontade é a mesma que a do Pai, as coisas se tornam mais claras para o Espírito. E, compreendendo melhor a Deus, ele pode coparticipar em um plano maior de consciência de seu destino, e até mesmo do encaminhamento de outros grupos.

Jesus diz: pedi o que quiseres, e isso vos será concedido. Nesse momento, o Espírito já se integrou nas Leis Cósmicas que dirigem o Universo; sua liberdade deixa de ser a liberdade-rebeldia para tornar-se a liberdade-obediência, assim, pode ele pleitear para si o que quiser, pois jamais seu querer irá desarmonizar, já que a unificação é uma realidade de sua vida em todos os planos.

Este é o momento culminante da evolução, é a reintegração da criatura na Unidade Divina.

Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi, e vos designei para irdes e para que deis fruto, e o vosso fruto permaneça. Assim, o que quer que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos concederá.

Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi… – É preciso que analisemos com cuidado essas palavras, a fim de não criarmos suposições falsas a respeito da eleição e da destinação dos Espíritos.

O mestre é que escolhe o discípulo, adverte-nos o professor Pastorino[1], e não o contrário. Podemos querer fazer parte do grupo de seguidores de determinado mestre de uma doutrina, porém, será que ele nos quer como seus seguidores? Será que ele vê em nós condições para tal? É isso o que Jesus quis dizer; em outras palavras, quando o trabalhador está pronto, o serviço aparece.

É lógico que tal eleição tem de passar pela vontade do elemento escolhido, de aderir aos princípios que irá permitir a escolha, porém o tempo em que se efetivará o preparo não nos pertence.

Com este ensinamento, o Senhor mostra ter existido toda uma programação em relação ao cumprimento de sua missão, da escolha de seus companheiros, e que, se quisermos alcançar determinado padrão de conquista, cabe a nós trabalhar em favor de tal desiderato, deixando que a vida, por seu sábio mecanismo de seleção, nos escolha no tempo oportuno para tal realização.

Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi…

Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.[2]

Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.[3]

…e vos designei para irdes e para que deis fruto… – Chegada a essa condição de estarmos aptos a ser pelo Cristo escolhidos, é sinal de que estamos prontos para cumprir nosso objetivo em relação à vida, isto é, darmos frutos.

…e vos designeis, ou ainda, vos nomeei, por merecimento, por conquista realizada. A designação partiu do Cristo ou da consciência superior em nós, que neste momento já se manifesta plena.

para irdes, dinamismo necessário, pois quem já está nesta faixa evolucional sabe que é preciso ir, e não ficar parado; faz-se urgente acolher o bem e trabalhar em parceria com os Auxiliares do Eterno.

…e para que deis fruto… do mesmo modo que uma árvore boa só bons frutos dá, o discípulo que já atingiu essa faixa de maturidade, onde quer que esteja, dá frutos segundo as suas possibilidades. Desta forma, avaliemos o que temos feito com os recursos que já possuímos em favor de uma maior espiritualidade, pois não há como negar, o Cristo já nos designou para um trabalho de maior alcance em favor do Seu Evangelho. Sendo assim, assumamos a nossa responsabilidade, pois se é dever de todos os "homens-árvores" dar frutos, o que não dizer de nós, "homens-árvores" e já cristãos?

…e o vosso fruto permaneça. – Aqui Jesus nos fala sobre a qualidade do fruto a ser dado por aquele que é seu seguidor. Se num primeiro instante Ele fala do dever do cristão de dar frutos, aqui ele elucida, completando, e o vosso fruto permaneça.

Permanecer é continuar a ser, conservar-se. O fruto só permanece, isto é, se conserva enquanto nele existe vida. O mesmo se dará com o fruto produzido pela atitude dos homens; enquanto esta estiver em harmonia com a vontade do Criador, que é amor, será permanente, não perecível, útil em qualquer tempo.

Assim, o Meigo Nazareno propõe, com toda a Sua ciência, que lancemos à vida sentimentos e ações qualificadas pelo amor, pois, por ser de origem divina, será também imperecível.

Assim, o que quer que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos concederá. – Jesus vai expondo sua ideia de forma crescente, mostrando a importância da opção pelo Evangelho e de sua vivência para o bem-estar e o equilíbrio do homem. Chegado o momento em que o ajuste do sentimento humano já é perfeito com a Lei que dirige o cosmos, tudo a ele será concedido, por estar o homem vibrando na mesma faixa que Seu Criador.

Este texto destacado acima repete a mesma ideia de João, 14: 13 e 14 e 15: 7; sendo assim, para não repetirmos desnecessariamente, pedimos ao leitor que volte aos nossos comentários dos versículos citados.

 


[1] Sabedoria do Evangelho, vol. 8, pág. 26.

[2] 1 Coríntios, 3:6.

[3] Mateus, 22:14.


                     



Texto extraído do Livro:



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domingo, fevereiro 04, 2024

O Sermão do Cenáculo - O Consolador Prometido Por Jesus

#interna






E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;

O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. (João 14:16,17) 

Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. (João, 14: 26) 

 Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim. ( João 15:26) 

Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei. 

E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. 

Do pecado, porque não creem em mim; 

Da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais; 

E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado. 

Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. 

Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. (João 16:7-13) 

 

Jesus nos prometeu um Consolador. Este Consolador tem sido chamado de Espírito Santo (João, 14: 28) ou Espírito de Verdade (João, 14: 17; 15: 26). 

De acordo com o grego parakletos tem como um dos significados pessoa convocada a estar do lado de alguém, convocada a ajudar alguém; no sentido mais amplo, ajudador, amparador, assistente, alguém que presta socorro. 

O Espiritismo cumpre com segurança todas estas promessas. 

As religiões pregam que o Espírito (ou alma) é imortal. O Espiritismo prova isto através da Mediunidade. 

Dizem também que Deus é justo, que é amor, mais uma vez só o Espiritismo prova através da Lei da Reencarnação. 

Pela Lei de Evolução mostra que o desejo de Jesus de "sede vós perfeitos..." (Mateus, 5: 48) pode ser cumprido. 

A doutrina Espírita "ensinará todas as coisas" (na medida da evolução de cada um), pois, caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ele a aceitará." (A Gênese, cap. I, item 55.) 

Ele (o Consolador) convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo...(João 16: 8) 

Pecado: 

Pecado é qualquer transgressão à Lei Divina. 

Jesus veio para revelar-nos a Lei. O Evangelho é a expressão máxima desta Lei. 

A doutrina espírita é fundamentada na Lei de Deus, todos seus princípios básicos estão de acordo com ela. 

O Espiritismo nos faz lembrar de tudo quanto Jesus disse (João, 14: 26), ele testificará de mim (de Jesus, João, 15: 26):  

O verdadeiro espírita e o verdadeiro cristão são os mesmos. (O Livro dos Médiuns Primeira Parte – Capítulo III  item 3) 

Portanto, ao esclarecer-nos sobre as Leis Universais nos convence do pecado e ensina-nos a não os cometer. 

Justiça: 

 A justiça de Deus não é como a nossa (reconhecimento do mérito de alguém ou de algo, dar a cada um o que é seu). A justiça de Deus é amor. 

Deus não muda, é imutável. Parafraseando ao autor da Carta aos Hebreus podemos dizer que Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. 

Se Deus é amor, ele não pode ora ser justiça ora amor. Como Ele é Justiça e é  

Amor, podemos depreender que a Justiça de Deus é amor. 

Assim podemos entender que participar da Justiça de Deus é ajustar-se à Sua Lei. Destarte, chegamos à mesma conclusão anterior, ao esclarecer-nos sobre as Leis Universais o Espiritismo nos convence da justiça. 

Juizo 

O grego krísis aqui deve ser entendido por justiça ou injustiça, certo ou errado. Seria a noção do que é certo ou errado. O Consolador iria dar esta noção. 

Mais uma vez o mesmo assunto, ao revelar-nos a Lei de Deus, o Consolador nos dá este entendimento, se é transgressão ou não. 

Sendo assim, fica evidente que o Espiritismo cumpre todos os requisitos para ser este Consolador prometido por Jesus. Ele conforme nos orientam os Espíritos é o Cristianismo Redivivo, pois o Cristianismo primitivo foi esquecido; a Doutrina Espírita o revive na medida em que faz reviver a essência dos ensinamentos de Jesus: 

 "Fora da caridade não há salvação" (Cf. Mateus, 25: 31 a 40; Lucas, 10: 25 a 34; I Coríntios, 13: 13)


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