26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.
27 E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. (Gênesis, 1: 26 e 27)
Espiritismo e Evangelho
Artigos e comentários a respeito da Doutrina Espírita e do Evangelho de Jesus - O Blog do Evangelho Miudinho
quinta-feira, setembro 03, 2026
Façamos o Homem: À Imagem e Semelhança
quinta-feira, agosto 27, 2026
O Verdadeiro Sentido do Amor no Evangelho de João
O Mandamento do Amor
- “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei…” (João 13:34-35)
- “Este é o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15:12-13)
- “Se me amais, guardai os meus mandamentos.” (João 14:15)
- “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama…” (João 14:21)
A Tradição Apostólica
A Pergunta
O Diálogo com Pedro
- “Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? … Apascenta os meus cordeiros.” (V.15)
- “Simão, filho de Jonas, amas-me? … Apascenta as minhas ovelhas.” (V. 16)
- “Simão, filho de Jonas, amas-me? … Apascenta as minhas ovelhas.” (V.17)
O Verdadeiro Sentido do Amor Como Entendia Jesus
-
JERÔNIMO, São. Comentário à Epístola aos Gálatas, Livro III, Capítulo 6, versículo 10
quinta-feira, agosto 20, 2026
Jejum e Espiritualidade – Relendo Emmanuel à luz de Isaías 58
- Romper os grilhões da injustiça: não compactuar com estruturas de opressão, mas agir para libertar os que sofrem.
- Aliviar os jugos pesados: tornar a vida mais leve para os que carregam fardos sociais e pessoais.
- Partilhar o pão com o faminto: transformar a fé em solidariedade concreta.
- Acolher os desabrigados: abrir espaço no coração e no lar para os que não têm amparo.
- Vestir o nu: suprir necessidades básicas, reconhecendo no próximo a própria suas necessidades.
A luz que rompe como a aurora
- Cura interior é reconciliação consigo mesmo e com o próximo.
- É o que Kardec chama de transformação moral, e Emmanuel de espiritualidade viva.
- Quando o coração se abre para a caridade, a alma encontra equilíbrio, e esse equilíbrio repercute até no corpo.
- Justiça abre caminhos.
- Glória de Deus sustenta e protege.
- O encontro com Deus não se dá em ritos vazios, mas em um coração compassivo.
- Emmanuel reforça que espiritualidade é presença viva do Cristo em cada gesto.
- Isaías confirma que, quando o coração se abre ao próximo, Deus se faz presente.
- Privar-se é renunciar ao excesso para suprir a carência do outro.
- Satisfazer o oprimido é aliviar dores e injustiças.
- Ossos firmes significam resiliência interior: capacidade de suportar pressões sem se quebrar.
- Revigorá-los é devolver energia vital àquilo que nos mantém de pé, mesmo quando a vida parece árida.
- O jardim regado simboliza beleza, diversidade e frutos que alimentam outros. É a imagem da alma que, nutrida pela caridade, floresce em virtudes.
- A fonte borbulhante sugere continuidade e renovação. Não é água parada, mas corrente, viva, inesgotável. Representa uma espiritualidade que se renova constantemente, sem esgotar-se, porque está enraizada em Deus.
Os teus escombros antigos serão reconstruídos...Isaías revela que a espiritualidade verdadeira tem poder restaurador. Os “escombros antigos” representam as ruínas da alma — culpas, ressentimentos, erros e dores que pareciam definitivos. A promessa divina é que, pela vivência da caridade e da justiça, até o que foi destruído pode ser reconstruído.
Pedro, séculos depois, sintetiza essa mesma verdade:
“O amor cobre a multidão de pecados.” (1 Pedro 4:8)
O amor é o cimento espiritual que une o que estava fragmentado; é a força que transforma culpa em aprendizado e ferida em compaixão.
Quando Isaías fala em reconstruir escombros, ele não se refere apenas a restaurar o mundo exterior, mas a reerguer os alicerces da alma. Emmanuel diria que essa é a obra silenciosa da espiritualidade viva — o trabalho interior que refaz o ser humano por dentro, tornando-o capaz de reparar e servir.
- Reparador de brechas: aquele que reconstrói pontes, fecha rupturas, promove reconciliação.
- Restaurador de estradas: aquele que abre caminhos, torna a vida transitável, cria condições para que outros possam caminhar em paz.
Leia também: Relendo Emmanuel: Prefácio de Nosso Lar
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quinta-feira, agosto 13, 2026
Relendo Emmanuel – Prefácio de Nosso Lar
"Guarde a experiência dele (André Luiz) no livro d’alma. Ela diz bem alto que não basta à criatura apegar-se à existência humana, mas precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do Espiritismo e do espiritualismo, mas, muito mais, espiritualidade." - Emmanuel
Introdução
Espiritismo, espiritualismo e espiritualidade
- Espiritismo: codificado por Allan Kardec, une ciência, filosofia e religião, explicando a vida espiritual e os fenômenos mediúnicos.
- Espiritualismo: reconhece a existência do espírito e da vida após a morte, sem necessariamente seguir Kardec.
- Espiritualidade: vivência prática dos valores espirituais, traduzida em atitudes de amor, caridade e transformação interior.
Espiritualidade em diálogo com outras tradições
- No Budismo, espiritualidade é compaixão e atenção plena.
- No Hinduísmo, é o dharma, viver em conformidade com a verdade.
- No Islamismo, é submissão sincera a Deus e prática da caridade.
- No Cristianismo, é seguir o Cristo, independentemente da escola religiosa.
Emmanuel e Kardec: convergência de ensinamentos
- Benevolência para com todos: olhar o próximo com bondade, sem distinção de raça, crença ou condição social.
- Indulgência para com as imperfeições: compreender as falhas dos outros, lembrando que todos estamos em processo de aprendizado.
- Perdão das ofensas: libertar-se do ressentimento e oferecer reconciliação, seguindo o exemplo de Cristo.
Emmanuel e a espiritualidade viva
- Amor em ação: transformar conhecimento em serviço.
- Cristo como guia: orientar cada passo pela mensagem do Evangelho.
- Universalidade da caridade: reconhecer que todas as religiões, em sua essência, apontam para o amor ao próximo.
Espiritualidade cotidiana
- No trabalho: honestidade e cooperação.
- Na família: diálogo e compreensão.
- Nas relações sociais: empatia e solidariedade.
- Na vida interior: oração e autoconhecimento.
Conclusão
“Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei a vós.” (João 13:34)
“Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mateus 5:16)
quinta-feira, agosto 06, 2026
Relendo Emmanuel – Caminho Verdade e Vida – O Tempo
Leia também: Relendo Emmanuel - Interpretação dos Textos Sagrados
quinta-feira, julho 30, 2026
Relendo Emmanuel - Interpretação dos Textos Sagrados
Referência: XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, Verdade e Vida. Pelo espírito Emmanuel. 41. ed. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2006.
“Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.” — Pedro (2ª Epístola, 1:20)
“Concatenamos apenas modesto conjunto de páginas soltas destinadas a meditações comuns.”
“Isolando versículos e conferindo-lhes cor independente do capítulo evangélico a que pertencem.”
“Num colar de pérolas, cada qual tem valor específico.”
- Cada ensinamento da Torá é visto como uma joia que compõe um tesouro espiritual.
- Alguns rabinos comparavam a Torá a um colar, em que cada mandamento ou ensinamento é uma pérola que, unida às demais, forma um conjunto harmonioso.
- Essa tradição reforça a ideia de que cada palavra sagrada tem valor próprio, mas também faz parte de uma unidade maior.