<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188</id><updated>2012-02-15T02:13:19.224-08:00</updated><title type='text'>Espiritismo e Evangelho</title><subtitle type='html'>Artigos e comentários a respeito da Doutrina Espírita e do Evangelho de Jesus</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>67</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-1107658826810653100</id><published>2012-02-14T04:05:00.001-08:00</published><updated>2012-02-15T02:13:19.233-08:00</updated><title type='text'>Evangelho Miudinho - Considerações sobre o Sermão Profético de Jesus</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;E, quando Jesus ia saindo dotemplo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem aestrutura do templo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Jesus, porém, lhes disse:Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedrasobre pedra que não seja derribada.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;E, estando assentado no montedas Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular,dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá datua vinda e do fim do mundo? Mateus, 24: 1 a 3&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.64cm; margin-top: 0.64cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;E, quando Jesus ia saindo dotemplo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem aestrutura do templo.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Estar no &lt;i&gt;templo&lt;/i&gt;,orar, meditar, sintonizar com as questões espirituais é umanecessidade para todos nós. Entretanto, necessário também é sairdo templo buscando vivenciar todos ensinamentos ali recolhidos. Jesusnos dá o exemplo, cabe a cada um segui-Lo de acordo o entendimentoparticular.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A julgar pela narrativade Lucas, este acontecimento se deu após  o excelente ensinamentodado por Jesus, quando da oferta da viúva pobre. Interessanteobservar a invigilância dos discípulos, que mesmo após o Mestreter mostrado a eles que o importante não era o aspecto exterior dascoisas, ou mesmo os valores amoedados, eles fizeram questão dechamar a atenção de Jesus justamente para a estrutura física dotemplo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;É o mesmo que ocorreconosco quando diante da oportunidade de uma lição edificante,valorizamos mais o instrumento que a veicula, do que a própria liçãoa ser apreendida.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 4cm;"&gt;…&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;porque a letra mata, e oEspírito vivifica, já dizia o apóstolo.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.64cm; margin-top: 0.64cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Jesus, porém, lhes disse: Nãovedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedrasobre pedra que não seja derribada.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;Jesus, porém, lhesdisse…&lt;/b&gt; - Jesus consegue sabiamente conduzir a lição. Seusamigos  chamaram atenção para um aspecto, Ele, &lt;i&gt;porém, lhesdisse…&lt;/i&gt;, isto é, mudou a direção da conversa fazendo-a maisinstrutiva.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Parece simples, porémtemos em nosso dia a dia de aprender a fazer isto, pois não somosobrigados a nos envolver em questões desinteressantes ao nossoprocesso evolutivo, nem podemos agir de modo deseducado quando talacontece. O Evangelho nos ensina a ser sutil, porém sem abrir mãodo que já conquistamos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;…&lt;b&gt;Não vedes tudoisto?&lt;/b&gt; – O bom mestre ensina partindo daquilo que o educandoconsegue entender. Deste modo, Jesus salienta o exterior – &lt;i&gt;tudoisto&lt;/i&gt; – porque é o que conseguimos ver, assim faz Ele, com oobjetivo de mostrar o que está para lá de nossa pouca visão. Pois,ao ver &lt;i&gt;tudo isto&lt;/i&gt; que se nos apresenta de forma imediata, aindamesmo assim, estamos vendo muito pouco do que existe para mais além.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;Em verdade vos digo…&lt;/b&gt;- Já dissemos em estudos anteriores, que tudo o que é dito porJesus é verdade, porém, quando Ele faz este destaque, …&lt;i&gt;emverdade vos digo&lt;/i&gt;…, é porque há de nossa parte uma necessidademaior de prestarmos atenção no ensinamento que vem após.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;…&lt;b&gt;que não ficaráaqui pedra sobre pedra que não seja derribada.&lt;/b&gt; – Todos osestudiosos do texto evangélico têm visto nestas palavras de Jesusuma alusão à destruição de Jerusalém ocorrida no ano 70 de nossaera. E a profecia realmente se cumpriu à risca.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Porém, não podemosdeixar de ver nestas sábias palavras, muito mais do que isso, ouseja, um ensinamento que transcende a questão tempo-espaço, comoveremos no prosseguimento deste estudo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.64cm; margin-top: 0.64cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;E, estando assentado no montedas Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular,dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá datua vinda e do fim do mundo?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;E, estando assentadono monte das Oliveiras…&lt;/b&gt; - Aqui também, como no Sermão doMonte, Jesus dá-nos valioso ensinamento &lt;i&gt;assentado no monte&lt;/i&gt;.&lt;i&gt;Assentado&lt;/i&gt; mostrando-nos segurança, tranqüilidade; e &lt;i&gt;monte&lt;/i&gt;significando elevação espiritual, sintonia com as Leis Supremas daCriação. Ou seja, Jesus nos mostra que para ensinar necessário sefaz estarmos assentados em bases sólidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;…&lt;b&gt;chegaram-se a eleos seus discípulos, em particular, dizendo…&lt;/b&gt; - Jesus é o Sábiopor Excelência, ao conscientizarmo-nos disto, é preciso&lt;i&gt;chegarmo-nos&lt;/i&gt; a Ele, isto é, aproximarmos Dele com o intuitode mais aprender. &lt;i&gt;Em particular&lt;/i&gt;, é na intimidade Dele. Nós,nos fazendo íntimo com o Cristo podemos realizar maravilhas.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 4cm;"&gt;…&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;porém tudo declarava emparticular aos seus discípulos.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Marcos, que é sempremais detalhista, nos diz que, os que aproximaram-se Dele, eram Pedroe André (irmãos), Tiago e João (irmãos). A particularidadedaquele momento (em família), nos faz ver, que é justamente naintimidade que o Cristo tende a manifestar-se com mais naturalidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Mas tu, quando orares, entrano teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o queestá oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, terecompensará.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;Dize-nos quandoserão essas coisas…&lt;/b&gt; - A previsão da destruição do templotinha assustado mesmo os mais íntimos. É o mesmo que hojeaconteceria se fosse previsto a queda de uma sólida construçãomoderna, de um império poderoso como o da Microsoft ou do próprioEUA.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Desde modo, osdiscípulos querem logo saber: &lt;i&gt;quando serão essas coisas…&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;&lt;i&gt;Essas coisas&lt;/i&gt;, nesse tom de dificuldade deaceitação, vem nos mostrar justamente como é difícil paraqualquer um de nós, conformar com a perda ou destruição do queainda é para nós importante, mesmo que de um valor passageiro outransitório.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;…&lt;b&gt;e que sinalhaverá da tua vinda e do fim do mundo?&lt;/b&gt; - Estes acontecimentoseram o prenúncio da &lt;i&gt;parusia, &lt;/i&gt;palavra grega, que quer dizer“presença”. &lt;i&gt;Designava no mundo greco-romano, a visita oficiale solene de um príncipe a um lugar qualquer. Os cristãosadotaram-na como termo técnico para designar a vinda do Cristo.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4sym" name="sdfootnote4anc"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Segundo o professorCarlos Torres Pastorino, a expressão &lt;i&gt;fim do mundo&lt;/i&gt;, é umequívoco de tradução. Diz Pastorino: “… no original não estáescrito &lt;i&gt;télos toú kósmou &lt;/i&gt;(fim do mundo), mas &lt;i&gt;synteleiatoú aiónos &lt;/i&gt;(término do eon ou ciclo).”&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5sym" name="sdfootnote5anc"&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;A Bíblia de Jerusalém, traduz como “consumação dos tempos”,dando também a entender, final de um ciclo, e não do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O evangelista dá-nos aentender, em sua crença, que a volta de Jesus era o que marcaria ofinal deste ciclo. Nós particularmente entendemos a segunda vinda doCristo, como a manifestação Dele em nós, ou seja, aquele momentoem que assimilamos Sua mensagem e a colocamos em prática. É o quenos dá a entender o próprio Evangelho:&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Jesus respondeu e disse-lhe:Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, eviremos para ele e faremos nele morada.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6sym" name="sdfootnote6anc"&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ou seja, a volta deJesus é uma questão íntima, particular de cada um; para aquelesque realizaram em si a reforma necessária, Ele já veio; para muitosvirá breve; para outros demorará um pouco mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Assim, este momentoglorioso de “Cristificação” íntima, marca o fim de um ciclo,ou, &lt;i&gt;eon&lt;/i&gt;, como nos diz o professor Pastorino. É o fim do ciclodas dores em favor do Amor Pleno. Quando chegar este dia, dos templosfísicos não restarão pedra sobre pedra, pois o Pai será adoradoem espírito&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote7sym" name="sdfootnote7anc"&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;;e mesmo o &lt;i&gt;templo divino&lt;/i&gt; do nosso corpo já não terá maisrazão de ser, pois por conquista não precisaremos mais reencarnar,vivendo uma vida, plenamente espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Texto extraído do Livro &lt;a href="http://www.itapuaeditora.com.br/?pg=detalhe&amp;amp;id=16" target="_blank"&gt;"O Sermão Profético"&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; 2 Coríntios, 3: 6&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Marcos, 4: 34&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; Mateus, 6: 6&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote4"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4anc" name="sdfootnote4sym"&gt;4&lt;/a&gt; Bíblia de Jerusalém, pág. 1884.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote5"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5anc" name="sdfootnote5sym"&gt;5&lt;/a&gt; Sabedoria do Evangelho, 7° Volume, pág. 93&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote6"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6anc" name="sdfootnote6sym"&gt;6&lt;/a&gt; João, 14: 23&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote7"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote7anc" name="sdfootnote7sym"&gt;7&lt;/a&gt; Conforme João, 4:24: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.”&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-1107658826810653100?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/1107658826810653100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=1107658826810653100' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1107658826810653100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1107658826810653100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/02/evangelho-miudinho-consideracoes-sobre.html' title='Evangelho Miudinho - Considerações sobre o Sermão Profético de Jesus'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-6262168950354840845</id><published>2012-02-13T09:15:00.000-08:00</published><updated>2012-02-13T09:15:48.632-08:00</updated><title type='text'>A Fé no Processo Educacional de Jesus - Continuidade...</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ainda sobre o tema fée da forma como Deus prepara o Espírito para realizar a Sua Vontade,não podemos deixar de analisar a passagem da fuga da família doMessias para o Egito.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Muitas vezes diante deuma grande dificuldade optamos por nos afastar do cumprimento de umatarefa que até então pensávamos em realizar em favor do Bem. Aindachegamos a dizer desafiando o Criador: “Se Deus quisesse que eurealizasse tal trabalho não me dificultaria tanto a realização,acho que estes empecilhos são os avisos Dele para me mostrar queessa não é a minha missão”.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Como somos ignorantes ecomodistas…&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Já pensou se José eMaria pensassem desta forma? “Se Jesus fosse mesmo o Messias, porque tanta dificuldade? Por que deixar nossa zona de conforto e irpara um país desconhecido? Por que sermos tão pobres?”&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Desculpas é que nãofaltariam para o abandono da missão. Em nossa vida temos aprendidoque o hábito de dar desculpas é um de nossos maiores vícios e umdos que mais nos atrasam no processo de realizar o Bem em nós.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Fato semelhante aoacontecido com os pais de Jesus se deu com Abraão. Deus prometeu aele uma grande benção, uma posteridade maravilhosa. Mas para issoele tinha que deixar a sua terra, a sua parentela, a casa de seu pai.E ir para onde? Deus não o revelou, ele ainda ia mostrar, no futuro.[Vai] &lt;i&gt;para terra que te mostrarei&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;,ou seja, ele tinha que sair da faixa de sua segurança e ir, porém,para um lugar que nem ele sabia qual era. Era necessário umaconfiança total no Senhor, ser Dele dependente. Nós temos queaprender a ser dependentes de Deus com naturalidade e sem conflitosíntimos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Hoje dizemos queestamos a serviço do Cristo e de seu Evangelho. Às vezes somosconvidados, por exemplo, para fazer uma palestra em cidade distante,e até aceitamos. Porém, para que isto se dê exigimos saber, ondeserá o evento? Para quantas pessoas vamos falar? Lá vai ter comoprojetar nossos slides? Vão pagar meu transporte? E a alimentaçãocomo será? Onde vou dormir? E se tudo não estiver certinho comodesejamos, totalmente seguros, não vamos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Já pensou se umEspírito aparecesse para nós e dissesse: “Sou um mensageiro doCristo, é preciso que você saia hoje e vá fazer uma visita a umapessoa que te indicarei, num determinado hospital que vou te falar nahora certa, você irá dar nela um passe e melhorar a sua situação.Porém, sai de casa agora e vá, depois te falo para onde e como.”O mínimo que aconteceria é que nós não iríamos, e aindatentaríamos saber o nome da Entidade para levar para um reunião dedesobsessão, pois batizaríamos o enviado do Senhor como obsessor.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Fato também semelhanteaconteceu com Estevão quando ele ainda chamava Jeziel.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Estevão tinha umagrande missão, despertar Saulo para o Evangelho do Cristo. Emmanuelchega a dizer que &lt;i&gt;sem Estevão não teríamos Paulo de Tarso&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;Porém, para que isto acontecesse aconteceu algo inusitado.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ele era uma pessoasimples, mas tinha uma família harmonizada e pautava sua vida navivência das Escrituras. Não vamos aqui contar sua história, poisnão é objetivo deste trabalho, mas Deus, para o chamar para suamissão, tirou-lhe tudo que possuía de mais sagrado: a casa paterna,a vida do pai, a companhia da irmã querida que nem sabia para ondeteria ido. Para ele fora destinado o cativeiro nas galeras, o que eraquase certo, a morte.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Entretanto, seu bomcomportamento o salvou e a generosidade de um ilustre cidadão romanopermitiu que, apesar de doente, pudesse novamente ser livre. Estemesmo cidadão deu-lhe até mesmo alguns recursos amoedados com oobjetivo de suprir suas primeiras necessidades em novas terras.Todavia, mais uma vez surge um imprevisto, ele é assaltado,malfeitores roubam lhe todos estes recursos, e ele fica só, doente,e sem nada para iniciar a grande missão de salvar não apenas umaalma, mas de despertar e guiar alguém que libertaria o Evangelho dojugo do judaísmo permitindo que gerações futuras conhecessem Jesusem toda sua simplicidade, com profundidade, e liberdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Por que casos assim,como o de Maria e José, de Abraão, de Estevão, entre outros, sedão? Não sabemos ao certo, Deus tem, ainda para nós, seusmistérios. Talvez este seja o alimento da fé e o que fará com queela cresça ainda mais. O certo é que há aí uma mensagem. Quandoalgo de inesperado nos acontecer, algo que for capaz de nosperturbar, de tirar o próprio piso e nos projetar numa situação dedesconserto total, não nos desesperemos. Talvez o Pai Criador estejase manifestando e dizendo para nós que tem uma grande missão ondepodemos servi-Lo. Mas para tal é preciso confiar, agir consoante SuaVontade, resignando-se, perdoando sempre, amando irrestritamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Deus tem para nós umabenção, uma posteridade gloriosa, uma missão ímpar. Tomemos possedo que Ele nos delega e seremos felizes para sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Maria assim fez,desafiou a imprevisibilidade, correu riscos, sua vida foiimpermanente, mas nem por isso tornou-se depressiva, angustiada,amargurada…&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Outra passagem que éimportante considerar na busca de elementos que venham nos auxiliarem nosso processo reeducativo é aquela que nos fala de Jesus aosdoze anos no templo entre os doutores da lei.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Era habitual que todojudeu seguidor dos preceitos fosse à Jerusalém quando da realizaçãoda festa da Páscoa. Assim foram Maria e José, e Jesus com eles,pois já havia completado doze anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Como muitos iam paraesta festa eles foram em caravanas, muitos parentes e conhecidostambém foram.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Terminada a festa elesretornaram; após caminharem por um dia os pais de Jesus perceberam afalta dele, procuraram-no entre aqueles que viajavam junto e não oencontraram. Retornaram então a Jerusalém continuando a busca, sótrês dias depois o encontram no Templo em conversa com os doutores.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Nosso objetivo aqui nãoé estudar minuciosamente esta passagem, mas o posicionamento deMaria diante da tarefa educacional de seu filho.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Percebemos pelanarrativa de Lucas que ela não era controladora, nem proibitiva,Jesus tinha liberdade para ir junto de seus amigos e familiares eseus pais não ficavam ali em cima, querendo saber a toda hora o queestava fazendo; entretanto, ela não era também permissiva, ao notaro afastamento do filho por tempo maior do que aquele que era natural,se incomodou e foi atrás dele.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Nós muitas vezes somospossessivos por demais, exageramos no controle, não deixamos nossosfilhos, cônjuges ou amigos, à vontade, queremos que tudo seja feitoconforme nossa determinação, passo a passo. Ou então, com adesculpa da liberdade desejada, somos negligentes, o que é aindapior; os filhos passam uma semana sem falar conosco e tudo bem,convivem com amigos que não procuramos saber quem são, viajam comeles, e só ficamos sabendo quando voltam, às vezes dias depois.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Jesus é encontrado noTemplo &lt;i&gt;assentado&lt;/i&gt; entre os doutores, o que denota por partedele tranquilidade e a consciência de que não estava fazendo nadade errado e nem contrário às determinações paternas.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Se tal acontecesseconosco é quase certo que o pegássemos pela orelha, gritando,gesticulando, dando o maior show, exteriorizando todo desequilíbrioque nos é peculiar. Maria simplesmente diz: &lt;i&gt;meu filho, porqueagiste assim conosco? Olha que teu pai e eu, aflitos, teprocurávamos&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Quem de nós nummomento deste, que para nós não seria simplesmente de aflição,mas de desespero mesmo, trata o filho por &lt;i&gt;meu filho&lt;/i&gt;? Este modocarinhoso de chamar nós só usamos quando está tudo bem, natranquilidade, ou quando queremos chantageá-lo. Quando os filhos nosirritam ou desobedecem, usamos o nome completo, com sobrenome e tudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Maria não mostrouirritação, mas cuidado, carinho, atenção; ela se preocupava eracom o filho e não com uma suposta desobediência dele.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ele por sua vez encaroutudo com naturalidade e mostrou que era excelente em didática desdepequeno, pois respondeu perguntando, levando seus pais a pensarem:&lt;i&gt;por que me procuráveis? Não sabíeis que devo estar na casa demeu Pai?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4sym" name="sdfootnote4anc"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ao dizer assim Jesuschamou seu pais para o que era real do ponto de vista de sua missão,pelo tom da pergunta podemos depreender que eles conversavam em casasobre este assunto, sobre a oportunidade dele ser um enviado em nomede Deus. Provavelmente seus pais, apesar do grau de consciênciaacima da média, no calor das emoções tenham se esquecido disto.Isso é natural, quando o Espírito que não se libertoucompletamente da matéria encarna, ele perde muito de suapotencialidade, torna-se vulnerável com certa facilidade, é precisoque de vez em quando seja lembrado da realidade maior. Podemos verainda neste pequeno diálogo que a proposta educativa de José eMaria passava pelo diálogo, a informação transitava em mão dupla,havia o aprendizado de ambas as partes, autoridade e nãoautoritarismo. Eles às vezes não compreendiam a superioridade domenino, mas respeitavam-na, pois sentiam no coração a grandezadaquela alma. Educavam educando-se, não tinham a pretensão de estarcom a razão, Jesus devia surpreendê-los a toda hora, nestesmomentos não atrapalhando já faziam muito.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O texto de Lucas nasequência é simplesmente maravilhoso: &lt;i&gt;desceu então com elespara Nazaré e era-lhes submisso&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5sym" name="sdfootnote5anc"&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Jesus, oPlenipotenciário Divino, o Governador Espiritual do Orbe, era&lt;i&gt;submisso &lt;/i&gt;a seus pais mesmo sabendo-se superior a eles, é maisum exemplo de humildade, de respeito aos fatores humanos, quantalição… Maria por sua vez não conseguia compreender tudo isto,era inexplicável, estava além do racional, assim, &lt;i&gt;conservava alembrança de todos esses fatos em seu coração&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6sym" name="sdfootnote6anc"&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;,&lt;/i&gt;ela se enriquecia em espírito, cultivava sua intuição, &lt;i&gt;bemaventurados os pobres de espírito…&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote7sym" name="sdfootnote7anc"&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;e Ele, Jesus, obedecendo, colaborando sempre, &lt;i&gt;crescia emsabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e diante doshomens&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote8sym" name="sdfootnote8anc"&gt;&lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;,&lt;/i&gt;servindo a seu Pai, no serviço em favor de seus irmãos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Gênesis, 12: 1&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; &lt;span lang=""&gt;(XAVIER/Emmanuel [Espírito], 2004)&lt;/span&gt;, prefácio.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; Lucas, 2: 48&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote4"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4anc" name="sdfootnote4sym"&gt;4&lt;/a&gt; Lucas, 2: 49&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote5"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5anc" name="sdfootnote5sym"&gt;5&lt;/a&gt; Lucas, 2: 51&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote6"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6anc" name="sdfootnote6sym"&gt;6&lt;/a&gt; Idem, ibidem.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote7"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote7anc" name="sdfootnote7sym"&gt;7&lt;/a&gt; Mateus, 5: 3&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote8"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote8anc" name="sdfootnote8sym"&gt;8&lt;/a&gt; Lucas, 2: 52&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-6262168950354840845?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/6262168950354840845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=6262168950354840845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6262168950354840845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6262168950354840845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/02/fe-no-processo-educacional-de-jesus_13.html' title='A Fé no Processo Educacional de Jesus - Continuidade...'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-7280765753727235332</id><published>2012-02-07T11:10:00.000-08:00</published><updated>2012-02-07T11:10:02.239-08:00</updated><title type='text'>A Fé no Processo Educacional de Jesus</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p { margin-bottom: 0.21cm; }p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-top: 0.42cm; page-break-after: avoid;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Sans,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Em uma missãoespiritual não há como prescindir da fé. Ela é componenteessencial para que tudo aconteça como programado pelo Alto.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Já comentamos sobreesta virtude em Maria quando da assimilação do conteúdo darevelação do anjo a ela explicando-lhe a concepção. Mas háoutros momentos importantes que não podem deixar de ser destacados eque nos ajudarão a compreender o quanto esta missionária erapreparada para realizar a tarefa mais desafiadora de todos os tempos,a de educar ninguém mais, ninguém menos, que o GovernadorEspiritual do Orbe.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;José e Maria cumpriamrigorosamente todos os preceitos judaicos. Circuncidaram o menino nooitavo dia conforme mandava a lei, e ao completarem os dias dapurificação da mãe, o que ocorria trinta e três dias após&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;,levaram Jesus ao templo, em Jerusalém, &lt;i&gt;a fim de apresentá-lo aoSenhor&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Lá encontraram umhomem já idoso, chamado Simeão, que ao ver o menino, inspiradorealiza grande profecia. Entre outras coisas diz ele a Maria:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Eis que este menino estádestinado tanto para ruína como para levantamento de muitos emIsrael e para ser alvo de contradição (também uma espadatraspassará a tua própria alma), para que se manifestem ospensamentos de muitos corações.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Imaginemos a cena.Maria, acompanhada do marido e do filho, estava cansada de uma viagemlonga e feita com muitas dificuldades. Ela estava ainda no períododo resguardo. Deveria estar fraca e altamente sensível…&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Apesar de Simeãoexaltar a grandeza espiritual do menino sua profecia não foi nadaagradável. Ele, Jesus, estava &lt;i&gt;destinado &lt;/i&gt;&lt;i&gt;tanto para ruínacomo para levantamento de muitos em Israel e para ser alvo decontradição. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Isto pressupunha umavida de muitas apreensões, de dores e sofrimentos. A nação judaicaera rigorosa quanto à tradição religiosa.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O anjo havia dito queele seria Rei, que herdaria o trono de Davi, talvez naquele momentoela não tenha percebido que para atingir este fim ele teria uma vidade conflitos, de lutas e de perigos. Agora aquele homem inspiradodizia que ele seria alvo de contradições que elevaria alguns – oque se pressupõe eram os simples -, e que também arruinaria muitos,e aqui podemos depreender que eram os da elite, os do poder.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;E ainda diz mais, comreferência ao sofrimento dela própria, &lt;i&gt;uma espada traspassará atua própria alma.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Para quem era profundaconhecedora das Escrituras conforme vimos pelo &lt;i&gt;Magnificat&lt;/i&gt;, eladeve ter entendido na hora a que sacrifício estariam submetidos elae seu filho.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4sym" name="sdfootnote4anc"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A profecia se cumpriuno tempo, mas no coração de Maria deve ter acontecido naqueleinstante mesmo. Como suportaríamos uma situação desta? Se algoparecido acontecesse conosco, isto não atrapalharia a educação denosso filho?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Vejamos que são duassituações opostas que acontecem com ela; em qualquer delasestaríamos em dificuldades e talvez comprometidos na realização damissão.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Primeiro o anjo lheantecipa a vitória. Ela seria mãe do Filho de Deus, ele herdaria otrono de Davi e reinaria para sempre. Tal informação poderia serpara ela, se não fosse muito vigilante, pedra de tropeço, pois avaidade poderia vir à tona e comprometer todo o processo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Depois Simeão lhe falade lutas incessantes, até mesmo de um provável assassínio de seufilho mostrando a ela que o final da história talvez fosse trágico.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Este nível deinformações, até contraditórias, dependendo do ângulo em que asanalisarmos, não tenderiam a prejudicar a formação do menino, jáque ela poderia tentar mudar o seu destino?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Se nós soubéssemosque o nosso filho iria passar por um processo de grande dificuldade,de provável morte por incompreensão de muitos, mesmo quesoubéssemos que tudo isto era Desígnio do Altíssimo, o quefaríamos? Ajudaríamos Deus em seu projeto, ou tentaríamos evitar o“pior” para o nosso filho amado, mudando o seu destino?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Dizemos assim, porquemuitas vezes, mesmo não sendo numa questão tão grave quanto esta,priorizamos para os nossos tutelados, uma boa escola, boascompanhias, uma profissão adequada, mas não visando seu crescimentoespiritual e sim um futuro promissor através de um emprego rentável,onde através de um salário alto pudesse manter conforto eestabilidade material.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Falamos muito deespiritualidade, mas na maioria das vezes a segurança desejadapensamos estarem nas conquistas transitórias, e assim as perseguimosardentemente.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Jesus veio mudar esteparadigma, e para tal tinha de dar o exemplo. Aqueles a Elevinculados e que vieram para auxiliá-Lo, fizeram do mesmo modo:sacrifício como instrumento de libertação.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Hoje nós tentamosdistorcer o entendimento e falamos em prosperidade, porém queremosprosperidade material esquecendo que a fé se manifesta em qualidadee em maior escala é na carência e nas dores.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Moisés era umdisciplinador – primeiro passo do processo educativo, &lt;i&gt;adisciplina antecede a espontaneidade&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5sym" name="sdfootnote5anc"&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;-&lt;/i&gt;; Jesus veio como educador; Kardec como pedagogo; desta forma,temos de compreender que este foi um projeto traçado por Deus paraeducar a alma, o Espírito imortal. Maria só pôde ser peça chavedeste processo, sendo também educadora, e de Jesus, porquecompreendeu o Mecanismo Divino, e a ele se ajustou fazendo-se &lt;i&gt;servado Senhor. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ela teve a intuiçãoda missão e a ousadia de executá-la. Quando não compreendia asuperioridade do filho tinha humildade para guardar a lição em seucoração&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6sym" name="sdfootnote6anc"&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;ou simplesmente dizer: &lt;i&gt;fazei tudo o que ele vos disser&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote7sym" name="sdfootnote7anc"&gt;&lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;O melhor entre todos os educadores é aquele que não se cansa deaprender, e a isso se dedica dia a dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;(Continua...)&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Levítico, 12: 4&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Lucas, 2: 22&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; Lucas, 2: 34 e 35&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote4"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4anc" name="sdfootnote4sym"&gt;4&lt;/a&gt; Cf. Zacarias, 12: 10&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote5"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5anc" name="sdfootnote5sym"&gt;5&lt;/a&gt; &lt;span lang=""&gt;XAVIER/Emmanuel [Espírito].&lt;/span&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;i&gt; O Consolador&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=""&gt;, 16ª ed., Rio de Janeiro, FEB, 1993&lt;/span&gt;, Q. 254&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote6"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6anc" name="sdfootnote6sym"&gt;6&lt;/a&gt; Cf. Lucas, 2: 19 e 51.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote7"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote7anc" name="sdfootnote7sym"&gt;7&lt;/a&gt; João, 2: 5&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-7280765753727235332?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/7280765753727235332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=7280765753727235332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7280765753727235332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7280765753727235332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/02/fe-no-processo-educacional-de-jesus.html' title='A Fé no Processo Educacional de Jesus'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-393629011895114895</id><published>2012-01-30T11:16:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T11:16:43.332-08:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré a Educadora de Jesus - Administrando Emoções</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p { margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 0); text-align: left; }p.western { font-family: "Times New Roman",serif; font-style: italic; }p.cjk { font-style: italic; }p.ctl { font-size: 12pt; font-style: italic; }p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 10pt; text-align: left; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 10pt; text-align: left; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 10pt; text-align: left; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;AugustoCury, em seu livro &lt;i&gt;“Maria, a Maior Educadora da História”&lt;/i&gt;defende a idéia de que um dos motivos de Maria ter sido tão bemsucedida em sua tarefa de educar o menino Jesus, é porque ela sabia,e muito bem, proteger a sua emoção; ela fazia questão de ensinar aseu filho esta arte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Fazele interessante raciocínio: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Respeitadoseducadores ensinam os jovens a ter cuidado com seus objetos, nãodestruir seus materiais didáticos, não manchar suas roupas e acuidar de seu corpo evitando acidentes e tendo higiene pessoal. Masesquecem de ensiná-los a proteger o mais difícil espaço do serhumano, a sua emoção.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Continuao autor na sequencia:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Quemnão aprender a proteger a sua emoção pode até conquistar o mundo,mas será sempre infeliz; pode ser aplaudido, mas será sempre opaco;pode comprar todo tipo de seguro, mas será sempre frágil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Todosnós que habitamos um planeta de expiações e provas, eprincipalmente nestes dias de transição, temos motivos para nostornarmos tristes, depressivos, angustiados, preocupados e até mesmocontrariados. Entretanto, importa-nos reconhecer que Maria tevemotivos ainda muito maiores que os nossos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Conformenarram os evangelistas, teve uma gravidez incompreensível para amentalidade comum, isto gerou nela, em seu noivo, e em toda suafamília, sérias apreensões. Após o menino nascer envolto emmistérios, teve que deixar sua cidade, sua zona de conforto, o calordos familiares, e partir para um novo país, sem saber por quantotempo, em que condições lá viveria, com quais recursos, etc. Suasensibilidade era grande, pois quanto mais o Espírito é evoluído,mais é sensível; assim, deve ter muito sofrido com a perseguiçãode Herodes aos inocentes por causa de seu filho. Tudo isso devia serpara ela e para os seus, motivo de grandes pressões psíquicas; nãoesqueçamos ela era uma adolescente, e estava num dos momentos demaior sensibilidade para uma mulher, o período pós parto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Comoserá que reagiríamos numa situação destas? Por muito menos nósnos tornamos angustiados, depressivos, inconformados e paralisamostodo processo criativo em nossa vida. Qual a diferença entre nossasposições e a de Maria? Simplesmente de atitude. Maria sabiaadministrar seus conflitos, gerenciar suas emoções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Emmomento anterior neste nosso estudo fizemos uma breve comparaçãoentre Maria e Eva, aqui podemos ampliá-la. Através do sentimento deEva entramos em queda por ser ela a representação de um sentimentodissociado da razão. Maria por representar a sublimação de Eva,ensina-nos a usar o emocional e o racional em plena harmonia. Não éum sobrepondo-se ao outro, não é a razão dando a palavra final,mas o perfeito equilíbrio entre estes dois componentes tãoimportantes para o nosso progresso em todos os níveis. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Nestepasso podemos fazer mais uma importante reflexão. Não sabemos seMaria não agisse desta forma, se poderia comprometer a missão deJesus. Teoricamente sim, pois se ela se tornasse uma inconformada, seela trabalhasse um sentimento de autopiedade, dificultaria sem dúvidao desenvolvimento de seu filho. Porém, como este acontecimento - avinda até nós de Jesus - foi o mais importante de nosso planeta,desde a sua origem, o Pai não delegaria para esta missão quemtivesse a chance de falhar. Todavia, o Evangelho não é umatelenovela ou um romance comum, é preciso trazer para o nosso dia adia as suas lições imortais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Assim,é importante refletirmos, pois nós não sabemos quem o Pai colocouem nossa vida como filho, qual a missão de cada um deles. A mãe deum futuro presidente de uma nação não sabe o que ele será quandocriança, o mesmo podemos dizer em relação a um grande cientista,ou, a um importante educador. Será que não estamos atrapalhando oprojeto de Deus ao agirmos de forma tão destemperada como em muitasvezes fazemos? Não estaremos dificultando a vida de nossos filhossendo inconformados, ensinando-os com a vida prática a nãoperdoarem quando contrariados, a serem violentos e irracionais?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Sãopontos a serem trabalhados por todo aquele que já está cônscio desua necessidade reeducativa e da importância de agir como umcolaborador de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Voltandoao citado escritor e psicoterapeuta, Augusto Cury, na obra já aquicomentada, ele sugere-nos três ferramentas para trabalharmos emnossa vida, e para ensinarmos aos nossos educandos - pois nãotenhamos dúvida todos somos, em maior ou menor escala, educadores -a fim de evitarmos transtornos depressivos, suicídios, enfermidadespsíquicas e perda de oportunidades. São elas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Doar-se sem esperar muito do outro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Compreender o outro na sua dimensão interior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Saber que ninguém pode dar o que não tem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Semdúvida são três princípios de grande importância para todos nóse que se os praticássemos diminuiríamos e muito nossas dores edissabores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Temosmuitas vezes dito e ouvido que Deus nos criou para amar e sermosamados. É preciso repensar esta informação e analisá-la comcarinho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Aonosso ver ela é em parte verdade, mas há nela um pouco decontaminação de nossa psicologia inferior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Sim,fomos criados para amar. Deus é amor. A matéria prima da criaçãoé amor. Assim, se quisermos estar ajustados a Deus, caminhar nofluxo natural da vida de acordo com a Vontade Soberana e sermosagraciados por sua Misericórdia, temos de amar, pois este é o“idioma” de Deus, é através dele que nos comunicamos com oCriador.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Entretanto,a segunda parte da afirmativa “ser amado” deve ser observada deforma diferente. Não fomos criados para sermos amados como umapré-condição básica. Ser amado é efeito, consequência, retorno.A causa é amar, se amarmos seremos naturalmente amados. Isto se darásem nenhuma ansiedade, espontaneamente. É da Lei, e ela se cumprirásempre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Estaquestão mal compreendida é que dificulta trabalhar em nós aprimeira ferramenta, pois até admitimos que devemos doar, até nossentimos satisfeitos por assim proceder, porém não abrimos mão deesperarmos retorno, temos o grande defeito de criarmos expectativas eesse é o problema. Se não criássemos expectativa em relação aooutro noventa por cento de nossas dificuldades de convivênciaestariam resolvidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Vamostrabalhar a terceira ferramenta, &lt;i&gt;saber que ninguém pode dar o quenão tem&lt;/i&gt;, junto com a primeira, pois em nosso modo de ver ela éum acessório desta. Quem não espera muito do outro, sabe que ele sópode dar o que tem, uma virtude maior contém naturalmente uma menor.Ou ainda, a vivência da terceira ferramenta, leva naturalmente àprimeira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Aquinos permitimos uma ressalva muito bem colocada pelo Espírito AndréLuiz através da mediunidade gloriosa de nosso querido Chico Xavier,&lt;i&gt;a alegria é a única coisa que podemos dar ao outro mesmo se nãopossuirmos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Portanto,se ainda não conseguimos, como seria desejável, não esperar muitodo outro, iniciemos o processo de defender a nossa emoção pelomenos não pedindo a ninguém algo que ele esteja incapaz de dar.Proceder deste modo não é ainda ser bom, mas é pelo menos agir cominteligência, o que já é um grande passo para a conquista dasabedoria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Aoutra ferramenta colocada por Cury e também de fundamentalimportância é &lt;i&gt;compreender o outro na sua dimensão interior.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Compreendero outro por si só é uma virtude de grande alcance e que evitamuitas contrariedades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Perdoaré uma atitude nobre, compreender é ainda mais, pois aquele queverdadeiramente compreende o outro não chega nem a sentir a ofensa,não tendo assim o que perdoar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Compreenderé desativar os pontos de conflito, significa transitar com segurançana área da emoção. E compreender o outro na sua dimensão interiortorna-se ainda mais nobre, pois além de enxergar o outro, o que nãoé habilidade comum entre nós, é se aperceber do que está paraalém do visível, é também saber do outro em suas dimensõesemocionais, espirituais e sentimentais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;SóEspíritos de boa condição moral e espiritual têm esta capacidade,e fazendo deles modelos a serem seguidos temos de ser obstinados emtrabalharmos também nosso interior na conquista deste valor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;EAugusto Cury ainda nos faz, na mesma obra e capítulo, importanteconsideração sobre este tema: &lt;i&gt;por trás de uma pessoa que fere,há uma pessoa ferida. &lt;/i&gt;Como a nos dizer: “quando nos sentirmosatacados, ou agredidos por alguém, trabalhemos nossa acuidadeespiritual e enxerguemos nela não um agressor comum, alguém de máíndole, mas um enfermo necessitado de um médico para a sua alma”.E Jesus, o filho de Maria, já nos alertara, o doente é que precisade médico. Ele é o Médico dos médicos, e nós, seus efetivoscolaboradores na implantação de sua Boa Nova no coração de todos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;i&gt;Tume amas&lt;/i&gt;, ainda fala o Senhor na intimidade de nossos corações,então, &lt;i&gt;apascenta as minhas ovelhas. &lt;/i&gt;O que de outro modo podesignificar: “educa as minhas ovelhas.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; CURY, Augusto. &lt;i&gt;Maria, a Maior Educadora da História&lt;/i&gt;. São Paulo, Ed. Planeta do Brasil, 2007, cap. 6.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-393629011895114895?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/393629011895114895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=393629011895114895' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/393629011895114895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/393629011895114895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/01/maria-de-nazare-educadora-de-jesus.html' title='Maria de Nazaré a Educadora de Jesus - Administrando Emoções'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-1334881050745324619</id><published>2012-01-24T11:25:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T11:25:24.923-08:00</updated><title type='text'>Maria a Educadora de Jesus: Continuação...</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;O Anúncio do Nascimento de João Batista e o Anúncio do Nascimento de Jesus&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Vejamos a grandeza daMãe de nosso Senhor e a segurança com que agia analisando seucomportamento num momento que seria de tensão para qualquer um, oanúncio de que seria a mãe do Filho do Altíssimo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Um anjo fez estarevelação para Maria, ela seria mãe do Messias. Só isto jábastaria para deixar qualquer um apreensivo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O povo hebreu esperavaum Messias há muitos séculos, ele seria o libertador dos seguidoresde Moisés, reunificaria as doze tribos e faria de Israel a maiorentre todas as nações.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Vivia-se um período deconflitos, o império romano dominava a nação judaica, e o povo deIsrael desejava ardentemente alguém que revertesse esta situação.Muitos àquele tempo diziam ser o Messias, ele era aguardadoansiosamente…&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Por que ser ele filhode uma mulher tão simples? Deve ter pensado, Ele poderia ser filhode um sumo sacerdote, de um rei, de alguém realmente preparado paralhe dar melhores condições. Ela deve ter tido vários conflitos arespeito. Deve ter perdido várias noites de sono se perguntando comoeducar o menino, um verdadeiro Filho de Deus. E se ela falhasse,atrapalharia os planos do Todo Poderoso? Deus tem seus mistérios eMaria tudo refletia em seu coração.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Nós gostaríamos deanalisar dois aspectos na passagem do anúncio do anjo a Maria,comparando–a a um anúncio semelhante feito pela mesma entidadeespiritual a Zacarias, aquele que seria o pai de João Batista. Quemnarra é Lucas:&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Anúncioa Zacarias&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Existiu, no tempo de Herodes,rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias, ecuja mulher era das filhas de Arão; e o seu nome era Isabel.  &lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;E eram ambos justos perante Deus, andando sem repreensão em todos osmandamentos e preceitos do Senhor.  &lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt; E não tinhamfilhos, porque Isabel era estéril, e ambos eram avançados em idade. &lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt; E aconteceu que, exercendo ele o sacerdócio diante deDeus, na ordem da sua turma,  &lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt; Segundo o costumesacerdotal, coube-lhe em sorte entrar no templo do Senhor paraoferecer o incenso.  &lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt; E toda a multidão do povo estavafora, orando, à hora do incenso.  &lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt; E um anjo do Senhorlhe apareceu, posto em pé, à direita do altar do incenso.  &lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt;E Zacarias, vendo-o, turbou-se, e caiu temor sobre ele.  &lt;sup&gt;13&lt;/sup&gt;Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foiouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhe porás onome de João.  &lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt; E terás prazer e alegria, e muitos sealegrarão no seu nascimento,  &lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt; Porque será grandediante do Senhor, e não beberá vinho, nem bebida forte, e serácheio do Espírito Santo, já desde o ventre de sua mãe.  &lt;sup&gt;16&lt;/sup&gt;E converterá muitos dos filhos de Israel ao SENHOR seu Deus,  &lt;sup&gt;17&lt;/sup&gt;E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converteros corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dosjustos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto.  &lt;sup&gt;18&lt;/sup&gt;Disse então Zacarias ao anjo: Como saberei isto? pois eu já souvelho, e minha mulher avançada em idade.  &lt;sup&gt;19&lt;/sup&gt; E,respondendo o anjo, disse-lhe: Eu sou Gabriel, que assisto diante deDeus, e fui enviado a falar-te e dar-te estas alegres novas.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;OAnúncio a Maria&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;No sexto mês, foi o anjoGabriel enviado, da parte de Deus, para uma cidade da Galiléia,chamada Nazaré,  &lt;sup&gt;27&lt;/sup&gt; a uma virgem desposada com certohomem da casa de Davi, cujo nome era José; a virgem chamava-seMaria.  &lt;sup&gt;28&lt;/sup&gt; E, entrando o anjo aonde ela estava, disse:Alegra-te, cheia de graça! O Senhor é contigo.  &lt;sup&gt;29&lt;/sup&gt; Ela,porém, ao ouvir esta palavra, perturbou-se muito e pôs-se a pensarno que significaria esta saudação.  &lt;sup&gt;30&lt;/sup&gt; Mas o anjo lhedisse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus.  &lt;sup&gt;31&lt;/sup&gt;Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelonome de Jesus.  &lt;sup&gt;32&lt;/sup&gt; Este será grande e será chamado Filhodo Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; &lt;sup&gt;33&lt;/sup&gt; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seureinado não terá fim.  &lt;sup&gt;34&lt;/sup&gt; Então, disse Maria ao anjo:Como será isto, se eu não conheço homem algum?&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;É nas reações quepercebemos o estágio evolutivo de um Espírito, assim vamos analisarapenas as reações de nossos personagens:&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ao ser abordado peloanjo, narra o evangelista que Zacarias &lt;i&gt;turbou-se, e caiu temorsobre ele. &lt;/i&gt;E após Gabriel, o anjo, lhe falar sobre a gravidez deIsabel, sua esposa, e sobre a evolução do Espírito que viria aomundo como enviado de Deus, através deles, Zacarias inquiriu: &lt;i&gt;Comosaberei isto? pois eu já sou velho, e minha mulher avançada emidade.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Com Maria se deu umpouco diferente.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O mesmo Espírito,Gabriel, lhe apareceu e saudou-a. Conta-nos Lucas que ela ao ouvir asaudação, &lt;i&gt;perturbou-se muito e pôs-se a pensar no quesignificaria esta saudação. &lt;/i&gt;Do mesmo modo que com Zacarias, eleexplicou que ela iria dar à luz um filho e que ele seria chamado&lt;i&gt;Filho do Altíssimo &lt;/i&gt;e ainda comentou sobre os prodígios queele faria. Ela reagiu dizendo: &lt;i&gt;Como será isto, se eu não conheçohomem algum?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Antes de entrarpropriamente na análise do comportamento dos dois, é importantesaber um pouco sobre quem eram e em qual ambiente receberam amensagem da Espiritualidade Superior.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Zacarias era umsacerdote, ou seja, trabalhava no templo, era pessoa que cultivava asquestões espirituais e estudava a Torah. E não só isso, segundo otexto evangélico era considerado um justo, e além de estudar,seguia de modo irrepreensível os mandamentos e estatutos de Deus.Informa-nos ainda Lucas, que era de idade avançada, o que significaque tinha amadurecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Em que ambiente estavaquando recebeu a mensagem? No templo, no Santuário do Senhor;realizava o ofício de queimar o incenso. Podemos dizer em linguagemmoderna e espírita, que estava num serviço espiritual em comunhãocom os Espíritos e diz o texto evangélico que as pessoas que oaguardavam do lado de fora estavam em oração. É como se eleestivesse numa mesa mediúnica, e os que estavam na assistênciaorassem mantendo a vibração e auxiliando-o em seus trabalhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Neste ambiente devibrações elevadas, e sendo ele já experiente no serviço e demoral elevada, seria muito natural uma manifestação espiritual comoa que aconteceu, mesmo assim, apesar de todo o seu preparo e tambémdo ambiente, quando a manifestação aconteceu ele teve medo: &lt;i&gt;caiutemor sobre ele. &lt;/i&gt;E teve mais, ele ficou cético, não acreditouno que o anjo lhe falava e pediu um sinal, uma prova: &lt;i&gt;Como sabereiisto?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Maria por sua vez erauma adolescente. Não sabemos bem a sua idade, mas muitoprovavelmente tinha entre doze e quatorze anos. Ou seja, pelo menosem matéria de idade não tinha grande amadurecimento e preparo. Oevangelista não diz onde ela estava, mas provavelmente estava emcasa, onde habitualmente não é comum a manifestação de Espíritos.Mesmo assim o anjo se manifesta, era natural que ela também seperturbasse, e foi o que aconteceu. Entretanto, o redator bíbliconos informa que ela &lt;i&gt;pôs-se a pensar no que significaria estasaudação, &lt;/i&gt;o que podemos depreender que apesar da perturbaçãoter sido grande, diz o texto que &lt;i&gt;perturbou-se muito&lt;/i&gt;, elaequilibrou-se rápido pois exerceu uma ação que só quem estásenhor de si assim faz, &lt;i&gt;pôs-se a pensar. &lt;/i&gt;No momento do susto,quem está sob o impacto do medo não pensa, reage simplesmente. Elateve tranquilidade, oxigenou o cérebro, e buscou compreender oporquê daquela saudação. Como era natural, o anjo a orientou quenão temesse, o mesmo já havia acontecido com o marido de sua prima,todavia ela surpreendeu até mesmo o Mensageiro do Senhor, pois otexto não fala que ela temeu, e após a exposição de Gabriel sobrea gravidez maravilhosa por que ela passaria, o que seria mais ummotivo de apreensão, ela ao contrário de Zacarias, creuimediatamente, e se inquiriu o anjo a respeito não foi pedindo-lheprovas, mas buscando entender como se daria o processo já que nãotivera relações com nenhum homem. &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O texto é claro: &lt;i&gt;Comoserá isto, se eu não conheço homem algum? &lt;/i&gt;A partir do momentoem que ela pergunta &lt;i&gt;como será isto…? &lt;/i&gt;É porque já admitiao fato, sua fé já lhe abastecera, porém ela quis saber mais jáque não tivera contato sexual com seu noivo. Podemos com segurançadizer que o que Maria teve foi muita lucidez e naquele momento elapraticou o que Kardec dezenove séculos depois chamaria de féraciocinada, ela não creu de forma cega, mas tendo a confiançasuperior, raciocinou, inquiriu e aprofundou seu estado intuitivo.Mostrou que já tinha vindo preparada para sua missão e que era umEspírito superior, acima da média, até mesmo de Zacarias quetambém fora preparado no plano espiritual, que também era de boacondição moral, mas em quem o nível de esquecimento era maiordevido sua menor condição em relação a Maria. &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;E consumando suaatitude de fé, pois como falaria mais tarde Tiago,&lt;i&gt; a fé, se nãotiver as obras, é morta em si mesma&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="en-US"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;,&lt;/i&gt;pôs-se a serviço em nome de Deus dando para todos nóssignificativo exemplo: &lt;i&gt;Eu sou a serva do Senhor; faça em mimsegundo a tua palavra.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4sym" name="sdfootnote4anc"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Lucas, 1: 5 a 19&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Lucas, 1: 26 a 34&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; Tiago, 2: 17&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote4"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4anc" name="sdfootnote4sym"&gt;4&lt;/a&gt; Lucas, 1: 38&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-1334881050745324619?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/1334881050745324619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=1334881050745324619' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1334881050745324619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1334881050745324619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/01/maria-educadora-de-jesus-continuacao.html' title='Maria a Educadora de Jesus: Continuação...'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-280927820688883679</id><published>2012-01-23T08:32:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T11:17:09.382-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://amigoespirita.ning.com/video/trabalhadores-da-ultima-hora-afonso-chagas-correa" target="_blank"&gt;Click aqui e Assista o Seminário Trabalhadores da Última Hora&amp;nbsp; com Afonso Chagas&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-280927820688883679?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/280927820688883679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=280927820688883679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/280927820688883679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/280927820688883679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/01/seminario-trabalhadores-da-ultima-hora.html' title=''/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-2354315952049070338</id><published>2012-01-17T11:13:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T11:13:43.925-08:00</updated><title type='text'>Jonh Hus o Mártir</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="269" mozallowfullscreen="" src="http://player.vimeo.com/video/32173374?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/32173374"&gt;John Hus - o Mártire&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/feeak"&gt;FEEAK - Frat. de Est. Espíritas&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-2354315952049070338?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/2354315952049070338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=2354315952049070338' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/2354315952049070338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/2354315952049070338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/01/jonh-hus-o-martire.html' title='Jonh Hus o Mártir'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-7379588331191499043</id><published>2012-01-17T09:59:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T10:03:23.329-08:00</updated><title type='text'>Maria a Educadora de Jesus - Jesus Precisava Ser Educado? (continuação)</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Humberto de Campos,este excelente repórter do Mundo Invisível nos conta que:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Desde os mais tenros anos,quando [Maria] o conduzia [Jesus] à fonte tradicional de Nazaré,observava o carinho fraterno que dispensava a todas as criaturas.Frequentemente, ia buscá-lo nas ruas empedradas, onde a sua palavracarinhosa consolava os transeuntes desamparados e tristes. Viandantesmisérrimos vinham a sua casa modesta louvar o filhinho idolatrado,que sabia distribuir as bênçãos do Céu. Com que enlevo recebia oshóspedes inesperados que suas mãos minúsculas conduziam àcarpintaria de José!… Lembrava-se bem de que, um dia, a divinacriança guiara a casa dois malfeitores publicamente reconhecidoscomo ladrões do vale de Mizhep. E era de ver-se a amorosa solicitudecom que seu vulto pequenino cuidava dos desconhecidos, como se fossemseus irmãos.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Desculpem-nos repetir,mas é importante para nossas reflexões, como deve ter sidodesafiadora a tarefa de Maria de educar um filho que desde criançaera um sensacional educador…&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Normalmente os paistransmitem a seus filhos seus traumas particulares, suas angústias,seus fracassos, seus medos. Teria Maria estes sentimentos? Teria elapassado isto para Jesus? &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;À primeira perguntapodemos responder que é bem provável que teria, ela era uma mãegenial, todavia não estava isenta de conflitos como podemos notar naliteratura que temos analisado. Quanto à segunda, é mais difícilde saber a resposta, talvez em alguns momentos tenha até se mostradoapreensiva diante de seu filho, porém é certo que ela sabia e bemadministrar suas emoções, o que é uma das tarefas mais complexaspara o homem comum e que mais distinguem aqueles que se destacam naarte de educar.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Retomaremos esteassunto mais adiante.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Temos feito algumascolocações baseadas em alguma literatura consultada, masprincipalmente nas anotações dos evangelistas. E a partir destasreflexões chegamos à conclusão que Maria não era nem insegura enem superprotetora, dois sentimentos, diga-se de passagem, queperturbam e muito o processo educacional, era intrépida e destemida.Por que assim dizemos?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A insegurança naeducação gera a superproteção, ambas são consequências dotemor, do receio diante do perigo; a mãe de Jesus podia, como jádissemos, ter tido alguns momentos de apreensão, todavia não erasua característica o medo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Além da passagem dacrucificação de Jesus, já citada, há outras que podem nos ajudarnesta conclusão.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Infelizmente como érara a literatura a respeito e o próprio Evangelho fala pouco sobreela, às vezes depreendemos nossas conclusões a partir das atitudesde Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Quem é educado numambiente de superproteção raramente se sai bem diante dos desafiosda vida. As primeiras adversidades têm a função de preparar acriatura para adversidades maiores que virão, ninguém podeevitá-las; nem a mãe pode, nem mesmo nenhum educador. Como oorganismo que reage positivamente a uma enfermidade através de seumecanismo de defesa, e assim é fortalecido seu sistema imunológico,as contrariedades fortalecem o nosso Espírito para os desafios que avida nos propõe como num processo de recomposição de nossaestrutura íntima.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Se Maria fosse insegurae superprotetora jamais Jesus conseguiria dar bom termo à suamissão. Ela deve ter incentivado-o desde criança a superar todos osobstáculos, a jamais temê-los. Se ela desde a infância não oensinasse a perseverança, a nunca desistir de seus objetivos, aterminar tudo o que começou, é bem provável que ele no momentosupremo, o da crucificação, desistisse e realmente apelasse paraque o Pai enviasse &lt;i&gt;mais de doze legiões de anjos&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;para socorrê-lo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Aqui é importantelembrar que Jesus enfrentava as situações, as classes dominantes, ahipocrisia, o falso moralismo, tocava em pontos de alta significaçãopara a alma, numa sociedade presa a antigas tradições e que puniaseveramente quem os contrariava. Em síntese Jesus tinha grandecoragem e se é lógico que isso era fruto de sua evoluçãoespiritual, não é menos verdade que sua educação deve tercontribuído para esta realidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;(Continua...) &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; &lt;span lang=""&gt;(XAVIER/Humberto de Campos 1982), Cap. 30&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Cf. Mateus, 26: 53&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-7379588331191499043?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/7379588331191499043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=7379588331191499043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7379588331191499043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7379588331191499043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/01/maria-ecuadorda-de-jesus-jesus.html' title='Maria a Educadora de Jesus - Jesus Precisava Ser Educado? (continuação)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-7594541232772600704</id><published>2012-01-09T11:37:00.000-08:00</published><updated>2012-01-09T11:37:38.223-08:00</updated><title type='text'>Maria a Educadora de Jesus 2ª Parte</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 10pt; text-align: left; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 10pt; text-align: left; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 10pt; text-align: left; }p { margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 0); text-align: left; }p.western { font-family: "Times New Roman",serif; font-style: italic; }p.cjk { font-style: italic; }p.ctl { font-size: 12pt; font-style: italic; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Sobreeste assunto há algumas reflexões que devem ser feitas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Jesusprecisava ser educado? Precisava que alguém lhe ensinasse algumacoisa ou já sabia tudo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Esteé mais um desafio em nossa tarefa de compreender o Mestre maior.Sinceramente penso que não há como responder estas e outrasquestões a respeito com certeza, é mais uma área em que o quefalarmos não passa de opinião pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Jesusé a maior expressão de amor que temos. Uma das maiorescaracterísticas daquele que ama é a capacidade que este tem deadequação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Portanto,Jesus ao vir a até nós adequou-se para que melhor pudesse cumprirsua missão. Não haveria como ele nos ensinar algo se assim nãotivesse feito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Assim,para que pudesse ter autoridade fez-se como habitante comum de nossoorbe, restringiu-se para que melhor pudesse servir. Pelo quedepreendemos de nossos estudos trata-se de uma restrição que fez deforma consciente e espontânea, e não por imposição. O quesignifica que a qualquer momento que quisesse poderia retomar suaspossibilidades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Assim,tinha um corpo semelhante ao nosso, não fluídico como chegaram asupor, entretanto era um corpo mais perfeito que o habitual doshabitantes de nosso orbe. Ele não adoecia, tinha uma memóriaprofunda, podia se tornar visível e invisível quando quisesse etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Compreendemosentão, que Jesus foi um menino como qualquer outro, teve infância,adolescência e tudo mais, todavia foi especial porque era especial,tinha uma evolução espiritual que nos escapa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Destemodo era natural alguém lhe ensinar as primeiras lições, todaviaeste aprendizado era mais que uma recordação, ele sabia em seucoração e em seu espírito. Era apenas um despertar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Dizemos que estudam a respeito de educação que educar é tirar doeducando aquilo que ele já possui, e com Jesus isto foi ainda muitomais claro, ela já possuía todas as virtudes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Educaruma criança é tarefa complexa, talvez seja a mais importante edifícil que temos, imagine então, ter a missão de educar Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Elesurpreendia seus pais a toda hora. Talvez a maior missão destes erarealmente não atrapalhar o seu desenvolvimento, e podemos dizer comsegurança, que apenas isto, não atrapalhar, já era uma missãodesafiadora.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Narra-noso evangelista, que&lt;i&gt; Jesus crescia em sabedoria, em estatura e emgraça diante de Deus e diante dos homens.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Éde grande profundidade esta citação. Mostra-nos que Jesus fora umacriança que cresceu naturalmente como qualquer outra e que issoaconteceu aos olhos de todos com quem convivia. Que ele recebiainformações, porém não as guardava somente no campo intelectual,as transformava em &lt;i&gt;sabedoria &lt;/i&gt;pela aplicação do que“aprendia”. E isto fazia de maneira completa, &lt;i&gt;diante de Deus,&lt;/i&gt;observando a sua Lei, &lt;i&gt;e diante dos homens &lt;/i&gt;convivendo comtodos, auxiliando, compreendendo, aproximando cada um do Pai, o queEle sabia ser uma necessidade de todos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Kardecnos ensinou que educação é a &lt;i&gt;arte de formar os caracteres&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;,&lt;/i&gt;o que ele definiu como educação moral. Esta é a que todosprecisamos, é o maior objetivo para vida de cada um. Podemos afirmarcom segurança que sob esta ótica Jesus foi um emérito educadordesde criança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Nãofoi o que ele fez quando aos doze anos foi encontrado por seus paisentre os doutores no Templo? Não foi o que, invertendo os papeis,fez com José e Maria quando os levou à reflexão dizendo: &lt;i&gt;Nãosabeis que devo me ocupar com as coisas de meu Pai?&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;Continua... &lt;/div&gt;&lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Lucas, 2: 52&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;span lang=""&gt; KARDEC, Allan. &lt;/span&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;i&gt;O Livro dos Espíritos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=""&gt;. 50ª ed. Rio de Janeiro, FEB, 1980&lt;/span&gt;, questão 685, comentários.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; Lucas, 2: 49&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-7594541232772600704?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/7594541232772600704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=7594541232772600704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7594541232772600704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7594541232772600704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/01/maria-educadora-de-jesus-2-parte.html' title='Maria a Educadora de Jesus 2ª Parte'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-5539208055518028444</id><published>2012-01-04T04:33:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T04:40:00.227-08:00</updated><title type='text'>Resposta a um Protestante a Respeito da Reencarnação</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Querido irmão, Paz emCristo,&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Você me questionasobre a teoria da reencarnação, dizendo que ela não temfundamentação bíblica, e que se esta palavra não está na Bíblia,que é o Livro dos livros, é porque ela não é uma realidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Antes de propriamentete responder gostaria de esclarecer que a palavra reencarnação éum neologismo, e que eu saiba criado no século XIX de nossa era,portanto, sendo o último livro da Bíblia escrito nos fins do sec.I, não há mesmo a possibilidade de sua presença na Bíblia.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Entretanto é precisoconsiderar que a ideia da reencarnação é mais antiga do que aBíblia. No grego existe uma palavra,&lt;i&gt; paliggenesia, &lt;/i&gt;queexpressa o mesmo conceito, o de nascer de novo; e &lt;i&gt;paliggenesia &lt;/i&gt;temna Bíblia, cf. Mateus, 19: 28, Tito, 3: 5. Porém, os tradutorestradicionais deram a ela o sentido de regeneração, o que é apenasum dos objetivos da reencarnação.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Todavia, para teresponder sobre esta questão eu vou usar de um argumento que não éoriginal, vou me inspirar em um pastor protestante, que é lógico,não defende a reencarnação, mas me deu argumentos para teresponder.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Eu o questionei sobre aquestão da “trindade”. Disse a ele que vocês dizem que nãotendo a palavra reencarnação na Bíblia, é porque ela não é umarealidade. Entretanto, a palavra “trindade” também não existeno Texto Sagrado, e mesmo assim, é defendida por todos cristãosligados ao protestantismo. E daí, é preciso ou não estar na Bíbliapara ser verdade?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ele me respondeudizendo que na realidade a palavra “trindade” não se encontra naBíblia, porém o ensinamento dela sim.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;É engraçado esteargumento, quando interessa se tira da letra o espírito, quando não,não tira e interpreta-se a “Palavra” em sua literalidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Portanto, me acho nomesmo direito, e te digo:&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;“A palavrareencarnação não está na Bíblia, porém o seu ensinamento está,Ok?”&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;E digo mais, se oensinamento da reencarnação não existisse na Bíblia, ela teriaque ser reescrita, pois estaria incompleta.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Sei você acha umabsurdo eu dizer isso, mas é uma realidade. Vejamos por que.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Todas as religiõesconcordam que Deus é amor, que Ele é Perfeição e Bondade em grauSupremo. Acho que nenhum de nós tem dúvida quanto a isso. Porém tedigo, só o Espiritismo prova isso através da Lei da reencarnação.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Caro amigo, você achajusto que uma criança nasça com deficiência física, faltando àsvezes um braço ou uma perna, ou cega, ou deficiente mental enquantotantas outras nasçam perfeitas, saudáveis e felizes?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ou ainda, que uma nasçafilha de um traficante, e que viva no meio do crime, enquanto outrafilha de um pastor evangélico. Qual das duas vai ter maiorfacilidade de ter uma vida moral ajustada ao bem e ser praticante doEvangelho? Eu sei que a filha do criminoso também pode se revelaruma ótima pessoa cristã, porém, será que as oportunidades dasduas são iguais?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Digo ainda, se umacriança nasce, e morre dias depois,  ela vai para o inferno ou parao céu? Será justo ela ir para o inferno? Creio que não e nãoprecisa nem explicar o porquê. Todavia, será justo ela ir para océu, e nós para chegarmos lá termos que sofrer tanto comosofremos? &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Querido, só a Lei dareencarnação soluciona estes problemas, não há outra soluçãomelhor para esta equação, pelo menos que eu saiba.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Não quero me estendermuito nesta resposta, senão você não vai nem lê-la, e aíperde-se o objetivo deste texto, mas preciso dar pelo menos mais doisargumentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Não pode um castigoser maior do que a culpa, nem um efeito ilimitado ser gerado por umacausa limitada. Trocando em miúdos, não pode uma vida limitada emanos, seja ela de 60, 70, 80, ou 90 anos, gerar uma felicidade outristeza pela eternidade, isto não tem a mínima lógica, é sópensar um pouco.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Outro ponto em queconcordamos, é que Deus é Onisciente, ou seja, que Ele sabe tudo,do que aconteceu, do que acontece, e do que ainda vai acontecer. Daípodemos deduzir, se Deus sabe tudo, quando ele cria um espírito, umaalma, ou um homem, como queira, Ele já sabe no mesmo instante seeste filho seu irá se salvar ou não. Portanto, seria um ato de amorde sua parte criar um homem sabendo com certeza que ele iria para oinferno eterno? Você pode argumentar que Deus dá o livre arbítrio,que se o homem não se salvou é culpa dele, e não de Deus. Concordotambém com isso, porém o  caso aqui é outro; Deus mesmo dando aliberdade e a oportunidade de todos se salvarem Ele sabe com certezase cada um de nós vai ou não se salvar. Se não for assim, Ele nãoé Deus que sabe tudo; e aí, seria humano - e veja que Deus não éhumano é muito mais que isso - criar um filho já sabendo de suaperda?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Talvez você estejapensando em me dar aquele famoso xeque-mate contido em &lt;i&gt;Hebreus, 9:27:&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;E, assim como aos homens estáordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Fique sabendo você queeste texto não é mais nenhum xeque-mate, é apenas um xeque, emuito fácil de ser defendido.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Eu mesmo já escrevivárias vezes comentários sobre este versículo, um deles está noblog &lt;a href="http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/search?q=hebreus%2C+9%3A+27" target="_blank"&gt;Espiritismo e Evangelho&lt;/a&gt;. Porém aqui para não nos estendermosmuito vou dizer apenas que a Bíblia está correta. O homem morreapenas uma vez, pois quem reencarna é o espírito do homem. Vouexplicar melhor.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O Espiritismo explicaque o homem é um Ser trino, isto é composto de Espírito, corpoespiritual&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;,e corpo material.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Quando desencarnamos,ou morremos como dizem vocês, o corpo material é que morre, oespírito vai para o mundo espiritual com seu corpo espiritual.Quando reencarna este espírito toma outro corpo material, formandoassim outro homem. Portanto, cada homem morre uma só vez mesmo.Analise o contexto da Carta aos Hebreus, nela o autor não estápreocupado com este tema, o dos ciclos palingenésicos, o que elequer mostrar é a grandeza do Sacerdócio de Cristo, e o que ele fazcom este versículo é apenas uma metáfora para explicar sobre asalvação.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Bom, mas eu não possoterminar esta resposta sem mostrar onde é que na Bíblia contem oensino da reencarnação.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Existe em várioslivros, todavia vou te mostrar apenas dois que penso seremsuficientes.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Na passagem da conversade Jesus com Nicodemos ele fala em “nascer de novo”. Vocês têminterpretado isto como sendo o batismo e que após ele nasce uma NovaCriatura. Seria este o “nascer de novo” dito por Jesus. Confessoque isto não está errado, o versículo trata disso também, e essaparte é muito importante, não a do batismo, mas a de tornar-se umaNova Criatura. Não estou com isso desrespeitando a ideia do batismo,todas as manifestações religiosas têm a sua importância, estouapenas priorizando a essência.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Jesus fala em “nascerda carne” em relação com “nascer da água”, e para isso eleusa a palavra &lt;i&gt;gennao &lt;/i&gt;que quer dizer ser nascido, serprocriado, ser gerado. Portanto, é reencarnar e através dareencarnação se purificar, se transformar e nascer do espírito.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Todavia há umapassagem mais clara do que esta, é aquela em que Jesus diz que JoãoBatista é o Elias que havia de vir.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Preste atenção nestetexto:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Mateus,17:10-13 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;10&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Por que dizem, então,os escribas que é mister que Elias venha primeiro?  &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;11&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro erestaurará todas as coisas.  &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;12&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;,mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles tambémpadecer o Filho do Homem.  &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;13&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Então, entenderam osdiscípulos que lhes falara de João Batista&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ora, me desculpe, mas oversículo é claro; João Batista era Elias, e se era Elias em outrocorpo, pois todos conheciam João, sua mãe, e a história de seunascimento, é porque era Elias reencarnado. E quem disse isso nãofui eu, foi Jesus, e Jesus você sabe, não mente.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Querido irmão, talveznem assim, você se convença. Não tem problema, continue fazendo obem e amando seu semelhante; divulgando a Bíblia este livromaravilhoso e tornando-se melhor a cada instante. Este é o objetivoda vida, e esta é a verdade que liberta. E lembre, ela, areencarnação, não está em desacordo nem com a moral cristã e nemcom a Lei de Deus; daí não ser pecado, pense nela como uma coisapossível, talvez na próxima encarnação você aceite melhor estaideia.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Um abraço fraterno.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt;&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Cf. I Coríntios, 15: 40&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-5539208055518028444?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/5539208055518028444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=5539208055518028444' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5539208055518028444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5539208055518028444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2012/01/resposta-um-protestante-respeito-da.html' title='Resposta a um Protestante a Respeito da Reencarnação'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-6132454347419876472</id><published>2011-12-26T12:35:00.000-08:00</published><updated>2011-12-26T12:35:07.839-08:00</updated><title type='text'>Laodicéia, a Comunidade Cristã do Fim dos Tempos</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="Citaoversculo" style="margin: 0cm 0cm 4pt 4cm;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-language: HE;"&gt;&lt;em&gt;Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt; Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente!&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;16&lt;/sup&gt; Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;17&lt;/sup&gt; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;18&lt;/sup&gt; Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;19&lt;/sup&gt; Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;20&lt;/sup&gt; Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;21&lt;/sup&gt; Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;sup&gt;22&lt;/sup&gt; Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: HE;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: HE; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;em&gt;[1]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-language: HE;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="mso-element: footnote-list;"&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;em&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 4pt;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;HumstSlab712 BT&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;HumstSlab712 BT&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; Apocalipse, 3: &lt;metricconverter productid="14 a" w:st="on"&gt;14 a&lt;/metricconverter&gt; 22&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A igreja de Laodicéia merece de nossa parte, Cristãos de hoje, um estudo es-pecial realizado com muito carinho e atenção. Não que ela tenha sido melhor do que as outras, pelo contrário, ela foi a única à qual o Senhor como o autor espiri-tual do Apocalipse não teceu nenhum elogio. Esta comunidade só recebeu por parte dele, nestas cartas materializadas pelo apóstolo João, reprimendas; apesar Dele o fazer com muito amor é o que se destaca de Suas observações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que alguns estudiosos viram nestas sete comunidades escolhidas para sim-bolizar a totalidade do cristianismo, sete fases distintas da Igreja cristã, em que Laodicéia sendo a última representa a que se manifestaria no fim dos tempos, isto é, nos dias atuais da grande transição planetária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, nós somos Laodicéia hoje, e se a observação para todas as sete de-vem ser por nós ponderadas e avaliadas com muita atenção, muito mais esta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etimologicamente Laodicéia significa “justiça do povo” ou “julgamento do povo”, o que expressa bem o juízo consciencial que é realizado por cada um nos dias finais de qualquer fase da vida, e muito mais num sentido geral nestes úl-timos dias de um ciclo evolutivo e de transição global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia alguns, apesar de minoria, leem também no nome desta cidade “o povo que julga”, e aí começam as complicações; é quando entendemos que de-vemos tomar a direção do processo evolutivo de alguém ou de uma situação no lugar de Deus realizando o que só a Ele cabe. Neste passo pensamos estar acima do bem e do mal podendo legislar com segurança. Há de termos cuidado, pois podemos fazer aí uma analogia com a situação de Adão e Eva que resolveram contra as determinações divinas se alimentarem do fruto da ciência do bem e do mal e se desviaram do caminho. Neste instante em que desejamos fazer a nossa vontade e não a de Deus corremos o perigo de novas quedas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade recebeu este nome em substituição a Dióspolis que era o nome an-terior, que significava “cidade de Deus” em homenagem a Zeus e Júpiter prin-cipais divindades locais; Laodicéia homenageia a Laodice, esposa de Antíoco II Theos e mãe de Seleuco II, da dinastia dos reis selêucidas da Síria que, então, dominava o povo àquele tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o professor Rodrigo Silva o nome não foi a princípio bem aceito, já que a esposa do rei não era bem conceituada entre a população e também por-que isto podia levar ao abandono das divindades em favor da figura Antíoco II Theos, o novo rei, em cujo nome existia um trocadilho que tanto podia signifi-car "o opositor de Deus" quanto "o deus opositor". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja como for o nome que a referenciava como “metrópole de Laodice” foi o que permaneceu, priorizando os interesses do mundo em relação às questões espirituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificando assim esta nova realidade, na cidade foram feitas construções de grande porte com arquitetura refinada e com a nova administração a cidade se tornou rica e próspera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laodicéia situava-se na Frígia numa montanha que dava para um vale fértil, nas proximidades do rio Lico o que a colocava em uma situação privilegiada. O local era servido por um cruzamento de estradas importantes o que fazia desta cidade um destaque como rota comercial. Era como se ela fosse uma alfândega que cobrava impostos pelas mercadorias transitadas no local. Como parte des-tes impostos ficava em seu próprio caixa, ela podia investi-los e continuar cres-cendo economicamente. Desta forma tornou-se a mais rica metrópole da região, possuindo um importante centro bancário especializado em câmbios de ouro e moedas estrangeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro destaque da cidade era que nela se situava uma das maiores escolas de medicina do mundo antigo. Sua fama se dava pela cura de olhos realizadas no local a partir de um colírio à base de alume ou sulfato que existia na região. O que fazia que ela fosse visitada por pessoas de todo império para tratar com seus médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sob o ponto de vista econômico ela obtinha excelente renda como cen-tro têxtil que era por produzir e exportar tecidos finos principalmente à base de uma lã obtida a partir da criação de um raro carneiro negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor do Apocalipse contrasta esta prosperidade material com sua pobreza espiritual. Apesar do centro bancário, da medicina que curava olhos e de sua importante indústria têxtil ele diz que seu povo era infeliz justamente por ser miserável, pobre, cego e nu .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha ainda a cidade representante de nossa comunidade cristã atual, muitos chafarizes a ornamentá-la, eram lindas obras de arte que faziam parte de seu conjunto arquitetônico bem ao estilo greco-romano; porém qualquer pessoa que menos avisada fosse beber sua água se surpreendia com seu gosto ruim. Pode-ríamos compará-las com aquela classe de pessoas a que se refere o Mestre como belas por fora e podres em sua essência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que como foi dito anteriormente, por ser rica em sulfato do qual se fabrica-va o colírio bom para as vistas, este mesmo produto contaminava seus lençóis freáticos tornando a água de suas fontes salobra. E por ser também uma região vulcânica estas mesmas águas eram aquecidas tornando-se mornas e inapropri-adas ao consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estaria aí a fonte da clássica observação do Enviado Celeste fazendo uma a-nalogia com a conduta repreensível da comunidade local de que ela não era nem fria e nem quente, e que sendo morna seria vomitada de Sua boca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisemos todas estas informações e outras que possam surgir conjuguemo-las com nossa situação atual quando nos dizemos trabalhadores de Cristo, e busquemos nas orientações dadas pelo Messias a esta comunidade pontos de reflexão indutores de mudança e transformação moral para todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia o texto completo no Site &lt;a href="https://sites.google.com/site/espiritismoeevangelho/evangelho-como-porque-e-para-que-estuda-lo/laodiceia-a-comunidade-crista-do-fim-dos-tempos"&gt;Espiritismo e Evangelho&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-6132454347419876472?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/6132454347419876472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=6132454347419876472' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6132454347419876472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6132454347419876472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/12/laodiceia-comunidade-crista-do-fim-dos.html' title='Laodicéia, a Comunidade Cristã do Fim dos Tempos'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-4308709399553707593</id><published>2011-12-19T04:53:00.001-08:00</published><updated>2011-12-19T04:53:48.350-08:00</updated><title type='text'>O Trabalho da Mãe de Jesus no Plano Espiritual (continuação)</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 10pt; text-align: left; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 10pt; text-align: left; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 10pt; text-align: left; }p { margin-bottom: 0cm; color: rgb(0, 0, 0); text-align: left; }p.western { font-family: "Times New Roman",serif; font-style: italic; }p.cjk { font-style: italic; }p.ctl { font-size: 12pt; font-style: italic; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal; margin-bottom: 0.14cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Mariadirige no Plano Espiritual várias organizações de socorro aosnecessitados. No livro &lt;i&gt;Memórias de um Suicida&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;de autoria do Espírito Camilo Castelo Branco através da médiumYvonne do Amaral Pereira, é-nos relatado o socorro realizado aosEspíritos que praticaram o autoextermínio pela &lt;i&gt;Legião dosServos de Maria.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Trata-sede uma Legião de Espíritos dirigidos pelo Nobre Espírito Maria quetem por finalidade socorrer aqueles que abreviaram voluntariamente asua vida e por isso padecem atrozes dores no Mundo Espiritual. Háentre os servidores da Mãe do Senhor disciplina e amor no auxílio aestes que sem dúvida são grandes necessitados de socorroespiritual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Dá-nosa conhecer ainda, este autor espiritual português, outrasorganizações chefiadas por este angelical Espírito como o HospitalMaria de Nazaré e a Mansão da Esperança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Outrascitações poderíamos fazer para falar do trabalho da Rosa de Nazaréno Mundo do Espírito, entretanto, para encerrar estas singelaslinhas sobre seu trabalho no sentido de apascentar as ovelhas de SeuFilho amado gostaríamos apenas de citar a referência de André Luizàqueles que em prece pedem o socorro da Senhora dos Anjos para oalívio de seu coração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Narra-noseste querido mentor estudando os processos de intercessão no Mundoda Verdade que &lt;i&gt;certa matrona chorava &lt;/i&gt;com paciência e dejoelhos diante de seu oratório particular quando seu orientadorsugeriu-o acompanhar as vibrações mentais da irmã em súplica:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(…)postar-nos-emos na retaguarda, de modo a não a incomodar com a nossapresença. E, envolvendo-a nas  vibrações de nossa simpatia,assimilar-lhe-emos a faixa mental, percebendo, com clareza, asimagens que ela cria em seu processo pessoal de oração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Obedecemosmaquinalmente e, de minha vez, à medida que concentrava a atençãonaquela cabeça grisalha e pendente, mais se alterava o estreitoespaço do nicho aos meus olhos...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Poucoa pouco, qual se emergisse da parede lirial, linda tela se medesdobra à visão, tomada de espanto. Era a reprodução viva daformosa escultura de Teixeira Lopes&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;, representando a Mãe Santíssima chorando o Divino Filho morto... Eas frases inarticuladas da veneranda irmã em prece ressoavam-me nosouvidos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;-"Mãe Santíssima, Divina Senhora da Piedade, compadece-te demeus filhos que vagueiam nas trevas!... Por amor de teu filhosacrificado na cruz, ajuda-me o espírito sofredor para que eu possaajudá-los...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Bemsei que por sinistro apego às posses materiais, não vacilaram emabraçar o crime.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Emverdade, Senhora, são eles homicidas infortunados que a justiçaterrestre não conheceu... Por isso mesmo, padecem com maisintensidade o drama das próprias consciências, enleadas àculpa...”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Nesseponto da petição, Silas tocou-nos, de leve, os ombros,convidando-nos ao ensinamento devido e explicou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;-É uma pobre mãe desencarnada que roga pelos filhos transviados nassombras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Invocaa proteção de nossa Mãe Santíssima, sob a representação deSenhora da Piedade, segundo a fé que o seu coração pode, porenquanto, albergar, no âmbito das recordações trazidas do mundo...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;-Isso quer dizer que a imagem de nossa visão...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Estaobservação ficou, porém, no ar, porque Silas completou, presto:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;-É uma criação dela mesma, reflexo dos próprios pensamentos comque tece a rogativa, pensamentos esses que se ajustam à matériasensível do nicho, plasmando a imagem colorida e vibrante que lhecorresponde aos desejos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Erespondendo automaticamente às indagações que o problema nossugeria, continuou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;-Isso, contudo, não significa que a prece esteja sendo respondida porela mesma. Petições semelhantes a esta elevam-se a planossuperiores e aí são acolhidas pelos emissários da Virgem deNazaré, a fim de serem examinadas e atendidas, conforme o critérioda verdadeira sabedoria.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="font-style: normal; margin-bottom: 0.85cm; margin-top: 0.21cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;AHora do Ângelus&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Háentre os encarnados, principalmente os que adotam a fé católica, umimportante momento do dia - às dezoito horas, quando a suavidade doinício da noite sugere momentos de reflexão - em que têm o hábitode reverenciar a Mãe das mães.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Aliteratura espírita através da mediunidade de Yvonne do AmaralPereira&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4sym" name="sdfootnote4anc"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;nos sugere que esta reverência é fruto de um reflexo do Plano Maiorjá que na Espiritualidade muitos Espíritos também reverenciam aSanta de Nazaré neste mesmo horário.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Conta-nosCamilo Castelo Branco que:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Dotemplo, situado na Mansão da Harmonia, região onde se demoravam comfreqüência os diretores e educadores da Colônia, partia o conviteàs homenagens que, naquele momento, seria de bom aviso prestarmos àProtetora da Legião a que pertencíamos todos – Maria de Nazaré.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Pelosrecantos mais sombrios da Colônia ressoavam então doces acordes,melodias suavíssimas, entoadas pelos vigilantes. Era o momento emque a direção geral rendia graças ao Eterno pelos favoresconcedidos a quantos viviam sob o abrigo generoso daquele reduto decorrigendas, bendizendo a solicitude incansável do Bom Pastor emtorno das ovelhinhas rebeldes, tuteladas da Legião de sua Mãeamorável e piedosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Anarrativa continua na obra citada. Para nós importa comentar apenasque devido ao grande número de Espíritos encarnados e desencarnadosenvolvidos na prece neste mesmo momento, todos com a mente voltadapara uma espiritualidade edificante, cria-se no planeta uma excelentevibração onde os Espíritos trabalhadores da Seara do Cristoencontram subsídios para realizar trabalhos inimagináveis para amente do homem comum.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Liberation Serif,serif;"&gt;Assim,se possível, entremos nesta vibração coletiva do Bem buscando pelaprece trabalhar em favor de nossos irmãos mais necessitados;sabedores que, no comando desta poderosa corrente está a RosaMística de Nazaré intercedendo perante Seu Filho, o GovernadorEspiritual do Orbe, por todos agregados a esta luminosa correntezaconstrutora da Ordem Universal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="LEFT" class="western" style="font-style: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; PEREIRA, Yvonne do Amaral. &lt;i&gt;Memórias de um Suicida, Rio de Janeiro, FEB, 1955&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;António Teixeira Lopes, notável escultor português. (Nota do Autor espiritual.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; XAVIER, Francisco C./André Luiz. &lt;i&gt;Ação e Reação,&lt;/i&gt; 6&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; ed., Rio de Janeiro, FEB, 1978, cap. 11&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote4"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4anc" name="sdfootnote4sym"&gt;4&lt;/a&gt; Cf&lt;span lang=""&gt; (PEREIRA 1955)&lt;/span&gt;, 3ª Parte cap. 2&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-4308709399553707593?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/4308709399553707593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=4308709399553707593' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4308709399553707593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4308709399553707593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/12/o-trabalho-da-mae-de-jesus-no-plano.html' title='O Trabalho da Mãe de Jesus no Plano Espiritual (continuação)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-2107076818165878577</id><published>2011-12-09T04:13:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T04:15:03.406-08:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré no Plano Espiritual</title><content type='html'>&amp;nbsp;    &lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O Espiritismo comociência que estuda o plano físico e o homem, o plano espiritual eos Espíritos que o compõem, e as relações entre os dois, pôdecom autoridade nos informar a respeito das atividades do nobreEspírito Maria no Plano Espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Sabemos que quanto maiso Espírito é evoluído, mais ele trabalha no Plano Maior da Vida.Espíritos ainda materializados que somos, após o desencarnenecessitamos de um período de adaptação à nova vida, isto écomum a todos, e esta adaptação, segundo nos informam os própriosEspíritos, tem o tempo maior ou menor de acordo com a condiçãoevolutiva moral e espiritual de cada um.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Na condição medianaem que nos encontramos, mostra-nos a literatura espírita anecessidade de que o Espírito alterne momentos de trabalho commomentos de descanso, pois tendo em seu corpo espiritual, ainda,elementos materiais, mesmo que em outra dimensão, necessita derefazimento e recomposição energética. Todavia há Espíritos que,de tão grande sua evolução, jamais descansam, trabalhamininterruptamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Pelo que podemosdepreender através de nossas reflexões este é o caso de Maria deNazaré, aquela escolhida pelo Pai para ser a mãe do Espírito maisnobre que  nosso orbe já conheceu. &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;No livro &lt;i&gt;Boa Nova,&lt;/i&gt;no citado capítulo que narra sobre o seu desencarne temos que oprimeiro desejo da Mãe de Nosso Senhor após deixar o corpo físicofoi &lt;i&gt;rever a Galileia com os seus sítios preferidos&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;Bastou desejar e lá estava ela revendo o Lago de Genesaré etoda sua bela paisagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Neste instante lembroudos discípulos que eram já a este tempo perseguidos pela fúriahumana ainda dissociada do Bem, e desejou abraçá-losfortalecendo-os em suas lutas íntimas. É que já acontecia porparte das autoridades do império romano as perseguições aosseguidores de Jesus, perseguições estas que levavam os cristãosautênticos a grandes sacrifícios em favor do Evangelho. Bastou estaexpressão de sua vontade e rapidamente se viu em Roma onde noscárceres do Esquilino centenas de seguidores de Seu Filho sofriamterríveis constrangimentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Narra Humberto deCampos que imediatamente &lt;i&gt;os condenados experimentaram no coraçãoum consolo desconhecido.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;E continuando anarrativa informa-nos o cronista do Mundo Invisível:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Maria se aproximou de um aum, participou de suas angústias e orou com as suas preces, cheiasde sofrimento e confiança. Sentiu-se mãe daquela assembleia detorturados pela injustiça do mundo. Espalhou a claridademisericordiosa de seu Espírito entre aquelas fisionomias pálidas etristes.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Eram anciães que confiavamno Cristo, mulheres que por ele haviam desprezado o conforto do lar,jovens que depunham no Evangelho do Reino toda a sua esperança.Maria aliviou-lhes o coração e, antes de partir, sinceramentedesejou deixar-lhes nos espíritos abatidos uma lembrança perene.Que possuía para lhes dar? Deveria suplicar a Deus para eles aliberdade?! Mas, Jesus ensinara que com ele todo jugo é suave e todofardo seria leve, parecendo-lhe melhor a escravidão com Deus do quea falsa liberdade nos desvãos do mundo. Recordou que seu filhodeixara a força da oração como um poder incontrastável entre osdiscípulos amados. Então, rogou ao Céu que lhe desse apossibilidade de deixar entre os cristãos oprimidos a força daalegria. Foi quando, aproximando-se de uma jovem encarcerada, derosto descarnado e macilento, lhe disse ao ouvido:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;— “&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Canta, minha filha!Tenhamos bom ânimo!… Convertamos as nossas dores da Terra emalegrias para o Céu!…”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;A triste prisioneira nuncasaberia compreender o porquê da emotividade que lhe fez vibrarsubitamente o coração. De olhos extáticos, contemplando ofirmamento luminoso, através das grades poderosas, ignorando a razãode sua alegria, cantou um hino de profundo e enternecido amor aJesus, em que traduzia sua gratidão pelas dores que lhe eramenviadas, transformando todas as suas amarguras em consoladoras rimasde júbilo e esperança. Daí a instantes, seu canto melodioso eraacompanhado pelas centenas de vozes dos que choravam no cárcere,aguardando o glorioso testemunho.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Acrescenta ainda oautor espiritual que:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Logo, a caravana majestosaconduziu ao Reino do Mestre a bendita entre as mulheres e, desde essedia, nos tormentos mais duros, os discípulos de Jesus têm cantadona Terra, exprimindo o seu bom ânimo e a sua alegria, guardando asuave herança de nossa Mãe Santíssima.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;Notamosassim, que desde o primeiro momento no Plano Espiritual Maria, jáconsciente, trabalha e intercede pelos sofredores buscando aliviá-losde suas dores e angústias, sejam elas de natureza física ouespiritual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Há belíssimo poema deMaria Dolores que conta-nos com todo lirismo o socorro de Maria aoEspírito Judas Iscariotes em momentos que este sofria grave crise deconsciência.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Citamo-lo a seguir:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;RETRATO DE MÃE&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Depoisde muito tempo,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Sobreos quadros sombrios do Calvário,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Judas,cego no Além, errava solitário…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Eratriste a paisagem,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Océu era nevoento…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Cansadode remorso e sofrimento,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Sentara-sea chorar…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Nisso,nobre mulher de Planos superiores,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Nimbadade celestes esplendores,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Queele não conseguia divisar,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Chegae afaga a cabeça do infeliz.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Emseguida, num tom de carinho profundo,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Quaseque, em oração, ela lhe diz:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;— &lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Meufilho, por que choras?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Acaso,não sabeis? — replica o interpelado,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Claramenteagressivo,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Souum morto e estou vivo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Matei-mee novamente estou de pé,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Semconsolo, sem lar, sem amor e sem fé…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Nãoouvistes falar em Judas, o traidor?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Soueu que aniquilei a vida do Senhor…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Aprincípio, julguei&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Poderfaze-lo rei,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Masapenas lhe impus&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Sacrifício,martírio, sangue e cruz.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Eem flagelo e aflição&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Eisa que a minha vida agora se reduz…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Afastai-vosde mim,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Deixai-mepadecer neste inferno sem fim…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Nadame pergunteis, retirai-vos senhora,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Nadasabeis da mágoa que me agita,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Nuncapenetrareis minha dor infinita…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Oassunto que lastimo é unicamente meu…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Noentanto, a dama calma respondeu:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;— &lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Meufilho, sei que sofres, sei que lutas,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Seia dor que te causa o remorso que escutas,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Venhoapenas falar-te&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;QueDeus é sempre amor em toda parte..&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Eacrescentou serena:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;— &lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;ABondade do Céu jamais condena;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Venhopor mãe a ti, buscando um filho amado.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Sofrecom paciência a dor e a prova;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Terás,em breve, uma existência nova…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Nãote sintas sozinho ou desprezado.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Judasinterrompeu-a e bradou, rude e pasmo:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;— &lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Mãe?Não me venhais aqui com mentira e sarcasmo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Depoisde me enforcar num galho de figueira,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Paraacordar na dor,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Semmais poder fugir à vida verdadeira,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Fuiprocurar consolo e força de viver&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Aopé da pobre mãe que me forjara o ser!…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Elame viu chorando e escutou meus lamentos,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Masteve medo de meus sofrimentos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Expulsou-mea esconjuros,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Chamou-memonstro, por sinal,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Disseque eu era&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Unicamenteo Espírito do mal;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Intimou-mea terrível retrocesso,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Mandandoque apressasse o meu regresso&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Paraa zona infernal, de onde, por certo, eu vinha…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Ah!detesto lembrar a horrível mãe que eu tinha…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Nãome faleis de mães, não me faleis de amor,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Souapenas um monstro sofredor…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;— &lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Indaassim — disse a dama docemente —&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Pormais que me recuses, não me altero;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Amo-te,filho meu, amo-te e quero&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Ver-te,de novo, a vida&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Maravilhosamenterevestida&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Depaz e luz, de fé e elevação…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Viráscomigo à Terra,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Perderás,pouco a pouco, o ânimo violento,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Teráso coração&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Naságuas de bendito esquecimento.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Numanova existência de esperança,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Levar-te-eicomigo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Aremansoso abrigo,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Dar-te-eioutra mãe! Pensa e descansa!…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;EJudas, nesse instante,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Comoquem olvidasse a própria dor gigante&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Oucomo quem se desagarra&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Depesadelo atroz,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Perguntou:— quem sois vós?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Queme falais assim, sabendo-me traidor?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Soisdivina mulher, irradiando amor&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Ouanjo celestial de quem pressinto a luz?!…&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Noentanto, ela a fitá-lo, frente a frente,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Respondeusimplesmente:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;—&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Meufilho, eu sou Maria, sou a mãe de Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman,serif;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Boa Nova, cap. 30&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Idem, ibidem.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; Momentos de Ouro, cap. 3&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-2107076818165878577?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/2107076818165878577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=2107076818165878577' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/2107076818165878577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/2107076818165878577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/12/maria-de-nazare-no-plano-espiritual.html' title='Maria de Nazaré no Plano Espiritual'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-4934799923580889389</id><published>2011-12-01T03:09:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T09:32:42.084-08:00</updated><title type='text'>Centro Espírita Irmãos de Boa Vontade: Entrevista do Mês:</title><content type='html'>&lt;a href="http://irmaosdeboavontade.blogspot.com/2011/11/entrevista-do-mes.html"&gt;C. Espírita Irmãos de Boa Vontade: Entrevista&amp;nbsp; Cláudio Fajardo: Natal, família de Jesus Evangelho etc.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-4934799923580889389?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://irmaosdeboavontade.blogspot.com/2011/11/entrevista-do-mes.html' title='Centro Espírita Irmãos de Boa Vontade: Entrevista do Mês:'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/4934799923580889389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=4934799923580889389' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4934799923580889389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4934799923580889389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/12/centro-espirita-irmaos-de-boa-vontade.html' title='Centro Espírita Irmãos de Boa Vontade: Entrevista do Mês:'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-4578819877057863613</id><published>2011-11-28T14:37:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T11:37:57.097-08:00</updated><title type='text'>Quando Penso em Jesus - Cacau</title><content type='html'>&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TgSzHgYwHQo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/TgSzHgYwHQo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-4578819877057863613?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/4578819877057863613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=4578819877057863613' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4578819877057863613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4578819877057863613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/10/quando-penso-em-jesus-cacau.html' title='Quando Penso em Jesus - Cacau'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-4404143478775074680</id><published>2011-11-28T11:36:00.001-08:00</published><updated>2011-11-28T11:36:26.387-08:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação...)</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Maria e João. O Trabalho da Mãe Após o Desencarne do Filho&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Segundo a narrativa deJoão já citada neste estudo, após o momento da crucificação deJesus, o&lt;i&gt; Discípulo Amado&lt;/i&gt;, acolheu a mãe do Mestre em suacasa&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A literatura espíritaconfirma este acontecimento, porém diz que tal acolhimento não sedeu imediatamente, mas algum tempo depois.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Quem nos dá a notíciaé o Espírito Humberto de Campos através da mediunidade do cândidoChico Xavier&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Segundo este autorespiritual, após a morte de seu filho Maria foi morar na Bataneiaonde tinha alguns parentes próximos, na realidade familiares deJosé.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Em Jerusalém o climanão estava bom, cristãos e judeus viviam em luta. Mesmo entre ospróprios seguidores de Jesus haviam dissensões inadequadas; a Mãede nosso Senhor precisava de um pouco de paz para se recuperar dosmomentos dolorosos do calvário.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Passado algum tempo,João, que nunca esquecera das observações de Jesus no momento dacrucificação, aparece na Bataneia oferecendo à Mãe que aprenderaa amar, &lt;i&gt;o refugio amoroso de sua proteção&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Conta o apóstolo, quehavia se instalado em Éfeso, Cidade da Lídia, na costa ocidental daÁsia Menor&lt;i&gt;, onde as ideias cristãs ganhavam terreno entre asalmas devotadas e sinceras.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O filho de Zebedeuvinha buscá-la, &lt;i&gt;andariam ambos na mesma associação deinteresses espirituais. Seria seu filho desvelado…&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A demora em buscar aMãe Santíssima se dera devido ao fato dele não ter ainda uma casa,mesmo que simples, para acomodá-la. Tendo agora resolvido estaquestão graças à generosidade de um cristão que lhe doara umacasinha onde poderiam morar, viera rapidamente buscá-la, &lt;i&gt;iniciariamuma nova era de amor, na comunidade universal.&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Maria aceitou a ofertae se instalou junto de seu &lt;i&gt;novo&lt;/i&gt; &lt;i&gt;filho &lt;/i&gt;em Éfeso, e,além de cultivar as lembranças de Jesus, iniciaram importantetrabalho de evangelização na região. Ela atendia em sua própriacasa aos necessitados que lá iam em busca de consolo e até mesmo decura de algumas enfermidades; ele por sua vez cuidava maisespecificamente do esclarecimento evangélico comentando sobre osensinamentos recebidos de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Narra Emmanuel&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4sym" name="sdfootnote4anc"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;,que Paulo de Tarso visitou Maria nesta casinha singela e que ficouimpressionado com a sua humildade. Desejou receber dela informaçõessobre Jesus de tal modo que pudesse escrever um Evangelho contando ahistória do Mestre e ampliar seus ensinamentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Paulo não pôderealizar este desejo, entretanto, encarregou a seu amigo deconfiança, Lucas, a tarefa de realizar o projeto de escrever umEvangelho com as informações fornecidas pela mãe de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Conta-nos aindaEmmanuel que na despedida de Paulo, em Éfeso, antes de seu martírioem Jerusalém, Ela também, mesmo que em idade avançada, compareceu&lt;i&gt;para levar uma palavra de amor&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5sym" name="sdfootnote5anc"&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;a este desbravador de corações em favor do Evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O trabalho em Éfesocresce em grandes proporções o que obriga João a se ausentarrepetidas vezes da residência humilde deixando Maria muitas vezes sóno atendimento dos necessitados, ela já bem idosa não se cansa etrabalha ininterruptamente em favor dos infelizes apascentando asovelhas de Seu filho amado.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;É Humberto de Campos&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6sym" name="sdfootnote6anc"&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;quem nos informa que em seus momentos finais no corpo cansado,fisicamente estava só, mas que o próprio Jesus veio buscá-la. Elaao reconhecê-lo, com imensa alegria fez menção em ajoelhar-se aosseus pés, ele a impediu, e por sua vez foi quem ajoelhou nomeando-aconforme a vontade de Deus, Rainha dos anjos no Reino do Eterno.&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Cf. João, 19: 27&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Boa Nova, cap. 30&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; Ibidem&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote4"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4anc" name="sdfootnote4sym"&gt;4&lt;/a&gt; Paulo e Estevão, cap. 7&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote5"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5anc" name="sdfootnote5sym"&gt;5&lt;/a&gt; Ibidem&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote6"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6anc" name="sdfootnote6sym"&gt;6&lt;/a&gt; Boa Nova, cap. 30&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-4404143478775074680?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/4404143478775074680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=4404143478775074680' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4404143478775074680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4404143478775074680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/11/maria-de-nazare-educadora-de-jesus_28.html' title='Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação...)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-8275505156128709841</id><published>2011-11-16T09:49:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T09:50:31.590-08:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação)</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Maria: Mãe de Toda Humanidade&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Uma passagem doEvangelho que nos traz significativos pontos para reflexão é a dacrucificação de Jesus, mais especificamente segundo a narrativa deJoão que cita a presença da mãe de nosso Senhor no evento quemarcou os momentos finais Dele na carne.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Segundo o redator doquarto Evangelho:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Perto da cruz de Jesus,permaneciam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher deClopas, e Maria Madalena. Jesus, então, vendo sua mãe e, pertodela, o discípulo a quem amava, disse à sua mãe: “Mulher, eis oteu filho!” Depois disse ao discípulo: “Eis a tua mãe!” E apartir dessa hora, o discípulo a recebeu em sua casa.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Já de início vemos nanarrativa algo que serve para nós do sexo masculino nosenvergonharmos diante da situação. Jesus teve mais próximo de sidoze discípulos homens. Se descontarmos Judas Iscariotes que seafastou do grupo no final para entregar a Jesus, ainda restaram onze.E de todos estes seus amigos apenas João esteve presente no momentode sua crucificação. Ao contrário, muitas mulheres, também suasseguidoras, se fizeram presente no instante final, prestandosolidariedade e sofrendo junto.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Depreendemos daí, enotamos isto no dia a dia, mesmo hoje, que a mulher é muito maiscorajosa do que o homem. Há exceções, todavia, no geral, elasenfrentam certos momentos de tensão com maior superioridadeespiritual do que nós.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Cremos, sem quererfechar a questão sobre o assunto, e principalmente aqui no caso dacrucificação, que o que deu coragem a estas fieis seguidoras deJesus, foi o sentimento de amor que já possuíam como virtudeconquistada, sentimento este que na maioria das vezes têm elas maisdo que nós do sexo masculino.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Segundo a observaçãode alguns estudiosos, o oposto de amor não é ódio, e sim medo,pois o temor é paralisante, estático, enquanto amor é movimento,dinamismo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Não temos dúvida deque foi o sentimento nobre que já possuíam que deu coragem àquelasmulheres, os homens, mais afeitos ao raciocínio pensaram mais noperigo que corriam e afastaram-se.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Temos aprendido a verque entre os doze da intimidade de Jesus, João, o filho de Zebedeu,era o que tinha mais destacado o sentimento de amor. Não é outro omotivo de ser ele conhecido como o &lt;i&gt;discípulo amado. &lt;/i&gt;Nestecaso não havia nenhum privilégio, apenas cumprimento da Lei, a cadaum segundo as suas obras, aquele que mais ama é mais amado.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Assim, foi também osentimento de amor mais desenvolvido que deu coragem a este discípuloe que o fez estar entre as mulheres nos momentos finais do Mestreentre nós fisicamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O mais significativo,entretanto, nesta passagem, é o ensinamento transmitido por Jesus aodizer a sua mãe: &lt;i&gt;“Mulher, eis o teu filho!” &lt;/i&gt;e depois aJoão: &lt;i&gt;“Eis a tua mãe!”&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;Mulher;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;ouso desta forma de tratar é comum na narrativa de João&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;e sugere que Jesus nos fala de algo que vai além da piedade filial,o que ele ensina é a adoção de um amor capaz de fortalecer oslaços da família universal, não deve haver mais uma distinçãoque leve em conta os familiares de sangue, mas uma união de todos osfilhos de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Maria surge então comouma “nova Eva”. Esta é segundo os textos do Antigo Testamento &lt;i&gt;amãe de todos os viventes&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;,Maria seria a mãe de toda a humanidade convertida a Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Do mesmo modo que Paulorefere-se a Cristo como o segundo Adão, ou o último Adão&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4sym" name="sdfootnote4anc"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;,Maria seria a segunda Eva. Se a primeira induziu a humanidade àqueda por meio da influência negativa da serpente, a segunda nosleva à redenção atendendo um convite também mediúnico, o que oanjo fez para que acolhesse Jesus como filho.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;No primeiro caso temosuma mediunidade desequilibrada, no segundo santificada pelafidelidade a Deus; no primeiro a indução à desobediência, nosegundo a submissão a um programa do Alto.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Eu sou a serva do Senhor;faça-se em mim segundo a tua palavra!&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5sym" name="sdfootnote5anc"&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Maria seria, assim, umaEva sublimada.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Há um outro texto no&lt;i&gt;Gênesis &lt;/i&gt;que faz uma relação entre Eva e Maria que nosajudará a desenvolver nosso raciocínio. Trata-se do momento em queDeus, na linguagem simbólica da literatura hebraica, adverte aSerpente:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Porei inimizade entre ti e amulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te feriráa cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6sym" name="sdfootnote6anc"&gt;&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Algumas traduçõesfalam “entre a tua semente [da Serpente] e a sua semente” [damulher], entretanto o termo hebraico usado para semente é masculino.Como semente neste caso tem o significado de descendência, emportuguês pode-se usar a forma masculina &lt;i&gt;seu descendente.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A Serpente é símbolodo mal, as religiões viram-no como o “Diabo”, o Maligno. Adescendência da Serpente é assim toda sorte de erros cometidos pelohomem, fruto da transgressão inicial induzida por ela mesma, aSerpente.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Através destatransgressão foi rompida a Aliança do homem com seu Criador. Numaabordagem que não vamos aprofundar aqui por não ser o objetivoprincipal deste estudo, a Serpente representa os Espíritosdesencarnados ainda arraigados no mal e que procuram distanciar ohomem do Bem. Ela age por influência espiritual. No plano físicoquem primeiro captou sua influência negativa foi Eva induzindo Adãoà queda.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Quem restabelecerá oelo de ligação do homem com Deus, que trará a ele a redenção éJesus, o &lt;i&gt;descendente &lt;/i&gt;de Maria.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Assim, vemos Maria comoo resgate de Eva, se através desta veio a queda, Maria nosproporciona através de sua maternidade a oportunidade da salvação.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Neste sentido é quefazendo uma relação com o texto de Paulo aos coríntios, onde elepropõe Jesus como o segundo Adão, propusemos Maria como a “segundaEva”. (continua...)&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; João, 19: 25 a 27&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Cf. João, 2: 4&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; Gênesis, 3: 20&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote4"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4anc" name="sdfootnote4sym"&gt;4&lt;/a&gt; 1 Coríntios, 15: 45 a 47&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote5"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote5anc" name="sdfootnote5sym"&gt;5&lt;/a&gt; Lucas, 1: 38&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote6"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote6anc" name="sdfootnote6sym"&gt;6&lt;/a&gt; Gênesis, 3: 15&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-8275505156128709841?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/8275505156128709841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=8275505156128709841' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/8275505156128709841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/8275505156128709841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/11/maria-de-nazare-educadora-de-jesus.html' title='Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-7756702404564155230</id><published>2011-10-19T13:10:00.001-07:00</published><updated>2011-10-19T13:10:17.619-07:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação)</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Como Maria encarava sua missão?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Seria a mãe de Jesustotalmente consciente de seu papel diante da vida?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Não há como saber aocerto esta resposta, tudo o que dissermos a respeito não passará deopinião e dedução pessoal a partir de alguns textos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Maria era um Espíritode grande evolução, voltamos a dizer, e sabemos pela orientaçãoda Codificação Espírita, que quanto mais o Espírito é evoluídomais tem consciência de sua tarefa. Assim, deduzimos que aconsciência de Maria a respeito de sua missão era acima da média,porém não total. Todo Espírito ao encarnar perde parte de sualucidez, de acordo com o estágio em que se encontra.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Apesar de Maria ser umEspírito com uma tarefa especial, e como dissemos, de altahierarquia, esta perda se deu com ela também.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Depreendemos, assim,que ela tinha uma grande intuição, tanto de seu papel, quanto do deJesus, e o texto do Evangelho nos mostra que ela foi informada arespeito, porém, não na totalidade dos acontecimentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Humberto de Campos, naobra citada, e no mesmo diálogo de Maria com Isabel, relata a falada mãe de Jesus:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;(…) constantemente, ando acismar, em relação ao seu destino.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Apesar de todos os valores dacrença murmurou Isabel, convicta —, nós, as mães, temos sempre oespírito abalado por injustificáveis receios.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Se Maria fosseplenamente consciente não teria esta cisma nem seria abalada porestes receios.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Mostra-nos ainda omesmo autor espiritual em outra página, que a mãe de nosso Senhorao saber de sua prisão, confiou em Deus, todavia, empreendeuesforços e orou ao Pai na esperança de que o pior não acontecessee Jesus fosse solto. Quando seu filho foi entregue a Herodes, chegoua pensar: &lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Naturalmente, Deusmodificaria os acontecimentos, tocando a alma de Ântipas.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;E mesmo quando jáparecia consumado o assassinato, ao vê-lo &lt;i&gt;vergado ao peso dacruz, &lt;/i&gt;lembra-se de Abraão quando este conduzira o filho aosacrifício, e da ação de Deus salvando-o, e pensa:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Certamente o Deus compassivoescutava-lhe as súplicas e reservava-lhe [a Jesus] júbilo igual.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Só depois, ao ver ofilho morto, foi que recordou a visita do anjo no momento daanunciação. Devem ter passado em sua mente, com a rapidez de umrelâmpago, todas as cenas de sua existência; rememorando percebeu oquanto sua vida e a do filho estavam ligadas numa missão maior emnome de Deus, ela sofria, mas os desígnios do Alto se cumpriram, atreva havia sido iludida, vencera a luz, suas preces foram ouvidas,&lt;i&gt;não segundo seus anseios de mãe e sim de acordo com os planosdivinos&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;E em sua mente lembrou também de suas próprias palavrasanteriormente ditas: &lt;i&gt;Eis aqui a serva do Senhor&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4sym" name="sdfootnote4anc"&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Lázaro Redivivo, cap. 2&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Idem, ibidem.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; id., ib.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote4"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote4anc" name="sdfootnote4sym"&gt;4&lt;/a&gt; Lucas, 1: 38&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-7756702404564155230?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/7756702404564155230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=7756702404564155230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7756702404564155230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7756702404564155230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/10/maria-de-nazare-educadora-de-jesus_19.html' title='Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-731467903080087259</id><published>2011-10-11T05:33:00.000-07:00</published><updated>2011-10-11T05:33:24.127-07:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação...)</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Como foi a educação de Jesus?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Este é um tema quebuscaremos desenvolver melhor na segunda parte deste estudo, porémaqui gostaríamos de fazer reverência a outro personagem de grandeimportância neste processo: &lt;i&gt;José, &lt;/i&gt;o pai de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;É comum no meiocristão evidenciar a evolução de Maria, o que é certo,entretanto, desconsiderar a de seu marido, o que não é correto.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Se Maria teve umagrande contribuição no processo de educação&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;de Jesus, o mesmo podemos dizer em relação a José, pois temos acerteza, sem querer fazer qualquer comparação, de ser ele umEspírito, também, de grande evolução.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Queremos citar nestemomento apenas uma referência de Emmanuel, este guia nosso paratodas as horas, a respeito deste respeitável personagem da Galileia.Reflitamos sobre as próximas palavras citadas neste estudo:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;É preciso, porém, observarque, a par de beneficiários ingratos, de ouvintes indiferentes, deperseguidores cruéis e de discípulos vacilantes, houve um homemintegral que atendeu a Jesus, hipotecando-lhe o coração sem máculae a consciência pura&lt;span style="color: #6d6865;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;José da Galileia foi umhomem tão profundamente espiritual que seu vulto sublime escapa àsanálises limitadas de quem não pode prescindir do material humanopara um serviço de definições&lt;span style="color: #6d6865;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Já pensaste no cristianismosem ele?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Quando se fala excessivamenteem falência das criaturas, recordemos que houve tempo em que Maria&lt;span style="color: #6d6865;"&gt;&lt;/span&gt;e o Cristo foram confiados pelas Forças Divinas a um homem&lt;span style="color: #6d6865;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #6d6865;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O Espírito Humberto deCampos, através da mediunidade de Chico Xavier&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;,nos relata da preocupação dos pais de Jesus com a sua educação.Eles tinham a intuição de sua missão e a ciência de parte de suasnecessidades, por isso preocupavam-se em preparar o menino para ocumprimento dos desígnios superiores.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Narra-nos este Espíritoimportante diálogo entre Maria e sua prima Isabel, do qual citamospequeno trecho, a respeito do tema do preparo dos filhos para ocumprimento dos propósitos do Pai:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Ainda há alguns dias,estivemos em Jerusalém, nas comemorações costumeira, e afacilidade de argumentação com que Jesus elucidava os problemas,que lhe eram apresentados pelos orientadores do templo, nos deixou atodos receosos e perplexos. Sua ciência não pode ser deste mundo:vem de Deus, que certamente se manifesta por seus lábios amigos dapureza. Notando-lhe as respostas, Eleazar chamou a José, emparticular, e o advertiu de que o menino parece haver nascido para aperdição de muitos poderosos em Israel.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Com a prima a lhe escutaratentamente a palavra, Maria prosseguiu, de olhos úmidos, apósligeira pausa:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Ciente desse aviso,procurei Eleazar, a fim de interceder por Jesus, junto de suasvaliosas relações com as autoridades do templo. Pensei na suainfância desprotegida e receio pelo seu futuro. &lt;/b&gt;Eleazar prometeuinteressar-se pela sua sorte; todavia, de regresso a Nazaré,experimentei singular multiplicação dos meus temores.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Conversei com José, maisdetidamente, acerca do pequeno, preocupada com o seu preparoconveniente para a vida!...&lt;/b&gt; Entretanto, no dia que se seguiu àsnossas íntimas confabulações, Jesus se aproximou de mim, pelamanhã, e me interpelou: &lt;u&gt;“Mãe, que queres tu de mim? Acaso nãotenho testemunhado a minha comunhão com o Pai que está no Céu!&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Altamente surpreendida com asua pergunta, respondi-lhe, hesitante: &lt;b&gt;Tenho cuidado por ti, meufilho! Reconheço que necessitas de um preparo melhor para a vida...&lt;/b&gt;Mas, como se estivesse em pleno conhecimento do que se passava em meuíntimo, ponderou ele: &lt;u&gt;“Mãe, toda preparação útil e generosano mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai,porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa e euescolherei, desse modo, a escola melhor&lt;/u&gt;. No mesmo dia, emborasoubesse das belas promessas que os doutores do templo fizeram na suapresença a seu respeito, Jesus aproximou-se de José e lhe pediu,com humildade, o admitisse em seus trabalhos. &lt;u&gt;Desde então, comose nos quisesse ensinar que a melhor escola para Deus é a do lar e ado esforço próprio &lt;/u&gt;concluiu a palavra materna com singeleza —,&lt;u&gt;ele aperfeiçoa as madeiras da oficina, empunha o martelo e aenxó, enchendo a casa de ânimo, com a sua doce alegria! &lt;/u&gt;(Osgrifos são nossos)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Percebemos nestesingelo diálogo o cuidado dos pais de Jesus com sua educação. Elepor sua vez tinha a perfeita consciência do que era o maisimportante: &lt;i&gt;eu escolherei, desse modo, a escola melhor.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Como nos comportaríamosna mesma situação? Se tivéssemos um filho deste nível tentaríamosimpor as nossas ideias ou saberíamos reconhecer sua superioridadenão atrapalhando o seu desenvolvimento?&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; Temos usado esta expressão por não encontrar no momento outra melhor, todavia não sabemos se é certo falar em educação em relação a Jesus, que era um Espírito Puro mesmo encarnado, e que segundo Emmanuel não sofreu as restrições comuns a qualquer um de nós ao tomar um corpo de carne.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt; Levantar e Seguir, cap. 6&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote3"&gt; &lt;div class="sdfootnote-western" style="margin-bottom: 0.14cm;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt; Boa Nova, cap. 2&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-731467903080087259?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/731467903080087259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=731467903080087259' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/731467903080087259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/731467903080087259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/10/maria-de-nazare-educadora-de-jesus_11.html' title='Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação...)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-2689830136083799690</id><published>2011-10-06T13:22:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T13:22:37.403-07:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação)</title><content type='html'>&lt;b&gt;Magnificat&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em se tratando de um estudo sobre Maria, o Magnificat, merece um capítulo à parte, é um dos mais belos textos de todo Novo Testamento, só Lucas entre os evangelistas, e numa entrevista pessoal com a mulher de José, teria a capacidade de registrar para a posteridade tão belo poema, e que prova tudo o que dissemos anteriormente, a espiritualidade inteligente e equilibrada desta que sem a menor dúvida é a nossa Senhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagino a beleza da cena, aquela que é a mãe de todos os que sofrem, can-tando este lindo poema para o médico amigo de Paulo. Ela deve ter dito de cor, pois o sabia de coração, e ele, que à época não tinha gravador de voz, deve ter tido dificuldade para anotar, pois deve ter se emocionado ao extremo, talvez ela tenha repetido para ele várias vezes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito exulta em Deus em meu Salvador, porque olhou para a humilde posição de sua serva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim! Doravante as gerações todas me chamarão de bem aventurada, pois o Todo-Poderoso fez grandes coisas em meu favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nome é santo e sua misericórdia perdura de geração em geração, para aqueles que o temem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agiu com a força de seu braço. Dispersou os homens de coração orgulhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depôs poderosos de seus tronos, e a humildes exaltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumulou de bens a famintos e despediu ricos de mãos vazias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Socorreu Israel, seu servo, lembrado de sua misericórdia – conforme prometera a nossos pais – em favor de Abraão e de sua descendência para sempre! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pretendemos neste momento estudar minuciosamente estes versos, mas não podemos deixar de destacar a cultura espiritual de Maria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela abre o texto falando de sua comunhão com Deus de uma forma que só Jesus falará mais tarde. Coloca-se em sua digna posição de serva e assim se faz grande, engrandecendo o Senhor através de sua vivência em harmonia com Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela faz uma síntese do Antigo Testamento, mostrando seu perfeito conheci-mento de toda Escritura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintetiza também a religião das boas obras e a Lei de Deus que alimenta a-quele que se faz dependente Dele, e despede os que se acham ricos e que têm as mãos ociosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dissemos no parágrafo anterior que ela faz uma síntese magistral do Antigo Testamento. O Magnificat tem dez versículos, nestes, ela faz quinze citações do Antigo Testamento os harmonizando com profunda sabedoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só quem conhecia e bem as Escrituras, e tinha uma espiritualidade superior poderia construir esta oração. A seguir vamos destacar cada versículo e as cita-ções a que se referem no texto da Bíblia Hebraica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46. Minha alma engrandece o Senhor,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu coração exulta ao SENHOR (I Samuel, 2: 1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47. E meu espírito exulta em Deus em meu Salvador,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regozijar-me-ei muito no SENHOR, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, (Isaías, 61: 10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação. (Habacuc, 3: 18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48. Porque olhou para a humilde posição de sua serva. Sim! Doravante as ge-rações todas me chamarão de bem aventurada,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SENHOR dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha. (I Samuel, 1: 11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então disse Lia: Para minha ventura; porque as filhas me terão por bem-aventurada; e chamou-lhe Aser. (Genesis 30:13)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49. Pois o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. Seu nome é santo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redenção enviou ao seu povo; ordenou a sua aliança para sempre; santo e tremendo é o seu nome. (Salmo, 111:9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50. E sua misericórdia perdura de geração em geração, para aqueles que o temem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a misericórdia do SENHOR é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos; (Salmo, 103: 17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51. Agiu com a força de seu braço. Dispersou os homens de coração orgulhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu quebraste a Raabe como se fora ferida de morte; espalhaste os teus inimigos com o teu braço forte. (Salmo, 89:10)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52. Depôs poderosos de seus tronos, e a humildes exaltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos sacerdotes, leva-os despojados do seu cargo e aos poderosos transtorna. (Jó, 12: 19)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53. Cumulou de bens a famintos e despediu ricos de mãos vazias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois fartou a alma sedenta, e encheu de bens a alma faminta. (Salmo, 107: 9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54. Socorreu Israel, seu servo, lembrado de sua misericórdia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém tu, ó Israel, servo meu, tu Jacó, a quem elegi descendência de Abraão, meu a-migo; tu a quem tomei desde os fins da terra, e te chamei dentre os seus mais excelentes, e te disse: Tu és o meu servo, a ti escolhi e nunca te rejeitei. (Isaías 41:8-9 8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrou-se da sua benignidade e da sua verdade para com a casa de Israel; todas as extremidades da terra viram a salvação do nosso Deus. (Salmo, 98:3)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55. – conforme prometera a nossos pais – em favor de Abraão e de sua des-cendência para sempre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. (Gênesis 12:3)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre. (Genesis 13:15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz. (Genesis 22:18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante imaginar como foi a cena em que tal evento ocorreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narra-nos Lucas que após Maria receber o aviso através do anjo, a respeito de sua concepção, que diga-se de passagem era um aviso mediúnico, e não fica nenhuma dúvida quanto a isso, ela se dirigiu a uma cidade de Judá para fazer uma visita a sua prima Isabel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta cidade foi identificada segundo uma tradição do século V como sendo Ain Karim, e situava-se a aproximadamente 6 Km de Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A viagem de Nazaré a Ain Karim, segundo alguns autores, se fazia em qua-tro ou cinco dias. Como? Provavelmente no lombo de um animal. Era, portanto, uma viagem através de uma estrada ruim, cansativa, principalmente para quem estava nas primeiras semanas de gravidez. Maria devia ter a esta época algo em torno de 14 anos. Ela deve ter chegado à casa de sua prima, extenuada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz o Evangelista que ao entrar na casa de Zacarias, saudou Isabel ; Isabel, ou-viu a saudação e exclamou o que no futuro viria a ser uma conhecida prece: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre! . E após ouvir a prima Maria profere o belíssimo poema-oração a que estamos nos referindo. Ou seja, ela teve a capacidade de fazer a genial síntese, o poema magnífico, em uma condição de extremo cansaço, em condições físicas precárias, mesmo assim ela se manifestou em profunda harmonia espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós quando estamos cansados perdemos a criatividade e até mesmo a capa-cidade de pensar com inteligência, queremos repor as energias e só depois rea-lizar algo que exija um trabalho mais elaborado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltemos à nossa questão inicial, era Maria culta ou iletrada? Não sabemos, porém, podemos com certeza dizer: “era sábia”, e uma sabedoria de profunda significação espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-2689830136083799690?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/2689830136083799690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=2689830136083799690' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/2689830136083799690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/2689830136083799690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/10/maria-de-nazare-educadora-de-jesus.html' title='Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-1608998569445477966</id><published>2011-09-23T12:55:00.000-07:00</published><updated>2011-09-25T12:31:54.295-07:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação)</title><content type='html'>				&lt;style type="text/css"&gt;p { margin-bottom: 0.21cm; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Maria era culta ou iletrada?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Esta é outra questãoque não é fácil de ser respondida.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Nos dias de hojedizemos que uma pessoa é culta se ela tem o hábito de ler eestudar, se tem muita informação intelectual. Entretanto, no quediz respeito ao primeiro século de nossa era o julgamento não podeser feito desta forma. &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Neste século, omarcado pelo nascimento de Jesus, grande era o percentual deanalfabetismo. Quase não havia livros para serem lidos, e eracaríssima a produção de um, desta forma, não era qualquer pessoaque tinha acesso a livros, sendo assim, poucos sabiam ler, e muitomenos ainda os que tinham o hábito de estudar como fazemos hoje.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Porém, não podemosdizer por isso que eram mal informados os habitantes da Palestina aesta época. O processo de aprendizado é que era diferente, o quetínhamos era uma cultura oral, as cartas de Paulo eram lidas nacomunidade cristã através de uma leitura coletiva, muitos apenasouviam o que este valoroso apóstolo escreveu.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Tal hábito fazia comque a memória destes que se dedicavam ao estudo das escrituras fossede grande capacidade, pois era preciso saber os textos de cor já quenem sempre era possível lê-los.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Portanto, saber ler nãoera pré-requisito para se ter cultura. Além disso, em se tratandode uma mulher na palestina no tempo de Jesus, eram bem poucas aschances de que a ela fosse dada a oportunidade de saber ler.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Assim, do ponto devista de percentuais, grande é a chance de Maria não ter sidoalfabetizada, o que não estamos querendo dizer com isso, que nãotenha sido. Apenas dizemos de probabilidades.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O que é certo, epodemos dizer com total segurança, é que a mãe de Nosso Senhortinha grande cultura, e muito mais ainda, uma cultura espiritual, umaespiritualidade inteligente.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Muitos chegam a dizerque Maria teria sido educada no Templo, que era não só boa leitora,como também, boa redatora. É possível, porém, não certo. Nãoestamos querendo trabalhar com hipóteses.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;No tempo de Maria, ojudaísmo não era simplesmente uma religião, era uma cultura. Entreos hebreus não se podia escolher a que religião seguir,simplesmente eram judeus. Não havia shoppings, cinemas, teatros, ououtras diversões quaisquer, o que havia era uma sinagoga, e quetodos frequentavam, a sinagoga era a vida das pessoas. Nazaré erauma pequena cidade, a sinagoga deveria ser próximo de tudo, e eraali onde eles aprendiam e praticavam seus princípios de moralelevada.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Como dissemos Maria eraum Espírito elevado e sem comprometimentos no campo expiatório, porisso aprendia fácil, com certeza memorizava bem, e vivenciava o queaprendia, não era culta dentro de nosso padrão atual, era sábia.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Por que podemos dizerisso com certeza? O Evangelho nos dá mostra disso a toda hora, ealém do mais, Maria foi a educadora do maior Sábio de todos ostempos, e só isso bastaria para dizer que ela foi entre todas amelhor educadora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-1608998569445477966?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/1608998569445477966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=1608998569445477966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1608998569445477966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1608998569445477966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/09/maria-de-nazare-educadora-de-jesus_23.html' title='Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (continuação)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-6782097504833680218</id><published>2011-09-06T12:41:00.000-07:00</published><updated>2011-09-06T12:41:39.095-07:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (Continuação)</title><content type='html'>				&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;A Gravidez Virginal&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Outro tema polêmico ecomplexo é o da gravidez de Maria que alguns creem ter acontecidosem contato sexual entre ela e José, seu marido.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Dissemos ser complexo,porque tudo o que dissermos a respeito não passa de opiniãopessoal, já que não temos condições de provar nem a tese dagravidez virginal nem a da gravidez comum.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Mesmo o Espiritismo nãoelucida o tema, não há informações confiáveis a respeito. Paraum assunto de tal complexidade teríamos que retomar o &lt;i&gt;ControleUniversal do Ensino dos Espíritos&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;,o que foi por nós abandonado há muito tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;As melhores informaçõesque temos tanto sobre Jesus, quanto sobre Maria, são as narradas nosEvangelhos. E o que dizem eles a respeito?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Marcos e João nãocomentam nada a respeito, Mateus e Lucas são claros: Maria e Josénão tiveram contato sexual antes da concepção de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;As igrejas cristãsligadas ao catolicismo e à reforma protestante defendem aliteralidade dos Evangelhos. Dentro do Espiritismo, que tem por normauma investigação mais segura dentro de padrões científicos, asopiniões são divididas, uns creem como os cristãos tradicionais,outros não aceitam a gravidez virginal.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Dizem os defensoresdesta última hipótese que as narrativas dos Evangelhos a respeitodo nascimento de Jesus são expressões de um simbolismo profundo, eque nada têm de históricas.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Pode ser, aliás, todoo Evangelho tem um conteúdo simbólico de grande profundidade,entretanto, cremos, que o simbolismo do Novo Testamento – a nãoser no caso da parábolas - tem por princípio eventos reais, e nãoacontecimentos imaginados. Jesus escolhia momentos, lugares,personagens, didaticamente perfeitos para seus ensinamentos, masantes de buscarmos o conteúdo espiritual de suas lições, épreciso  compreendermo-las em seu sentido literal, histórico ecultural, só a partir daí devemos buscar seu sentido espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Não estamos com esteargumento defendendo a gravidez sem contato sexual, como dissemos, otema é complexo e deverá ser melhor analisado no futuro.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Estes que defendem agravidez natural de Maria e um relacionamento sexual dela com seumarido antes da fecundação de Jesus, partem do princípio de que seassim não fosse estaria sendo ferida uma Lei Universal, e EspíritosSuperiores jamais derrogam uma lei qualquer que seja, antes,cumprem-na com fidelidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Têm razão, porém,será que uma gravidez sem contato sexual fere alguma Lei Natural?Não temos hoje vários exemplos de gravidez gerada em laboratório? &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Estamos tentando fazeruma análise espírita do tema, e deste ponto de vista, a ciência doMundo Espiritual mesmo no tempo de Jesus era muito superior à nossaatual do mundo em que vivemos, e se esta pode algo fazer, aquelapodia com muito mais facilidade. Assim, uma fecundação espiritualpara Jesus, não é algo que fere nenhum princípio de ciênciasegundo cremos. Voltamos a repetir, não estamos com isto dizendo queassim se deu, só estamos analisando possibilidades.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;De onde surgiu estaideia de uma gravidez virginal?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Na literatura pagã hámuitos casos de nascimentos virginais, alguns heróis dos clássicosgregos e romanos eram semideuses, há também na Bíblia Hebraicanascimentos sob a intervenção divina.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;No caso de Jesus aideia surge num texto de Isaías. Segundo a narrativa do livro desteprofeta temos:&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Eis que a virgem conceberá,e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Porém, a palavrahebraica usada por Isaías que traduzida deu &lt;i&gt;virgem&lt;/i&gt; é &lt;i&gt;almah&lt;/i&gt;que significa literalmente mulher jovem em idade para casar ourecém casada. Quando se traduziu a Bíblia Hebraica para o grego, naversão da Septuaginta, &lt;i&gt;almah &lt;/i&gt;foi traduzida por &lt;i&gt;parthenos.&lt;/i&gt;“Parthenos” quer dizer tanto uma moça jovem, quanto umamulher que nunca teve relação sexual com homem, é como noportuguês falado no Brasil a palavra “moça”, que tem tanto osentido de uma mulher jovem, como a que ainda não teve relaçõessexuais. &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Assim, no textooriginal de Isaías, não é passado esta ideia de virgindade, masque uma jovem geraria o Messias.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Portanto, a dúvidacontinuará e só com o nosso amadurecimento espiritual, o que sedará em paralelo ao desenvolvimento moral, teremos melhorescondições de analisar o fato.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O que importa para nósé que Maria era virgem no sentido de fidelidade a Deus, os antigosprofetas várias vezes se referem Israel como um “prostituta” porterem sido infiéis à aliança feita com Deus. Virgem é o oposto deprostituta, é justamente ser fiel à Divindade.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Neste sentido Maria deMagdala ao ser desligada de seus obsessores e se converter ao Cristo,tornou-se uma grande virgem do Novo Testamento, e nós se quisermostambém gerar em nós o “Filho do homem”, ou o homem novo,teremos que, do mesmo modo nos tornarmos virgens.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt;	&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt;	Cf. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, item II&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt;	&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt;	Isaías, 7: 14&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-6782097504833680218?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/6782097504833680218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=6782097504833680218' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6782097504833680218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6782097504833680218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/09/maria-de-nazare-educadora-de-jesus.html' title='Maria de Nazaré, a Educadora de Jesus (Continuação)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-5086055570080572046</id><published>2011-08-30T14:22:00.000-07:00</published><updated>2011-08-30T14:22:20.424-07:00</updated><title type='text'>Maria de Nazaré: A Educadora de Jesus</title><content type='html'>   	 	 	 	&lt;style type="text/css"&gt;p { margin-bottom: 0.21cm; }p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div align="CENTER" style="margin-bottom: 0.85cm; margin-top: 0.21cm;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.64cm; margin-top: 0.64cm;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Parte I&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 0.5cm; margin-top: 0.42cm;"&gt; &lt;i&gt;&lt;b&gt;Quem foi Maria?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Falar de Maria de Nazaré, a mãe de Jesus, não é fácil devido a falta de informações que temos dela, e entre as que temos poucas são confiáveis, isentas e imparciais do ponto de vista religioso.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Estão no Novo Testamento, apesar de raros, os melhores esclarecimentos que temos da mãe de nosso Senhor Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Nós, os espíritas, ainda temos o privilégio de termos algumas anotações vindas do Plano Espiritual que nos ajudam a esclarecer sobre a grande evolução e a missão deste nobre Espírito.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Não temos informação de como foi sua infância, nem de sua adolescência; a tradição crista nos informa que Maria era filha de Joaquim e Ana. Seus pais eram judeus e pelo que podemos depreender dos textos do Evangelho formavam uma família simples e praticantes fieis de seus princípios religiosos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Provavelmente nasceu entre os anos 18 e 20 a.C., e como era habitual àquele tempo, deve ter casado por volta de seus 14 anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Os historiadores do cristianismo apontam como data provável do nascimento de Jesus o ano 6 a.C., o Espírito Humberto de Campos através da mediunidade de Francisco Cândido Xavier define o ano 5 a. C. como sendo o correto para a vinda do Cristo à carne. O casamento de Maria deve ter acontecido de seis meses a um ano do nascimento de seu primogênito.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Outra questão que não temos como certa é se Maria teve ou não outros filhos além de Jesus. O Evangelho não é totalmente claro a respeito; Mateus fala que ele teve irmãos e irmãs, e até dá o nome de seus irmãos&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;. Entretanto, em hebraico ou em aramaico, os primos também eram chamados de irmãos.  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Muitos estudiosos contestam esta questão de os supostos irmãos de Jesus serem seus primos. Afirmam estes que era uma realidade que o termo hebraico designava tanto irmão quanto primo, porém ressaltam que o Evangelho foi escrito em grego, e no grego temos duas palavras distintas, &lt;i&gt;adelphos&lt;/i&gt;, para irmão, e &lt;i&gt;anepsios&lt;/i&gt; que é literalmente primo. Portanto, insistem, se os autores do Novo Testamento, que à época sabiam se eram primos ou realmente irmãos, quisessem falar em primos, usariam &lt;i&gt;anepsios&lt;/i&gt; e não &lt;i&gt;adelphos&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Outro argumento a favor de serem irmãos é que na maioria das vezes em que eles são citados no Evangelho estão acompanhados de Maria; por que, perguntam, eles estariam sempre acompanhados da tia?&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Há uma terceira hipótese, menos comentada e menos provável, a de que José ao casar com Maria já teria outros filhos de casamento anterior, e estes é que seriam os irmãos de Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Como este não é o objetivo principal deste estudo, não vamos mais nos ocupar com este tema. No judaísmo era comum o casal ter muitos filhos, era uma benção de Deus, o que faz crer a alguns que José e Maria seriam pais de uma prole maior; todavia, não há esta necessidade, a família de Jesus era sem dúvida uma família especial, e poderia, portanto, ser diferente das demais sem nenhum desmerecimento para eles.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O certo, é que Maria era um Espírito de altíssima evolução, um dos mais puros que encarnou neste Orbe governado espiritualmente por Seu Filho Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Continua...&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt; 	&lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt; 	Cf. Mateus, 12: 46 e Mateus, 13: 55 e 56. Ver também Marcos, 6: 3&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-5086055570080572046?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/5086055570080572046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=5086055570080572046' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5086055570080572046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5086055570080572046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/08/maria-de-nazare-educadora-de-jesus.html' title='Maria de Nazaré: A Educadora de Jesus'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-1819485372257852764</id><published>2011-08-03T12:20:00.000-07:00</published><updated>2011-08-03T12:20:30.802-07:00</updated><title type='text'>Muitas Moradas na Casa do Pai</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;p.sdfootnote-western { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-cjk { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p.sdfootnote-ctl { margin-left: 0.5cm; text-indent: -0.5cm; margin-bottom: 0cm; font-size: 10pt; }p { margin-bottom: 0.21cm; }a.sdfootnoteanc { font-size: 57%; }a.sdfootnotesym { font-size: 10pt; }&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.64cm; margin-top: 0.64cm;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Na casa de meu Pai há muitas moradas, se assim não fosse eu vos teria dito, pois vou preparar-vos um lugar. (João, 14: 2)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;Na casa de meu Pai há muitas moradas…&lt;/b&gt; – A &lt;i&gt;casa do Pai&lt;/i&gt; é todo o Universo. As várias &lt;i&gt;moradas&lt;/i&gt; são as infinitas possibilidades evolutivas em que se encontram todos os seres criados. Assim, há mundos onde a perfeição é estado natural, como há outros dando os primeiros passos na escala evolucional. Na casa do Pai &lt;i&gt;há muitas moradas.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Quando Jesus diz &lt;i&gt;meu Pai&lt;/i&gt;, Ele nos fala do Pai no Seu modo superior de entender. Como Ele, Jesus, tem maior alcance de compreensão, pode ver muito mais do que qualquer um de nós a infinidade dessas &lt;i&gt;moradas&lt;/i&gt;, pois o que é maior pode mais do que o menor. É esta visão plena que Ele quer dar a Seus discípulos; como estes – ou nós mesmos – não têm a possibilidade de compreendê-Lo totalmente, Ele faz uma adequação chamando Deus de Pai e todos esses estados em que se pode encontrar um espírito de &lt;i&gt;moradas&lt;/i&gt;.  &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Desse modo, Ele fala dos bilhões e bilhões de estrelas existentes no Cosmos, como dos vários planos extrafísicos de nosso pequenino globo, como também do estado íntimo em que cada um de nós se encontra. É o micro e o macro se fazendo um.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;…&lt;i&gt;porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como também alguns dos vossos poetas disseram…&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=23881188#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;i&gt;  &lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;…&lt;b&gt;se assim não fosse eu vos teria dito…&lt;/b&gt; – A missão maior de Jesus é a de educar. Ele é o Mestre por excelência, o Educador maior da humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Deste modo, Ele não pode, de maneira nenhuma, divulgar algo falso ou usar a palavra para ensinar inverdades. &lt;i&gt;Se assim não fosse eu vos teria dito…&lt;/i&gt;, ou seja, “Eu tenho um compromisso com a verdade, e se fosse de outro modo é disto que eu estaria vos falando”.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Assim, é preciso compreender que Jesus jamais deixou de atender às expectativas daqueles que creem ou creram Nele no que diz respeito às revelações. Se ainda não vemos em Suas palavras toda a Verdade Universal, é porque nem sempre as compreendemos como deveríamos, isto é, falta-nos a envergadura espiritual para entendê-Lo em espírito e verdade. O próprio Kardec já dizia:&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 100%; margin-bottom: 0.42cm; margin-left: 4cm;"&gt; &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Se o Cristo não pôde desenvolver o seu ensino de maneira completa, é porque faltavam aos homens conhecimentos que eles só poderiam adquirir com o tempo, e sem os quais não o compreenderiam; há muitas coisas que teriam parecido absurdas no estado dos conhecimentos de então. Completar o seu ensino deve entender-se no sentido de explicar e desenvolver, não no de ajuntar-lhe verdades novas, &lt;b&gt;porque tudo nele se encontra em estado de gérmen, faltando-lhe só a chave para se apreender o sentido das palavras&lt;/b&gt;.&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=23881188#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;(Grifo nosso.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Portanto, a lei da evolução, conforme ensinam os espíritos na Codificação Espírita em harmonia com o que ensinou Jesus em seu Evangelho, é um desdobramento da Lei Maior da Vida, se assim não fosse Ele nos teria dito.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;…&lt;b&gt;pois vou preparar-vos um lugar.&lt;/b&gt; – Este dizer do Senhor é daqueles que, por terem sido mal compreendidos, gerou a ilusão de um Reino localizado geograficamente em algum lugar no espaço. É preciso aprofundar o ensinamento, tirar o sentido espiritual das palavras do Mestre. A verdade, na maioria das vezes, está no que não se vê.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Neste plano em que vivemos, onde existe uma desarmonia aparente, há lugares em que existe paz; outros em que vige a guerra; uns onde predomina o ódio; outros o amor. Assim, na atualidade de nosso entendimento, é possível situar o “Céu” em algum lugar do espaço, do mesmo modo que existem mundos felizes e outros infelizes. Porém, a conquista definitiva do “Céu” é conquista íntima, e cada um de nós a realizará por si mesmo. Quando tal conquista estiver efetivada em nós mesmos, onde quer que estejamos ela estará conosco. Para muitos, a Terra é um vale de sombras, para Jesus ela foi sempre um ambiente de Harmonia com o Criador, pois Ele está num estado maior de espiritualidade sempre equilibrado com a Verdade Universal.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Dizendo deste modo, &lt;i&gt;pois vou preparar-vos um lugar&lt;/i&gt;, Jesus nos fala da importância de ir, deixando Seus discípulos no mundo, para que eles, fazendo uso do que aprenderam, pudessem por si mesmos conquistar efetivamente o Reino pela vivência do Evangelho. O Rabi nos fala de &lt;i&gt;um lugar&lt;/i&gt;, e não de “o lugar”, confirmando o que dissemos que não existe um local fixo denominado Reino dos Céus, mas que, em qualquer lugar onde estejamos, se estivermos em conexão com as Leis Imutáveis, estaremos no lugar preparado que sempre foi nosso desde o princípio dos tempos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://itapuaeditora.files.wordpress.com/2009/09/lancamento-musical-do-serma1.gif"&gt;(Extraído do livro "O Sermão do Cenáculo")&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.64cm; margin-top: 0.64cm;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote1"&gt;  &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=23881188#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt;  Atos, 17:28.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="sdfootnote2"&gt;  &lt;div class="sdfootnote-western"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=23881188#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt;  A Gênese, cap. I, item 28.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-1819485372257852764?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/1819485372257852764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=1819485372257852764' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1819485372257852764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1819485372257852764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/08/muitas-moradas-na-casa-do-pai.html' title='Muitas Moradas na Casa do Pai'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-6121473373659328192</id><published>2011-06-09T08:22:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T08:22:03.078-07:00</updated><title type='text'>A Figueira sem Fruto</title><content type='html'>&amp;nbsp;  &lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;E, deixando-os, saiu da cidade para Betânia e ali passou a noite.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;E, de manhã, voltando para a cidade, teve fome.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;E, avistando uma figueira perto do caminho, dirigiu-se a ela e não achou nela senão folhas. E disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti. E a figueira secou imediatamente.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;E os discípulos, vendo isso, maravilharam-se, dizendo: Como secou imediatamente a figueira? (Mateus, 21: 17 a 20)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-left: 4cm;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os seus discípulos ouviram isso. (Marcos, 11: 12 a 14)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0.14cm; margin-top: 0.42cm;"&gt;Muitos estudiosos do Evangelho têm tido dificuldade em interpretar a passagem acima. Alguns, e até mesmo entre os espíritas, têm dito que este fato não pode ter-se dado, que não passa de uma interpolação nos textos do Evangelho, já que estes sofreram ao longo do tempo muitas modificações devido a dificuldade existente em se copiar e multiplicar os manuscritos originais dos apóstolos evangelistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Tudo isto porque, segundo estes comentaristas, a ação de amaldiçoar a figueira não seria uma atitude normal de um espírito como o de Jesus, o Manso por excelência.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Não deixam estes de ter uma certa razão, realmente Jesus jamais amaldiçoaria qualquer obra da Criação divina, ainda mais que segundo o evangelista, &lt;i&gt;não era tempo de figos&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Porém, pensamos que há mais o que refletir sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Segundo anotação do Espírito Humberto de Campos através da mediunidade do nosso querido Chico Xavier, a partir de um encontro com o Espírito do apóstolo Pedro na espiritualidade, &lt;i&gt;todas as obras a que se referem os evangelistas são profundamente verdadeiras.&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="https://sites.google.com/site/espiritismoeevangelho/evangelho-como-porque-e-para-que-estuda-lo/a-figueira-sem-fruto#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: xx-small;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Deste modo, segundo o testemunho do próprio apóstolo, todas as coisas se deram conforme anotação dos evangelistas; assim, se aconteceu e foi relatado, devemos analisar. Pois, se a Doutrina Espírita, segundo anotação do próprio Kardec, é a terceira revelação da Lei de Deus para nós os ocidentais, o advento do Cristo é a segunda; portanto, se é fato que o “Espírito de Verdade” auxiliou Kardec na codificação, o mesmo se deu na redação dos Evangelhos e se alguma passagem foi preservada é que deveríamos estudá-la buscando através dos ensinamentos nela contidos a nossa edificação e promoção espiritual. &lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Assim, se temos dificuldade de compreender a mensagem que Jesus nos deixou em alguma de suas ações, não devemos dizer que ela não aconteceu ou que a tradução está incorreta, e sim, que ainda não conseguimos alcançar o pensamento daquele que é o Mestre maior entre todos os mestres.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;E isso não é nenhum demérito para nós. Não devemos esquecer que Jesus é, segundo os Espíritos superiores, o construtor e o mentor espiritual de nosso orbe, o que vale dizer que há bilhões de anos quando da formação de nosso planeta, Ele já era o Cristo, quando nós ainda, provavelmente, fazíamos nossa evolução nos reinos inferiores da criação. Jesus tem uma mente que está a “anos luz” à nossa frente, sua psicologia ainda é para nós inabordável, deste modo, tenhamos humildade, muito ainda temos a aprender com seus atos, e apesar do seu esforço em adequar seus ensinamentos, à medida que vamos evoluindo em espírito e moral mais iremos absorvendo suas significativas lições.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;(Leia o texto completo no Site &lt;a href="https://sites.google.com/site/espiritismoeevangelho/evangelho-como-porque-e-para-que-estuda-lo/a-figueira-sem-fruto"&gt;Espiritismo e Evangelho &lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-6121473373659328192?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/6121473373659328192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=6121473373659328192' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6121473373659328192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6121473373659328192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/06/figueira-sem-fruto.html' title='A Figueira sem Fruto'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-5645273893856737821</id><published>2011-05-27T13:11:00.000-07:00</published><updated>2011-05-27T13:11:57.391-07:00</updated><title type='text'>Deus Se Revela Por Meio do Cristo</title><content type='html'>&lt;h3 align="left" id="sites-page-title-header" xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt; &lt;span dir="ltr" id="sites-page-title"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div align="center" style="margin-bottom: 0.85cm; margin-top: 0.21cm;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Hebreus, 1: 1 a 3&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.5cm; text-indent: 0.5cm;"&gt; &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Muitas vezes e de modos diversos falou Deus, outrora, aos Pais pelos profetas; agora, nestes dias que são os últimos, falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e pelo qual fez os séculos. É ele o resplendor de sua glória e a expressão do seu ser; .&lt;a href="https://sites.google.com/site/espiritismoeevangelho/evangelho-como-porque-e-para-que-estuda-lo/deus-se-revela-por-meio-do-cristo#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 2.5cm; text-indent: 0.5cm;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A Epístola aos Hebreus é um dos documentos mais fecundos de todo Novo Testamento, apesar disto nenhum deles é tão problemático no que diz respeito a analise sobre sua autoria, sobre quando foi escrito, onde e para quem. Isto para citar somente algumas das dificuldades que encontram os estudiosos desta valiosa carta.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Sobre o seu autor deste os tempos dos Pais da Igreja têm-se duvidas sobre quem seria, a ponto de, segundo Euzébio, Orígenes ter dito que só Deus sabe quem escreveu esta epístola. Outros dizem que o autor de Hebreus é como Melquisedeque, sem pai, sem mãe, e sem genealogia, tudo isto para confirmar  o estado de indefinição sobre quem  a teria escrito.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;É quase unanimidade entre aqueles que se têm ocupado com a análise deste texto que ele não é de Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Os que defendem esta ideia têm argumentos muito sólidos. Falam de um estilo e uma linguagem completamente diferente das epístolas anteriores do apóstolo dos gentios, de um grego muito superior ao comumente usado pelo autor de Romanos, Gálatas, Coríntios, entre outras. Isto para citar apenas algumas dificuldades em se estabelecer o autor que uns pensam ser Barnabé, Lucas, Apolo, Prisca, Áquila ou outro de uma lista ainda maior.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Quanto ao lugar em que foi escrita a dificuldade em localizá-lo não é menor. O mais comum é aceitar Roma, todavia há-se a hipótese de Jerusalém e até mesmo Alexandria. A data da redação mais aceita é entre os anos 60 e 70 de nossa era, entretanto alguns eruditos pensam que pode ir até o ano 90 a possibilidade de sua origem.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Até mesmo quanto aos destinatários os estudiosos têm dúvidas apesar do título &lt;i&gt;Aos Hebreus&lt;/i&gt;. É que este título não fazia parte do documento original.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Muitos outros pontos poderiam ser analisados a respeito desta carta como literatura, entretanto este não é nosso objetivo, que sempre é o de saber o que verdadeiramente este texto pode nos ajudar em nosso aperfeiçoamento moral, de como podemos aplicar seus ensinamentos em nossa vida diária atingindo assim o objetivo de nossa encarnação.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Só para findar estes breves comentários, e isso não pode deixar de ser dito e levado em conta para nós que interpretamos o Evangelho pela ótica Kardequiana, Emmanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, no Livro &lt;i&gt;&lt;b&gt;Paulo e Estevão&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="https://sites.google.com/site/espiritismoeevangelho/evangelho-como-porque-e-para-que-estuda-lo/deus-se-revela-por-meio-do-cristo#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;dá-nos importantes informações sobre os temas que comentamos. Segundo este autor espiritual, &lt;i&gt;Hebreus&lt;/i&gt; foi escrita por Paulo, e diz mais, foi talvez a única toda escrita por Ele de próprio punho, que ele foi visto muitas vezes escrevendo em lágrimas. E que foi dirigida aos seus irmãos de raça e que foi grafada enquanto estava preso em Roma entre os anos 61 e 63.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Diz sim, que ela tinha um estilo singular e ideias grandiosas e incomuns, mas era mesmo de autoria do grande apóstolo converso às portas de Damasco.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Sendo assim, na continuidade de nossos estudos vamos considerar que Paulo é o autor de &lt;i&gt;&lt;b&gt;Hebreus, &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;independente de ser esta ou não a realidade aceita pelos eruditos modernos. Não desconsideramos suas razões, mas se assim fazemos é porque se ninguém sabe qual é a realidade preferimos seguir o lúcido e bem informado guia de Chico Xavier e por considerar que se ele foi o Espírito destacado pelo próprio Espírito de Verdade para ser o responsável pela orientação da obra deste valioso médium encarregado de evangelizar o Brasil e consequentemente o mundo pelas diretrizes do Cristianismo Redivivo, achamos que ele tem autoridade sobre este assunto e sobre qualquer outro de natureza evangélico-moral.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;(Leia o texto Completono Site &lt;a href="https://sites.google.com/site/espiritismoeevangelho/evangelho-como-porque-e-para-que-estuda-lo/deus-se-revela-por-meio-do-cristo"&gt;Espiritismo e Evangelho&lt;/a&gt; )&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-5645273893856737821?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/5645273893856737821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=5645273893856737821' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5645273893856737821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5645273893856737821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/05/deus-se-revela-por-meio-do-cristo.html' title='Deus Se Revela Por Meio do Cristo'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-5971811334433898028</id><published>2011-04-28T15:44:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T15:44:37.756-07:00</updated><title type='text'>PAULO E ESTEVÃO - PARTE I - Adaptação Poética</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/9kt72ExDA2Y" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-5971811334433898028?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/5971811334433898028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=5971811334433898028' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5971811334433898028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5971811334433898028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/04/paulo-e-estevao-parte-i-adaptacao.html' title='PAULO E ESTEVÃO - PARTE I - Adaptação Poética'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/9kt72ExDA2Y/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-6613799431522677030</id><published>2011-04-24T11:29:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T11:31:46.329-07:00</updated><title type='text'>Novo Êxodo</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;“Desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus” (Romanos, 10: 3)&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;A missão de Israel era maior do que podemos imaginar. Não era apenas nos trazer a Primeira Revelação como podemos pensar a princípio, mas nos legar também a Segunda – “a salvação vem dos judeus” (Jo, 4: 22). Ou seja era missão de Israel revelar para o mundo – inclusive para o gentio – o Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus era judeu seus primeiros seguidores também, os evangelistas do mesmo modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A promessa feita por Deus a Abraão referia-se a todas as nações (Gn, 12: 3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, Jesus é o propósito da Aliança, a Justiça Divina em que se cumpre a Promessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, citando N.T. Wright, podemos reafirmar:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A vocação de Israel de ser o povo da Aliança do Criador sempre tem o objetivo de ser o meio de resgatar o mundo inteiro”.&lt;/em&gt; [1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;Entretanto isto não se cumpriu, por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vários motivos, entretanto, podemos dizer que o maior deles talvez seja a vaidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel se envaideceu de ser “o povo escolhido” da “Primeira Revelação”. A “Presença Divina” esteve com eles, as Alianças (Abraão, Isaac, Jacó, Moisés…) lhes pertencem, igualmente a outorga da Torah (Rm, 9: 4). A Israel foram confiados os “Oráculos de Deus” (Rm, 3: 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, e isto não sou eu quem diz, é Paulo, “Israel tropeçou” (Rm, 11: 11). &lt;br /&gt;Tropeçou pelo orgulho; &lt;em&gt;se recusaram a abandonar seu status “próprio”, isto é, étnico, da participação na aliança&lt;/em&gt; (Wright) [2]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto deixamos de falar de Israel para nos dirigirmos mais afetuosamente aos irmãos espíritas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Espiritismo é o Novo Israel, estamos sendo conduzidos sob a direção do Espírito de Verdade a um Novo Êxodo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através dele fomos libertos da escravidão (Egito) da morte e do pecado. Da morte – que é a maior angústia dos homens – pois a reencarnação matou a morte. Como consequência fomos também libertos do pecado que passou a ser momento transitório do Espírito, que pode derrotá-lo pela redenção através das múltiplas existências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através da mediunidade foi comprovada a imortalidade da alma, e por ela os “Oráculos de Deus” também nos foram confiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus, o Cristo, é a Terra Prometida, o cumprimento da Promessa, de Seu Evangelho “mana leite e mel”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos irmãos de fé, tenhamos, todavia cuidado, a vaidade que fez tropeçar Israel pode também nos fazer perder a “Promessa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Médiuns, escritores, oradores, entre outros, têm muitas vezes se achado mais importante que a Revelação. Não poucas as vezes pensam serem eles os verdadeiros autores dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, tenhamos cautela, atentemos para o “vigiai e orai”. Não deixemos que os sentimentos do mundo sejam nosso “prato de guisado” e por eles abramos mão de nossa primogenitura, digo de nossas bênçãos espirituais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"&gt; WRIGHT. N.T., Romanos e a Teologia de Paulo – Artigo: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ntwrightpage.com/port/Wright_Romanos_Teologia_Paulo.pdf"&gt;&lt;span style="color: purple; font-family: Calibri; font-size: x-small;"&gt;http://www.ntwrightpage.com/port/Wright_Romanos_Teologia_Paulo.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"&gt; acessado em 20/04/2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"&gt; Idem ibidem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-6613799431522677030?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/6613799431522677030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=6613799431522677030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6613799431522677030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6613799431522677030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/04/novo-exodo.html' title='Novo Êxodo'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-3298863022091920766</id><published>2011-04-19T14:43:00.000-07:00</published><updated>2011-04-19T14:46:32.004-07:00</updated><title type='text'>A Cura da Sogra de Pedro</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;Mateus, 8:14-17 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;E Jesus, entrando na casa de Pedro, viu a sogra deste jazendo com febre.&lt;sup&gt;15&lt;/sup&gt; E tocou-lhe na mão, e a febre a deixou; e levantou-se e serviu-os. &lt;sup&gt;16&lt;/sup&gt; E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele, com a sua palavra, expulsou deles os espíritos e curou todos os que estavam enfermos, &lt;sup&gt;17&lt;/sup&gt; para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E Jesus, entrando na casa de Pedro, viu a sogra deste jazendo com febre.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E Jesus, entrando na casa de Pedro…&lt;/strong&gt; - A casa de cada um é caracterizada pela seleção de valores e objetos, conforme o estado evolutivo conquistado por seu dono. Se fora dela, convivemos com a heterogeneidade, em relação a pessoas, afazeres e até lazer; para a intimidade do lar, só trazemos aquilo que realmente está vinculado à nossa individualidade.&lt;br /&gt;No que diz respeito às exterioridades, procuramos, em casa, o cultivo daquilo que mais nos dá prazer; assim, é lá que ouvimos a música do nosso agrado, usamos vestimenta mais a vontade, realizamos tarefas mais adequadas ao nosso modo de ser.&lt;br /&gt;Entretanto, em relação à convivência com os familiares, a coisa nem sempre acontece ao nosso agrado, visto encontrarmos na parentela, o reflexo daquilo que somos e realizamos no decorrer do tempo. Assim, muitas vezes, onde buscamos prazer, somos defrontados com o serviço necessário em bases de justiça; ao aguardar lealdade, somos traídos por aquele de quem mais esperávamos fidelidade; e no que diz respeito à afinidade, encontramos, nos de nosso sangue, a maior divergência de gostos.&lt;br /&gt;Esta situação, quando defrontada por criaturas despreocupadas com o porquê de sermos ou estarmos, deste ou daquele modo, ou ainda, por pessoas que veem a vida somente pelos olhos do prazer e da satisfação dos sentidos, torna-se bastante aflitiva, senão até impossível de ser vivida. &lt;br /&gt;Neste instante, quando vencidos pelo cansaço, damos guarida aos males relacionados com os nomes de depressão, stress, ou insatisfação, é que se faz urgente abrirmos a porta para que Ele - que nos prometeu alívio - adentre a nossa casa íntima, depois de aguardar tanto tempo lá fora.&lt;br /&gt;Pois foi Ele mesmo, que pacientemente, assim se expressou:&lt;br /&gt;Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a sua porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;…viu a sogra deste…&lt;/strong&gt; - No mundo em que vivemos, a &lt;em&gt;sogra&lt;/em&gt; é personagem de muitos conflitos, deste modo, esta expressão nos serve por precioso instrumento didático.&lt;br /&gt;Sendo a razão simbolizada no elemento masculino, e o sentimento no feminino, temos a &lt;em&gt;sogra&lt;/em&gt; como mãe da mulher, representando assim, a geradora do sentimento.&lt;br /&gt;Se uma geração se aperfeiçoa na subsequente, a sogra é a representação dos valores do sentimento ainda não equilibrado, ou mais especificamente, seria o sentimento com alguns lances de paixão.&lt;br /&gt;Entrando o homem – "razão" – em um novo ambiente – "nova família" -, encontra na &lt;em&gt;sogra&lt;/em&gt; – "sentimento ligado aos valores da retaguarda" – o empecilho às suas realizações, originando aí os conflitos, que se bem administrados trazem imenso benefício à criatura; pois será o sentimento velho, sendo trabalhado pela razão, gerando o sentimento novo, que será por sua vez aperfeiçoado até se completar no Amor Divino, que é a perfeita comunhão dos valores da moral e da ciência.&lt;br /&gt;Jesus &lt;em&gt;viu a sogra&lt;/em&gt; de Pedro, como percebe todos os nossos desequilíbrios; mas por ser a expressão da Misericórdia Plena, não condena, e sim auxilia, para que nos burilemos intimamente, através do Seu exemplo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;…jazendo com febre.&lt;/strong&gt; – Sobre o verbo "jazer" já falamos no estudo anterior, mas repetindo, temos como significado deste, estar deitado no chão ou numa cama.&lt;br /&gt;A &lt;em&gt;febre&lt;/em&gt;, que já foi um terror para muitos enfermos, é hoje, pela medicina atual, melhor estudada, e, portanto, se avaliada de forma satisfatória, pode auxiliar no próprio tratamento.&lt;br /&gt;Ela não é uma doença, e sim consequência desta; funciona como um alarme nos avisando que algo não vai bem, merecendo assim, melhores cuidados.&lt;br /&gt;Quando tomamos um antitérmico, realizamos um tratamento supressivo, não debelando a doença, ao contrário agravando-a às vezes. Mais tarde volta a febre, nos informando que o mal persiste.&lt;br /&gt;Desta forma, se quisermos eliminar a febre, é preciso trabalhar a causa, que é a enfermidade propriamente dita.&lt;br /&gt;Ao ver a sogra de Pedro &lt;em&gt;jazendo com febre&lt;/em&gt;, o Médico Divino, percebeu que algo de mais profundo necessitava ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E tocou-lhe na mão, e a febre a deixou; e levantou-se e serviu-os.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E tocou-lhe na mão…&lt;/strong&gt; - Ao narrar a &lt;em&gt;Parábola do Bom Samaritano&lt;/em&gt;, Jesus nos chama atenção para a atitude do personagem da história, que é o exemplo clássico da caridade cristã. Nos informa o Mestre que ele – o Samaritano – &lt;em&gt;se moveu de&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;íntima compaixão&lt;/em&gt;, por isso se comoveu com o sofrimento daquele que havia sido vítima dos salteadores e o ajudou.&lt;br /&gt;O que é &lt;em&gt;se mover de íntima compaixão&lt;/em&gt;, senão ser &lt;em&gt;tocado&lt;/em&gt; pelo sentimento puro do amor?&lt;br /&gt;Jesus esteve entre nós há dois mil anos, Seu Evangelho tem sido o livro mais discutido do mundo ocidental; mas raros são os que têm sido &lt;em&gt;tocados&lt;/em&gt; pela essência do Seu ensinamento, preferindo a maioria contentar-se com as aparências.&lt;br /&gt;O Senhor &lt;em&gt;tocou-lhe na mão… &lt;/em&gt;diz a narrativa evangélica, foi através desta parte do corpo que ela sentiu o &lt;em&gt;toque&lt;/em&gt; do Cristo.&lt;br /&gt;A &lt;em&gt;mão&lt;/em&gt;, é o instrumento maior do trabalho. De que vale um excelente projeto, se não houver mãos dedicadas que o coloquem em prática?&lt;br /&gt;A sogra de Simão estava deitada com febre, o Excelente Terapeuta, detectou o mal: &lt;em&gt;toucou-lhe na mão&lt;/em&gt;, convidou-a ao trabalho, retirou-a da ociosidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;…e a febre a deixou…&lt;/strong&gt; - Eliminada a causa, cessa o efeito. Jesus curou-a; como cura a todos que se dispõe a trabalhar, a servir em Seu nome.&lt;br /&gt;Como dissemos anteriormente, a &lt;em&gt;febre&lt;/em&gt; é consequência; o Senhor atacou o mal pela raiz.&lt;br /&gt;Excelente exemplo a ser seguido por todos nós. Quantos males poderíamos evitar, se ao invés de nos deixarmos levar pelas reclamações, e pela preguiça, nos dispuséssemos a trabalhar desinteressadamente?&lt;br /&gt;O Evangelho é lição a ser seguida a todo instante. Não nos esqueçamos; quando a temperatura se elevar dentro de nós, &lt;em&gt;o toque do Cristo&lt;/em&gt; é capaz de fazê-la baixar instantaneamente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;…e levantou-se e serviu-os. &lt;/strong&gt;– &lt;em&gt;Levantou-se&lt;/em&gt;, ergueu-se, apresentou-se para o serviço.&lt;br /&gt;Importante observar a colocação do pronome junto do verbo: &lt;em&gt;levantou-se…&lt;/em&gt;, isto é, não pediu a ninguém que fizesse por sua pessoa, ela mesmo se dispôs a ir e realizar. …&lt;em&gt;e serviu-os&lt;/em&gt;; tão importante quanto o fazer, é a qualidade do que se faz. Não basta o movimento, em levantando, usou a atitude para &lt;em&gt;servir&lt;/em&gt;. E servir a quem? Mais uma vez o pronome junto do verbo deve ser analisado: &lt;em&gt;serviu-os&lt;/em&gt;…, ou seja, a todos que lá estavam.&lt;br /&gt;Concluindo temos, o trabalho cabe a nós: &lt;em&gt;levantou-se&lt;/em&gt;; o benefício é para o outro: &lt;em&gt;serviu-os&lt;/em&gt;. Está é a base da Doutrina Cristã, a condição essencial para a Saúde, a Lei que rege todos os destinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele, com a sua palavra, expulsou deles os espíritos e curou todos os que estavam enfermos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E, chegada a tarde …&lt;/strong&gt; - O tempo não para, é essencialmente dinâmico; após um acontecimento, aguarde outro.&lt;br /&gt;Dentro da sucessão normal das coisas &lt;em&gt;a tarde&lt;/em&gt; vem depois do dia. Sendo este dedicado ao trabalho, às realizações do Espírito, e significando também momento de claridade interior; &lt;em&gt;a tarde,&lt;/em&gt; seria a oportunidade de avaliação do trabalho, um final de ciclo, ou ainda, o instante de cessar as provações.&lt;br /&gt;Chegado este tempo, amadurecidos pela experiência de mais uma realização, Jesus pode operar maravilhas em nós, desde que continuemos sintonizados com Ele, e tenhamos humildade para reconhecer que de nós mesmos nada podemos, mas que tudo é possível se feito em harmonia com a Vontade do Criador.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;…trouxeram-lhe …&lt;/strong&gt; - O uso do verbo desta forma, &lt;em&gt;trouxeram-lhe&lt;/em&gt;, denota uma interferência externa no processo de tratamento destes enfermos. Há momentos que o mal se arraiga de tal modo, que torna-se impossível que o próprio enfermo busque a cura por si só; necessitando assim, a participação daqueles que movidos por misericórdia o auxiliem a erguerem-se novamente.&lt;br /&gt;Quando isto acontece, o doente já passou por momentos de muito sofrimento e até mesmo de grande humilhação, fazendo-se necessário por parte de quem auxilia, compreensão do fato, de tal modo que ajude sem humilhar.&lt;br /&gt;Levar aqueles que vêm até nos, cansados e oprimidos, à presença do Divino Amigo, é indício de maturidade espiritual, pois Ele é o verdadeiro Médico em quem podemos confiar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;…muitos endemoninhados…&lt;/strong&gt; - A palavra &lt;em&gt;endemoninhado&lt;/em&gt;, quer dizer tomado pelo demônio. Este termo, largamente usado nas &lt;em&gt;Escrituras&lt;/em&gt;, vem nos mostrar, que a questão da influência dos Espíritos em nossa vida, não é coisa nova, e que também não foi inventada por Kardec; mas mostra-se na historia da Humanidade desde todos os tempos.&lt;br /&gt;Entretanto, se não foi o Ilustre Codificador do Espiritismo quem criou tal situação, foi ele quem pela primeira vez estudou-a de uma forma correta, dando ao acontecimento um tratamento realmente sério e merecido. Assim, temos em toda a Codificação, um estudo seguro sobre o processo obsessivo, suas consequências, profilaxia e tratamento. &lt;br /&gt;Como não é o objetivo desde estudo, o aprofundamento necessário neste tema, remetemos os interessados a obras especializadas como &lt;em&gt;O&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Livro dos Médiuns&lt;/em&gt;, os livros de André Luiz, Manoel Philomeno de Miranda, entre outras; afirmando simplesmente, que a imperfeição moral acha-se na base de toda esta problemática, cabendo desta forma, a todos nós que diariamente estamos envolvidos nesta questão, a oportuna meditação sobre o fato, pois o Evangelho é claro: &lt;em&gt;trouxeram-lhe "muitos" endemoninhados…&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;…e ele, com a sua palavra, expulsou deles os espíritos…&lt;/strong&gt; - Voltando a tema já falado em nosso estudo, não podemos deixar de citar novamente o problema da influenciação espiritual, pois a expressão usada pelo Evangelista é clara e não deixa dúvidas: &lt;em&gt;expulsou deles os espíritos…&lt;/em&gt;, nos mostrando que entre eles – os discípulos e o Cristo – tal fato era corriqueiro, e que todos sabiam da existência desta influenciação e da necessidade de combatê-la; e que os demônios, não são nada mais nem nada menos do que &lt;em&gt;espíritos&lt;/em&gt; desencarnados que estão provisoriamente afastados do Bem, buscando por suas próprias mãos exercer a justiça que só ao Criador cabe realizar. Esta influência pode levar aquele que a sofre às mais variadas enfermidades do corpo físico, trazendo portanto, enorme sofrimento a todos vinculados ao processo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;…e curou todos os que estavam enfermos…&lt;/strong&gt; - Sobre o poder curador da palavra do Cristo já tivemos a oportunidade de falar; mas torna-se útil observar que, em se tratando da cura pela &lt;em&gt;palavra&lt;/em&gt;, é imprescindível observar dois requisitos básicos para que esta se dê, são eles: o Amor com que se fala e a autoridade daquele que fala. Se no plano em que nos movemos é fácil de enganar àqueles com quem convivemos, o mesmo não se dá em relação aos Espíritos; portanto, este amor e a autoridade a que nos referimos, são baseados nas conquistas verdadeiras do Espírito, porque na espiritualidade fácil é sermos reconhecidos como realmente somos, e segundo nossas mais ocultas intenções.&lt;br /&gt;Concluindo, podemos afirmar que, é buscando os valores que despertam a potencialidade do Espírito, que conquistaremos o poder de operar como o Cristo, e assim, como ele, também poder curar &lt;em&gt;todos os enfermos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz…&lt;/strong&gt; - Esta forma de narrar, citando passagens do Velho Testamento, é típica de Mateus. Este evangelista escreveu estas anotações visando principalmente divulgar a Boa Nova entre o povo hebreu, por isso, cita várias vezes, trechos das profecias antigas já conhecidas deles.&lt;br /&gt;É importante tirar de tudo no Evangelho ensinamentos que venham a nos auxiliar na nossa caminhada rumo ao progresso.&lt;br /&gt;A dureza de nossos corações – fariseus modernos que somos -, e a dificuldade de assimilar o novo, quando este contraria interesses imediatos, nos faz rejeitar interessantes propostas de vida; é preciso assim, que a Providência permeie a ideia nova, com os valores ligados à retaguarda, de modo que, possamos por interesse vivenciar a atitude nobre, até que cresça em nós a conscientização da necessidade de mudança por assimilação da virtude propriamente dita.&lt;br /&gt;Portanto, ao citar o profeta Isaías, o evangelista mostra aos seus irmãos de raça, que Jesus é o Cristo aguardado e previsto segundo as escrituras, e que Sua aceitação não contraria as normas divinas, muito antes pelo contrário. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças.&lt;/strong&gt; – Muito se tem discutido sobre o poder de Jesus em Suas magníficas realizações; teria realmente o Senhor poder para realizar curas e fatos extraordinários, ou seria simplesmente obra da ingênua credulidade dos homens.&lt;br /&gt;Como já deixamos claro no início deste trabalho, Jesus é o Arquiteto deste Orbe, o Enviado Divino que tomou para Si a responsabilidade de condução da Terra. Espírito de altíssima evolução, conhece o mecanismo de Leis que nós, seres ainda bastante atrasados, longe estamos de saber; portanto, não é de graça, mas pela Graça de ter atingido a meta da evolução, e se tornado Espírito Puro, pôde Ele unir o hidrogênio e o oxigênio e fazer a água; trabalhar a camada de ozônio que protege a Terra; curar doentes quando muitos não acreditavam mais em sua recuperação.&lt;br /&gt;Isto tudo já estava previsto nos Planos de Desenvolvimento do Criador, o que o profeta fez foi sintonizar com o Divino, e assim poder adiantar para os homens sobre a vinda do Messias; conscientizando a todos de que Ele era realmente o que tinha em Si o Poder de reconduzir todos ao estado de saúde plena.&lt;br /&gt;Mas apesar de toda esta capacidade, não pode o Cristo derrogar a Lei Suprema. Lei que determina, como Ele mesmo disse, &lt;em&gt;a cada um segundo as suas obras&lt;/em&gt;; assim, quando o Evangelho nos fala que pode Jesus tomar &lt;em&gt;sobre si as nossas enfermidades&lt;/em&gt; e levar &lt;em&gt;as nossas doenças&lt;/em&gt;, quer dizer que, se quisermos curar-nos definitivamente, é preciso vivenciar os Seus ensinos; aprender com Ele a amar como Ele nos amou; pois o Amor quando dinamizado pode transportar montanhas, criar Mundos, realizar Obras magníficas…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Extraído do Livro &lt;a href="http://www.itapuaeditora.com.br/?pg=evangelho"&gt;&lt;em&gt;Jesus Terapeuta &lt;/em&gt;editado pela Editora Itapuã&lt;/a&gt;.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-3298863022091920766?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/3298863022091920766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=3298863022091920766' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/3298863022091920766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/3298863022091920766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/04/cura-da-sogra-de-pedro.html' title='A Cura da Sogra de Pedro'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-4221350531403123824</id><published>2011-03-18T10:55:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T10:55:35.408-07:00</updated><title type='text'>Jesus e a Inteligência Emocional</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;Dentro da conceituação dos dicionários Inteligência é a faculdade de aprender, apreender ou compreender; percepção, apreensão, intelecto, intelectualidade. Qualidade ou capacidade de compreender e adaptar-se facilmente; capacidade, penetração, agudeza, perspicácia. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a psicologia é a capacidade de resolver situações problemáticas novas mediante reestruturação dos dados perceptivos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muito se tem falado atualmente de inteligência sobre vários aspectos. Durante muito tempo se afirmou que a inteligência era hereditária e que podia ser medida. A unidade desta medida era o Q.I (Quociente de Inteligência) que era medido através de testes. Eram avaliadas as capacidades verbais e não verbais, memória, vocabulário, compreensão, solução de problemas, raciocínio abstrato, processamento de informações, habilidades motoras, etc..&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Havia assim, basicamente dois tipos de inteligência a linguística e a lógico-matemática.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos dias atuais foi aprofundado o entendimento deste tema, e estudiosos como Daniel Goleman e Howard Gardner nos propõem outros tipos de inteligências, afirmando ainda que estas podem ser aprendidas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim surge com Gardner a teoria das Inteligências Múltiplas, e com Goleman a partir do estudo da teoria de Gardner a "Inteligência Emocional".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tema se tornou de tal forma importante que até as contratações de funcionários pelos departamentos de recursos humanos das empresas tiveram que se adaptar aos novos padrões, e hoje o que era um fator de grande importância para a contratação de pessoal, o QI, já não é mais, pois esta capacidade está perdendo terreno para outras qualidades como a de gerenciar as emoções de modo satisfatório, para dizer apenas uma.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nosso objetivo nestas linhas não é realizar um estudo do tema sob o ponto de vista da psicologia, visto que sob esta ótica há profissionais mais abalizados para falar sobre o assunto. Aqui pretendemos levantar apenas alguns tópicos levantados pelos modernos estudiosos das questões do comportamento, e mostrar, que devido a sua superioridade espiritual, Jesus, já há dois mil anos sabia de tudo isso e trabalhava em seu Evangelho conceitos que não só dão sustentação aos estudos atuais, como até propõe soluções que muitos deles ainda não viram.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vamos, desta forma, destacar algumas habilidades consideradas importantes, que na opinião destes estudiosos atuais facilitaria o acesso à felicidade, ao sucesso e a outros estados tão ambicionados por todos, e fazer uma correlação com as propostas do Evangelho deixadas por Jesus para que pudéssemos segundo Ele, atingir a vida plena e abundante de saúde e paz.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conhecer as próprias emoções – Autoconhecimento:&lt;/strong&gt; - É o conhecimento que o homem tem de si próprio, de seus sentimentos, de desejos e ambições. Como se comporta diante de "tal" ou"qual"  situação? Esta é uma competência fundamental para que o homem tenha confiança em si e conheça seus pontos fortes e fracos. Possuindo esta competência tem o ser humano de um modo geral muito mais condições para atingir seus objetivos e relacionar melhor com as pessoas. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Proposta do Evangelho:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Tu porém, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em oculto… (Mateus, 6: 6)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Quem dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra. (João, 8: 7)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lidar com os sentimentos. Ter capacidade de gerenciar os sentimentos&lt;/strong&gt; – É de grande importância saber lidar com os nossos próprios sentimentos. Quando assim o fazemos melhor nos adequamos a pessoas e ambientes conseguindo assim não só um melhor relacionamento como também uma maior capacidade de êxito naquilo que nos propusemos a realizar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Devido às nossas várias experiências reencarnatórias trazemos em nosso psiquismo uma enormidade de sentimentos a serem trabalhados, sentimentos estes que vêm à tona a todo momento. Não podemos evitá-los já que fazem parte da nossa história psicológica, porém podemos e devemos administrá-los com consciência criando em nós uma nova realidade emocional que será muito útil na conquista de novas posições de saúde.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Somos seres bem equilibrados e ajustados quando tudo vai bem, comportamos adequadamente quando estamos felizes e satisfeitos. Todavia, quando algo nos contraria, quando somos pressionados, como temos nos manifestado?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jesus ensinou-nos com o seu próprio exemplo a gerenciar as emoções, ele mais do que ninguém foi pressionado em vários instantes e sempre agiu com tranqüilidade e segurança.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Passagens para serem meditadas no Evangelho sobre o assunto:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Então, retirando-se os fariseus, consultaram entre si como o surpreenderiam em alguma palavra.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E enviaram-lhe os seus discípulos, com os herodianos, dizendo: Mestre, bem sabemos que és verdadeiro e ensinas o caminho de Deus, segundo a verdade, sem te importares com quem quer que seja, porque não olhas à aparência dos homens.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Dize-nos, pois, que te parece: é lícito pagar o tributo a César ou não?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Jesus, porém, conhecendo a sua malícia, disse: Por que me experimentais, hipócritas?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E ele disse-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Disseram-lhe eles: De César. Então, ele lhes disse: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E eles, ouvindo isso, maravilharam-se e, deixando-o, se retiraram. (Mateus, 22: 15 a 22)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Porém Jesus foi para o monte das Oliveiras.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E, pela manhã cedo, voltou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando, e, na lei, nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Isso diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se e disse-lhes: Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Quando ouviram isso, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficaram só Jesus e a mulher, que estava no meio.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E, endireitando-se Jesus e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais. (João, 8: 1 a 11)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Motivar-se, ter vontade de realizar, otimismo.&lt;/strong&gt; – As emoções são de grande importância para todos. São elas que dão um colorido às nossas ações, são elas que nos qualificam, nos individualizam.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desta forma, em gerenciando-as, é preciso colocá-las a serviço de nosso objetivo. Aquele que é otimista sabe que todas as dificuldades são contornáveis, servem mesmo como exercício visando nosso crescimento pessoal, por isso conseguem realizar com sucesso tudo que foi planejado. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Encaremos as dificuldades sob um novo prisma, busquemos analisá-las e compreender seu objetivo, tudo na vida tem a sua função.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Meditemos no ensinamento de Jesus:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Tenho-vos dito essas coisas para que vos não escandalizeis.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Expulsar-vos-ão das sinagogas; vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E isso vos farão, porque não conheceram ao Pai nem a mim.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Mas tenho-vos dito isso, a fim de que, quando chegar aquela hora, vos lembreis de que já vo-lo tinha dito; e eu não vos disse isso desde o princípio, porque estava convosco.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Um pouco, e não me vereis; e outra vez um pouco, e ver-me-eis, porquanto vou para o Pai.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Então, alguns dos seus discípulos disseram uns para os outros: Que é isto que nos diz: Um pouco, e não me vereis, e outra vez um pouco, e ver-me-eis; e: Porquanto vou para o Pai?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Diziam, pois: Que quer dizer isto: um pouco? Não sabemos o que diz.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Conheceu, pois, Jesus que o queriam interrogar e disse-lhes: Indagais entre vós acerca disto que disse: um pouco, e não me vereis, e outra vez um pouco, e ver-me-eis?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Na verdade, na verdade vos digo que vós chorastes e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes; mas a vossa tristeza se converterá em alegria.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já se não lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Assim também vós, agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria, ninguém vo-la tirará. (João, 16: 1 a 4; e 16 a 22)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. (João, 16: 33) &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reconhecer emoções nos outros; empatia.&lt;/strong&gt; – Uma das qualidades daquele que usa bem a sua inteligência emocional é a capacidade de distanciar-se emocionalmente dos acontecimentos e saber se colocar no lugar do outro. Para que isso aconteça é preciso perceber o outro, captar seu sentimento, escutá-lo com atenção. Em outras palavras, é preciso exercitar a compreensão, a calma, e evitar as explosões tão prejudiciais ao relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Proposta Evangélica:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que, pela boca de duas ou três testemunhas, toda palavra seja confirmada.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. (Mateus, 18: 15 a 18)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas. (Mateus, 7: 12)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lidar com relacionamentos. Aptidão social&lt;/strong&gt; – Este tópico é uma extensão do anterior. Trata-se de nossa capacidade de lidar com as emoções do grupo de uma forma geral. Voltamos aqui a falar da importância de se praticar a virtude da compreensão. É preciso cultivar a arte dos relacionamentos, da boa convivência, e para tal é imprescindível entender a expectativa do outro, suas metas, seus desejos, sentimentos e ambições. Em síntese, compreender o estado evolutivo de cada um, sem agredir; todavia não se deixando contaminar por seu modo de enxergar os acontecimentos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Faz-se necessário viver no mundo sem ser do mundo. Cada um tem o seu diferencial.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aqui entra uma nova virtude, a da adequação. Para nos fazermos compreendido é preciso nos fazermos entender. Jesus foi o maior educador de todos os tempos, pois se fez entender por todos, independente da posição evolutiva de quem o ouvia. Todos e em todas as épocas puderam compreendê-lo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que aconteceria se Ele nos mostrasse Deus, a vida, e os princípios que regem o Cosmos de acordo com o seu entendimento superior? Nada entenderíamos, e sua presença entre nós seria inútil. A adequação é uma das formas de se praticar o amor universal.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lições Evangélicas:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas? &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do Reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; porque àquele que tem se dará, e terá em abundância; mas aquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Por isso, lhes falo por parábolas, porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem, nem compreendem.  (Mateus, 13: 10 a 13)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E, respondendo João, disse: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava os demônios, e lho proibimos, porque não te segue conosco.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;E Jesus lhes disse: Não o proibais, porque quem não é contra nós é por nós. (Lucas, 9: 49 e 50) &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;&lt;em&gt;Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. (João, 13: 34 e 35)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-4221350531403123824?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/4221350531403123824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=4221350531403123824' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4221350531403123824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4221350531403123824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/03/jesus-e-inteligencia-emocional.html' title='Jesus e a Inteligência Emocional'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-6383560337695724402</id><published>2011-02-16T06:31:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T06:31:02.655-08:00</updated><title type='text'>Educação e Evangelho (III)</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Evangelho é o tratado educacional mais amplo e completo que existe. Jesus entre os poucos títulos que aceitou para si, o de Mestre é o que lhe cai melhor devido ser a missão de educador a mais importante que Ele executou.&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, porque eu o sou.[1]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A tradução que o redator evangélico emprega aqui é &lt;em&gt;didascalos&lt;/em&gt;, do grego, que em português é mestre, porém na língua original de Jesus era &lt;em&gt;rabbi&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Rabbi&lt;/em&gt; é muito mais do que mestre, pois deriva de &lt;em&gt;rab&lt;/em&gt;, "grande" "abundante"; &lt;em&gt;rabbi&lt;/em&gt; é então aquele em quem abunda a Lei de Deus, aquele que torna ela – a Lei – acessível a seus aprendizes. &lt;em&gt;Rabbi&lt;/em&gt; é, deste modo, um mestre espiritual.&lt;br /&gt;João, o Batista, aquele que precedeu a Jesus e o anunciou, assim definiu a missão do Meigo Nazareno:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.[2]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A palavra pecado no original grego é &lt;em&gt;harmatía&lt;/em&gt;, que traduzida literalmente significa "perder a meta", "errar o alvo"; Jesus é assim aquele que tem a missão de mostrar o caminho certo aos homens afim de que cada um não perdendo sua meta original possa cumprir sua finalidade na Terra, que é a de estar integrado nas Leis Universais que dirigem o Cosmos.&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância.[3]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.[4]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Por tudo isso dizemos ser o Evangelho o maior tratado de educação já ensinado, pois Jesus sendo um Espírito Perfeito, tudo o que ele fazia era com perfeição, desde trabalhar a madeira em seu ofício de carpinteiro até educar almas, sua missão maior.&lt;br /&gt;A partir de agora analisaremos alguns pontos do Evangelho salientando assim essa missão superior do Grande Enviado.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Discípulos = Educadores: Pescadores de Homens&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;E aconteceu que, cercando-o a multidão para ouvir a palavra de Deus, à margem ao lago de Genesaré, viu estar dois barcos junto à praia do lago; e os pescadores, havendo descido deles, estavam lavando as redes.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Subindo num dos barcos, o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da terra; e, assentando-se, ensinava do barco a multidão.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Quando acabou de falar, disse a Simão: faze-te ao mar alto, lançai as vossas redes para pescar.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Simão responde e diz:: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sob tua palavra, lançarei a rede.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;E, fazendo assim, pegaram uma grande quantidade de peixes, tanto que suas redes rasgam-se.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;E fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco, para que os fossem ajudar. E foram e encheram ambos os barcos, de maneira tal que quase iam a pique.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;E, vendo isso Simão Pedro cai aos joelhos de Jesus, dizendo: Senhor, afasta-te de mim, por que sou um homem pecador.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Pois que o espanto se apoderara dele e de todos os que com ele estavam, por causa da pesca que haviam feito, e, de igual modo, também de Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram companheiros de Simão. E disse Jesus a Simão: Não temas; de agora em diante, serás pescador de homens.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;E, levando os barcos para terra, deixaram tudo e o seguiram.[5]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;O verdadeiro educador não pode ser elitista, não pode privilegiar a uns em detrimentos de outros. A educação, como a medicina, é também uma missão e não uma fonte de gerar riquezas materiais. Jamais esqueçamos que o alvo da educação é o educando, isto é o Ser humano.&lt;br /&gt;A multidão cercava Jesus para ouvir a palavra de Deus e Ele carinhosamente a revelava a todos indistintamente.&lt;br /&gt;É lógico que Ele sabia, profundo conhecedor da alma humana que era, que nem todos estavam preparados para compreender os ensinamentos superiores, porém, também sabia que a Evolução é uma lei natural, e que se hoje muitos não compreendem, amanhã, mais amadurecidos iriam entender e assim se transformarem em seres melhores.&lt;br /&gt;Assim, sabia da importância de formar um quadro de seguidores à altura de dar continuidade ao Seu trabalho, e também de chegarem com sua mensagem até o íntimo daqueles que ainda não estavam preparados para entender Seus ensinamentos diretamente da Fonte Superior. Do mesmo modo que Deus precisou de Jesus para Se revelar, Ele também necessitava de outros educadores (discípulos) para se fazer compreendido.&lt;br /&gt;Além, como já dissemos, de não discriminar pessoas, Superior Pedagogo que era, ensinava em todos os ambientes onde houvessem elementos dispostos a aprender. Não construiu templos de pedra, nem mostrou ser o ambiente físico essencial para que fossem veiculados Seus ensinamentos; a &lt;em&gt;Palavra de Deus&lt;/em&gt;, ou a explicação da Torah, como era comum à época, era levada em barcos, no alto de um monte, nas margens de um lago, do mesmo modo que em templos e sinagogas. Com simplicidade e amor atingia a alma daqueles que O ouviam e assim despertava nestes o que existia de melhor em matéria de sentimentos e ambições.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Viu estar dois barcos junto à praia do lago; e os pescadores, havendo descido deles, estavam lavando as redes&lt;/em&gt;. &lt;/strong&gt;Havia chegado o fim de mais um ciclo de trabalho material, os pescadores após um momento de busca do alimento do corpo físico, estavam sedentos de um alimento que não se esgotasse e saciasse a fome da alma. Eles conscientemente não compreendiam isto, porém, Ele, o Mestre dos mestres, alcança todas as nossas necessidades e sabia como era propício o momento para um ensinamento de ordem superior. Enquanto aqueles humildes homens limpavam a rede do lodo e das ramagens que nelas permaneciam, a vida preparava-os para lições imorredouras.&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;barco&lt;/em&gt; representa a possibilidade de realização de cada um. Jesus subiu no de &lt;em&gt;Simão&lt;/em&gt; como se faz necessário que suba também no nosso a nos conduzir a portos mais seguros.&lt;br /&gt;A grande lição daquele momento estava sendo amadurecida, a da necessidade dos discípulos, e assim cada um de nós, se tornar um pescador de homens, um educador de almas, ou ainda um motivador nos homens de atitudes moralmente positivas. Jesus tinha ciência disso e assim cuidava da lição nos mínimos detalhes, por isso pediu-lhes: &lt;em&gt;"afaste o barco&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;um pouco da terra&lt;/em&gt;", mostrando-nos que para realizarmos o milagre da vida que é ensinar os homens a faculdade de amar, é preciso que estejamos distantes dos interesses puramente materiais representados na narrativa evangélica pelo afastamento da terra. Pois só desligados dos valores do "terra-terra" pensamos nas questões espirituais.&lt;br /&gt;Fazendo desta forma, e sabendo que tal recurso didático seria reconhecido com o decorrer dos séculos, o grande Rabi, que tem a paciência de deixar que o tempo realize o seu trabalho, senta-se e distanciado dos sentimentos contraditórios manifestados pela multidão, ensina a todos a palavra de Deus.&lt;br /&gt;Significativas lições podemos retirar desta passagem conforme vimos narrando, cabendo a cada educador situar-se dentro do contexto, buscando a utilidade de cada expressão para seu momento evolutivo; salta-nos aos olhos porém a necessidade da preparação do ambiente e dos elementos a serem valorizados, lembrando sempre que falamos de preparação vibratória e espiritual, e não como desculpa para elitizar e discriminar pessoas e locais. Jesus, como já dissemos, ensinava a todos e onde se fizesse presente a necessidade de aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quando acabou de falar, disse a Simão: faze-te ao mar alto, lançai as vossas redes para pescar.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Excelente didática a do Meigo Nazareno, após conhecer a lição, necessário se faz que a pratique como forma de fixar o aprendizado. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Faze-te&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, como expressão do dinamismo necessário; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;ao mar alto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, isto é, ao palco das vicissitudes da vida, ou aos embates do dia a dia, tão necessários à evolução de todos nós.&lt;br /&gt;Como já´foi dito, Jesus tinha por objetivo educar o homem promovendo-o a uma moral superior e a conquistas de maior espiritualidade. Por ser Mestre de sabedoria tinha conhecimento de que se fazia necessário que cada um passasse por experiências na faixa da dualidade, experiências estas que se não compreendidas podem significar mais dores e até mesmo um maior distanciamento da meta original. Assim, se sugeria que cada qual carregasse a sua cruz[6], também não deixava de chamar a atenção para o &lt;em&gt;vigiai e orai&lt;/em&gt;.[7]&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Faze-te ao mar alto, lançai as vossas redes para pescar...&lt;/em&gt; é como se dissesse, vá à luta mas jamais esqueça seu objetivo principal: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;lançai as vossas redes para pescar...&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aí entra novamente a necessidade daquele que promove a educação reavaliar em conjunto com os que são o alvo de seu trabalho, qual é o objetivo de cada um, que tipo de pesca quer realizar. Jesus tinha a certeza da necessidade de cada um conhecer o Pai e assim se libertar, tinha convicção de que a prioridade era servir a Deus através da vida:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.[8]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Portanto avaliemos, o que queremos da vida? A que realização estamos vinculados no plano dos desejos e ambições? Como temos trabalhado tudo isso em relação ao nosso semelhante?&lt;br /&gt;São questões necessárias, pois lembremos, como pais, amigos, companheiros de trabalho, ou onde quer que estejamos, somos sempre evangelizadores, outra palavra sinônima de educadores.&lt;br /&gt;Simão podia, como todos nós, ter os seus defeitos, mas Jesus que via além das aparências, encontrou nele qualidades dignas de investimento visando um objetivo maior. O nome dado a ele mais tarde, Pedro, não era usado anteriormente como nome de pessoa. Pedro vem do grego &lt;em&gt;Petros&lt;/em&gt; ou de seu correspondente aramaico &lt;em&gt;Kepha&lt;/em&gt; que quer dizer "rocha". Todavia, aqui, além de notarmos nele a firmeza característica de uma rocha vemos também que ele era perceptivo e tinha grande discernimento: &lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sob tua palavra, lançarei a rede. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Em primeiro lugar, ele reconheceu a autoridade de Jesus, coisa que nestes dois mil anos temos tido a dificuldade de aceitar. Desta forma, ele rapidamente vê a oportunidade de dar um novo sentido ao seu trabalho, e o que é mais importante, ajusta-se a ele sem perda de tempo: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;sob tua palavra, lançarei a rede.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Só essa frase de superior sabedoria é suficiente para realizarmos grande meditações, pois o que não poderíamos fazer se sobre a palavra do Cristo empreendêssemos todas as nossas realizações? Será que conseguimos alcançar a profundidade desta afirmativa do discípulo Pedra?&lt;br /&gt;A palavra &lt;strong&gt;&lt;em&gt;noite&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; expressando em que momento trabalhava Simão espelha muito bem as nossas atuações. Por priorizarmos as conquistas materiais, e apostarmos nelas nossas principais fichas, pouco produtivas têm sido nossas conquistas em matéria de paz e grandes dores temos gerado; é que temos trabalhado na noite dos tempos, ou seja, envolto em trevas desprezando sempre a Luz que é a "palavra do Senhor" que nos fora revelada em todos os tempos por vários de Seus mensageiros.&lt;br /&gt;Simão tinha trabalhado toda a noite, como nós estava cansado, angustiado e nada tinha produzido. No entanto surgia uma nova oportunidade, oportunidade essa que nos é clara a todo instante:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;…sob tua palavra, lançarei a rede.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Assim, voltamos a repetir pois se faz necessário. Qual tem sido a prioridade do modelo educacional que reina atualmente em nosso meio? Produzir homens bons ou produzir homens capazes de muito possuir? Gerar criaturas interiorizadas, ou cultivar os valores da estética e da beleza exterior? Quem são os nossos ídolos? Temos produzido harmonia ou dissensões?&lt;br /&gt;É que temos trabalhado à noite, e se os resultados não têm sido muito satisfatórios, façamos do mesmo modo que aquele que foi denominado pelo Senhor como &lt;em&gt;Kepha&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sob tua palavra, lançarei a rede.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;O texto evangélico é claro: &lt;strong&gt;…&lt;em&gt;e, fazendo assim, pegaram uma grande quantidade de peixes, tanto que suas redes rasgam-se.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É que caminhando conforme a orientação daquele que é o verdadeiro Pastor de Almas, isto é, em consonância com a Lei de Deus que é a própria misericórdia, seremos sempre fartos, e muitos mais do que isso, seremos abundantes em realizações e conquistas espirituais.&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia…[9]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A pesca fala-nos da conquista do alimento físico do homem, ela representa assim, todo trabalho voltado para realizações materiais. Jesus, conforme narra o evangelista, tem por objetivo fazer que o Seu seguidor torne-se um &lt;em&gt;&lt;strong&gt;pescador de homens&lt;/strong&gt;, &lt;/em&gt;ou seja, alguém que promova a conquista do alimento espiritual para si e também para todos, pois aquele que se ajusta aos princípios morais que regem o universo, conscientiza-se de que o Cosmos é uma unidade orgânica em que todos somos unidades menores com o compromisso de trabalhar pela harmonia do todo.&lt;br /&gt;Assim, o verdadeiro cristão é alguém comprometido com a prática educacional a todo instante, pois além de autoeducar-se, gera impulsos edificadores em todos com quem convive.&lt;br /&gt;Fazendo assim, a educação deixa de ficar circunscrita à escola e ganha dimensões inimagináveis pois a virtude vivenciada se multiplica acima de qualquer projeção matemática conhecida por equações humanas. Quando analisamos deste modo, a recomendação do Senhor, &lt;em&gt;Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura[10], &lt;/em&gt;deixa de ser simples prática de proselitismo para tornar verdadeiro tratado científico de educação, pois &lt;em&gt;&lt;strong&gt;fazendo assim, pegaram uma grande quantidade de peixes, tanto que suas redes rasgam-se&lt;/strong&gt;. &lt;/em&gt;Até mesmo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;os companheiros que estavam no outro barco&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; se beneficiam como resultado deste efeito multiplicador da prática evangélica, comprovando assim, o que dissemos anteriormente sobre o processo educacional da verdade de Deus vivenciada.&lt;br /&gt;Simão se maravilha. Aqueles que são por natureza firmes em suas convicções, só diante de uma verdade maior se convencem de uma nova realidade; Simão era assim, por isso representa a liderança que o Senhor espera de cada um de nós, firmeza nas convicções, mas sempre com abertura a novas propostas evolutivas, desde que devidamente embasadas.&lt;br /&gt;A atitude de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;cair de joelhos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; fala-nos da rendição necessária que devemos ter diante do Maior, que no caso aqui é a Palavra de Deus através de Jesus. Dizemos isso com maior clareza, visto ser bastante comum sermos reacionários diante de uma nova proposta, mesmo que essa seja superior à que esposamos. E isso se dá até mesmo no movimento espírita. Achamos excelente a palavra do Codificador quando nos propõe uma doutrina evolucionista capaz de assimilar novas evidências, mas temos imensa dificuldade de aceitar qualquer coisa que não tenha sido tratada por ele na Codificação.&lt;br /&gt;O espanto se generaliza, mas é este bem conduzido pelo Rabi, que sabe que às vezes o choque é um elemento necessário para despertar valores milenarmente adormecidos no Ser, por serem estes imanentes em nós desde o princípio dos tempos.&lt;br /&gt;Assim, Tiago, João, e André, mesmo que este não seja nominalmente citado, representam nossos companheiros de viagem, aqueles com quem, com a permissão da Vida, trabalhamos nossas potencialidades divinas mais de perto, tornando-nos assim capazes de, dentro de um menor tempo possível, nos fazermos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;pescadores de homens&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, isto é, &lt;strong&gt;educadores de almas&lt;/strong&gt; dentro de uma nova proposta de edificação constante dos Seres para a única realidade perene da vida: &lt;strong&gt;Deus e Sua Lei como manifestação de tudo o que existe.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Façamos, deste modo, como os primeiros educadores convocados pelo Senhor, levemos nossos &lt;em&gt;&lt;strong&gt;barcos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;para a terra&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, ou seja, para a nossa vida diária, mas deixando para trás &lt;em&gt;tudo&lt;/em&gt; que significa atraso em matéria de evolução para o espírito imortal, &lt;em&gt;seguindo&lt;/em&gt; a melhor proposta educacional de todos os tempos, a do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[1] João, 13:13&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[2] João, 1: 29&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[3] João, 10: 10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[4] João, 14:6&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[5] Lucas, 5 1 a 11&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[6] Cf. Mateus 16:24.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[7] Marcos, 14: 38&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[8] João 4, 34&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[9] Mateus, 5: 6 e 7&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[10] Marcos, 16: 15&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-6383560337695724402?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/6383560337695724402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=6383560337695724402' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6383560337695724402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/6383560337695724402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2011/02/educacao-e-evangelho-iii.html' title='Educação e Evangelho (III)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-536359118361027994</id><published>2010-12-30T02:02:00.000-08:00</published><updated>2010-12-30T02:02:59.572-08:00</updated><title type='text'>Educação e Evangelho (II)</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 226pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;"Resplandeça a vossa luz" - Jesus (Mateus, 5: 16)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Dando continuidade aos nossos comentários sobre o tema Educação, podemos agora nos aprofundarmos um pouco mais no porquê de afirmarmos ser a Doutrina Espírita à luz do Evangelho de Jesus não só um ótimo instrumento educativo, mas talvez o melhor. É a Doutrina Espírita segundo esse ângulo de visão a que realmente pode transformar o Ser por tocar nos temas fundamentais da existência, apoiados por uma moral universal.&lt;br /&gt;Para que aja uma melhor compreensão do assunto faz-se necessário retomarmos alguns conceitos do que seja educar, já trabalhados por nós anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Extrair ou desenvolver faculdades físicas, intelectuais e morais do educando&lt;/em&gt; (Etimologia). O que dá a entender que o educando já as possui latente em sua intimidade, educar assim seria "tirar de dentro". &lt;br /&gt;Educação é a arte de formar caracteres, de suscitar novos hábitos, … educação é o conjunto de hábitos adquiridos. (Kardec, LE Q. 685)&lt;br /&gt;Toda influência exercida por um espírito sobre outro, no sentido de despertar um processo de evolução. (Dora Incontri)&lt;br /&gt;Como primeira conclusão podemos dizer que os potenciais positivos já existem na própria criatura, e que "formar caracteres" como coloca o Codificador do Espiritismo é despertar estes potenciais, é "suscitar novos hábitos", porém hábitos integrados às Leis Universais, pois se o modo de ser de um indivíduo é determinado por uma conduta contrária às legislações cósmicas, estes traços particulares do seu caráter destoam de suas tendências originais, necessitando assim, de uma transformação visando sua harmonia com o andamento natural dos eventos universais.&lt;br /&gt;Allan Kardec, o sábio organizador das verdades reveladas pelos Espíritos superiores, iniciou o estudo da Doutrina Espírita buscando uma compreensão de Deus e de sua &lt;em&gt;creação&lt;/em&gt;, só assim poderia ser iniciada uma proposta educacional: pela compreensão das questões máximas da vida.&lt;br /&gt;Seguindo o mesmo caminho, ao dissertarmos, mesmo que de forma singela sobre importante tema, não podemos seguir outro roteiro; assim, faz-se necessário uma mais ampla compreensão de Deus sobre seus aspectos básicos: &lt;em&gt;transcendência&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;imanência&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;É comum nos dias de hoje no meio espírita o saber de cor determinadas conceituações expressas na Codificação. Deste modo, todos sabem que Deus é a Inteligência Suprema, Causa Primária de todas as coisas conforme o Livro dos Espíritos questão número um. Todavia, quantos são os que entendem o que os Espíritos aqui quiserem dizer? Não basta ler as obras espíritas como se fosse uma novela ou um romance qualquer, é preciso aprender a pensar e formar um entendimento superior. Esta deve ser a tônica de toda proposta educativa.&lt;br /&gt;Afirmam os Instrutores superiores que Deus é "Inteligência Suprema", e daí podemos depreender não ser o Criador um ser inteligente, este é o conceito dado para Espíritos conforme a questão 76 de O Livro dos Espíritos: "seres inteligentes da criação". Deus é a Inteligência Suprema, repetimos, isto é, a "Alma" do Universo e não um Espírito superior como supõe muitas vezes o nosso atavismo antropomórfico. Continuam… "Causa Primária de todas as coisas". Isto quer dizer que Deus é o Creador de tudo, nada do que existe teve outra origem, e assim podemos dizer que tudo o que existe saiu de Deus, pois não há como ser diferente, nada existe exterior à Divindade.&lt;br /&gt;É para que possamos entender melhor e completarmos estes conceitos que temos que abordar os temas transcendência e imanência.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Transcendência&lt;/em&gt; é o estado que está além dos limites do possível; um estado do que é superior, sublime, excelso.&lt;br /&gt;Deus, antes de &lt;em&gt;crear&lt;/em&gt; era o "Uno-Todo", toda Sua obra ainda não existia, deveria sair de Si. Após a obra feita, passa a existir a distinção Creador e creatura.&lt;br /&gt;Este Deus que permanece acima de sua obra, Inacessível, Invulnerável, Absoluto, Uno, é o Deus transcendente, o Creador do Universo, Causa primária de todas as coisas.&lt;br /&gt;Todavia não podemos deixar de levar em consideração o aspecto imanente da Divindade. &lt;em&gt;Imanência&lt;/em&gt; seria assim, a permanência de Deus na obra creada; não podendo nada existir exterior a Deus, Ele está em todas as coisas. É o espírito que se prendeu à forma objetivando sua volta consciente ao Pai; é o impulso creador que leva tudo "para frente e para o alto". Desta forma podemos afirmar que Deus permaneceu no Universo, não exteriormente, mas intimamente, exercendo o ato de crear constantemente com a Sua presença.[1]&lt;br /&gt;Este Deus imanente é o que a psicologia chama de "Self" ou "Eu profundo", os místicos denominam "Cristo interior" ou "Centelha Divina". Não foi por outro motivo que Jesus, o Médium de Deus, asseverou: "resplandeça a vossa luz"[2], que Platão afirmou que aprender é recordar, e que os educadores conscientes dizem ser educação, a arte de despertar no educando suas potencialidades intelectuais e morais disparando assim todo o processo evolucional.&lt;br /&gt;Conscientes dos conceitos expostos acima agora podemos ter uma maior compreensão do por que não ser possível pensar em educação sem um entendimento mais profundo das questões máximas da existência, e qual a utilidade da Doutrina Espírita dentro da atividade educacional. Todavia para que essa função seja cumprida com satisfação, como dissemos anteriormente, não podemos abrir mão do Evangelho de Jesus como norteador de todo este sistema num plano mais abrangente.&lt;br /&gt;&lt;h5&gt;É o que passaremos a fazer a partir de agora, mostrar como que o Evangelho entra neste seguimento, tornando o Ser melhor, por ser este o principal objetivo da tarefa educacional.&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[1] "O Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também" Jesus (João, 5: 17)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;[2] Mateus, 5: 16&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-536359118361027994?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/536359118361027994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=536359118361027994' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/536359118361027994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/536359118361027994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/12/educacao-e-evangelho-ii.html' title='Educação e Evangelho (II)'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-5660737491506559292</id><published>2010-12-15T12:30:00.000-08:00</published><updated>2010-12-15T12:41:01.839-08:00</updated><title type='text'>Educação e Evangelho I</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;Educar: Promover o Espírito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Jesus (João, 8: 32)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;…o homem conhece o Bem por sua natureza mesma, desde antes da sua encarnação, sendo preciso apenas relembrar-lhe a verdade, através da melhor educação possível, que busque a formação da excelência moral (Sócrates)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Os dicionários definem educar como o ato de promover a educação, ou, transmitir conhecimentos a; instruir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Estes mesmos autores dizem ser educação o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social, e ainda, aperfeiçoamento integral de todas as faculdades humanas.[1]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Aproveitando ainda os conceitos dos dicionaristas atuais temos que pedagogia, que é a ciência da educação e do ensino, tem por um de seus significados o estudo dos ideais de educação, segundo uma determinada concepção de vida, e dos meios mais eficientes para efetivar estes ideais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Importante esta colocação "segundo uma determinada concepção de vida", pois a partir daí podemos diferenciar o entendimento do que seja educação segundo a concepção de vida daquele que se propõe a ser educador.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Deste modo, podemos falar em educação sob dois aspectos, e faz-se importante saber de que lado estamos, e qual é a idéia que se faz deste ato nobre aqueles que se propõem a educar nossos filhos, ou mesmo nossos companheiros de ideal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Assim temos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="margin-left: 50pt;"&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Educação materialista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Educação espiritualista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Sendo que esta última classificação ainda pode ser dividida em:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="margin-left: 50pt;"&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Espiritualista tradicional&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Espírita&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Antes de comentarmos sobre cada uma destas classificações é preciso que se fique claro que o objetivo da educação é o educando, desta forma importa saber o que cada educador ou modelo educacional pensa sobre este, ou seja, sobre o homem de um modo geral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h6&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 11pt;"&gt;Educação Materialista&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;O materialismo é uma doutrina que admite que todos os fenômenos que se apresentam à investigação, mesmo os mentais, sociais ou históricos, têm na matéria sua explicação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Para estes, os materialistas, a vida é voltada exclusivamente para gozos e bens materiais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;A princípio, para o espiritualista, isto pode parecer um absurdo, mas não podemos deixar de ver que o psiquismo do homem atual é todo voltado para este modo de ser, e até mesmo os que se dizem cultores das questões do espírito na maioria das vezes procedem de forma imediatista, falando de um modo e agindo de outro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Segundo a visão materialista, a vida inicia com o nascimento e termina com a morte, não existindo nada aquém nem além destes dois momentos. Deste modo a educação materialista preocupa em preparar o ser humano somente para este curto ciclo de vida, construindo assim uma ética imediatista onde os interesses são voltados exclusivamente para o bem estar de si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Este modelo educacional preocupa-se então em simplesmente informar através da transmissão de conhecimentos, preocupando no máximo com a integração social do educando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Como consequência deste ato falho temos o alto índice de violência do mundo atual; o culto excessivo à forma e a beleza e a consequente supervalorização do sexo em seu sentido de sensualidade; a busca a qualquer custo do poder e da boa situação financeira; e vários outros comportamentos geradores de psicoses e transtornos psíquicos em geral, pois por não se preocupar com nada que vá além do momento atual o homem materialista só valoriza o que traz vantagem e satisfação imediata para si próprio. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Não temos a menor dúvida ser esse modelo pernicioso que mais promove a antieducação também responsável pela corrupção que cada dia mais aumenta e pelo alto consumo de drogas e alucinógenos, que tanto destroem a família e a segurança individual do homem comum.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h6&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 11pt;"&gt;Educação Espiritualista&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;O espiritualismo é uma doutrina que admite que além da matéria há o espírito (alma), e que este tem a primazia sobre aquela, sendo imortal e sobrevivente ao trespasse físico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Todo espírita é espiritualista, mas nem todo espiritualista é espírita, por isso diferenciamos o espiritualismo tradicional, do espírita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;Espiritualismo tradicional&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Essa classificação é meramente didática, e poderia ser de outra forma, pois há uma infinidade de modos de ser espiritualista; em verdade todos os religiosos são espiritualistas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Aqui abordamos deste modo os religiosos tradicionais, aqueles que aceitam a existência da alma, a sua imortalidade, as penas e gozos futuros, mas que não aceitam a sua preexistência e nem a teoria reencarnatória.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;A educação espiritualista desta forma tem uma vantagem sobre a materialista, pois admite uma vida futura, e que esta é consequência da vida atual; assim, o educando teria de compreender a vida sobre um aspecto diferente e não só mais dentro de uma ótica imediatista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Porém na prática isso nem sempre se dá, e na maioria das vezes não se dá mesmo, pois por não ter explicação para os problemas fundamentais da vida, por não tratar os fenômenos existenciais com a lógica e o bom senso que seria de se esperar, não dá ao seu seguidor a segurança necessária para que ele enfrente a razão e encare a situação não só como uma questão de fé, mas também, e principalmente, de plena adesão à nova proposta educacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Como consequência temos, conforme expusemos anteriormente, a condição do religioso tradicional, aquele que com os lábios diz uma coisa e com os atos outra; é espiritualista na teoria, mas na prática, materialista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;strong&gt;Espírita&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;A Doutrina Espírita é uma filosofia de vida eminentemente educacional. De base científica traz consequências morais, tem por objetivo a melhoria do Ser integral, e essa melhoria segundo o próprio Codificador só pode se dar pela educação; afirma ele:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;"…não por esta educação que tende a fazer homens instruídos, mas pela que tende a fazer homens de bem. A educação convenientemente entendida, constitui a chave do progresso moral"[2]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Dizendo ainda em outro ponto: &lt;em&gt;educação é a arte de formar caracteres, de suscitar novos hábitos&lt;/em&gt;, … &lt;em&gt;educação é o conjunto de hábitos adquiridos[3]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Uma proposta educativa deste quilate tem que ser ampla, tratar o Ser como um todo, abordando não só sua existência atual, mas dentro de uma prática reencarnacionista. Deve responder e preparar o educando para que ele também responda, compreendendo, as seguintes questões: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Por que existimos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Por que nascemos, sofremos, e morremos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;De onde vimos e para onde vamos? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Como funciona o universo? Quem o dirige? Há uma Lei diretora? Como é ela?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Há uma finalidade na dinâmica universal? Qual o resultado de tudo isso? Como alcançá-lo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Não temos a menor dúvida de que o Espiritismo pode, e bem, responder a todas essas questões. Não foi por acaso que Jesus, do mesmo modo que foi previsto sua vinda por Moisés, o grande legislador hebreu, também adiantou a chegada do Espiritismo para nós, interligando as três revelações divinas dentro do plano operacional do Criador como recurso para a salvação das criaturas e a volta destas em glória para o seu estado de Amor inicial:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;Porém, o Consolador, que é o Santo Espírito, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos tenho dito.[4]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Educação etimologicamente quer dizer ato de extrair ou desenvolver faculdades físicas, intelectuais e morais do educando. Os Druidas consideravam que o papel da educação é levar a criatura a obedecer às leis de Deus, fazer o bem do homem e cultivar em si a força moral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;A educadora espírita Dora Incontri conceitua educação como sendo &lt;em&gt;toda influência exercida por um espírito sobre outro, no sentido de despertar um processo de evolução&lt;/em&gt;. Desta forma, para ela, &lt;em&gt;educar é, pois, elevar, estimular a busca da perfeição, despertar a consciência facilitar o progresso integral do Ser.[5]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Baseado nestes conceitos que estão de pleno acordo com a proposta espírita, é preciso que entendamos, que mesmo diante desta imensidão de recursos que possui a Doutrina codificada por Kardec, temos visto mesmo nas Casas Espíritas uma proposta ineficiente no que diz respeito a transformar as criaturas para melhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;É que mesmo em nossos meios, temos trabalhado, na maioria das vezes, somente com transferência de informação, esquecendo de que a base de implementação de novos caracteres passa pela reeducação individual do Ser humano, ou seja, pela sua efetiva transformação moral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Assim, mais do que informar é preciso transformar, e se a escola comum informa, só o Evangelho transforma, por isso a práxis educacional espírita não pode abstrair do Evangelho como elemento a lhe dar segurança e autoridade para a implementação de sua excelente filosofia a nortear o caminho de todos nós à perfeição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Notas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;1 Dicionário Aurélio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;2 O Livros dos Espíritos, nota à questão 917&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;3 Ver Nota à questão 685 de O Livro dos Espíritos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;4 João, 14: 26&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;5 A Educação Segundo o Espiritismo, cap. IV pág. 42.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-5660737491506559292?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/5660737491506559292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=5660737491506559292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5660737491506559292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/5660737491506559292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/12/educacao-e-evangelho-i.html' title='Educação e Evangelho I'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-5602694990162838948</id><published>2010-12-11T07:09:00.000-08:00</published><updated>2010-12-11T07:09:29.421-08:00</updated><title type='text'>Roberto Carlos e Fábio Júnior Homenageiam Chico Xavier</title><content type='html'>&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1EmdC8LQ22s?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1EmdC8LQ22s?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" 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Homenageiam Chico Xavier'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-8999449422484579401</id><published>2010-12-08T12:45:00.000-08:00</published><updated>2010-12-10T17:22:47.943-08:00</updated><title type='text'>"Chicos" de Gladston Lage e Tim, cantada por Tim  e Vanessa</title><content type='html'>&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LbO2acAH6ko?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/LbO2acAH6ko?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" 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href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/12/dois-chicos-de-gladston-lage-e-tim.html' title='&quot;Chicos&quot; de Gladston Lage e Tim, cantada por Tim  e Vanessa'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-7690653873379358918</id><published>2010-12-04T03:40:00.001-08:00</published><updated>2010-12-04T03:40:26.834-08:00</updated><title type='text'>Qual o Objetivo de Jesus Ter Vindo Até Nós?</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;…e andai em amor, assim como Cristo também nos amou e se entregou por nós a Deus, como oferta e sacrifício de odor suave. (Efésios, 5: 2)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;E andai com amor; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;como já comentamos em outros pontos trata-se de uma expressão simbólica onde &lt;em&gt;andar &lt;/em&gt;quer dizer uma forma de conduta. E conduzir-se em &lt;em&gt;amor &lt;/em&gt;é o modelo evangélico que tem em Jesus sua expressão máxima.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É objetivo de todo aquele que deseja ser seguidor do Cristo aprender com Ele e viver seus ensinamentos e deste modo tornar-se melhor. Sendo assim viver em amor, &lt;em&gt;andar em amor, &lt;/em&gt;é a síntese de todo este processo educativo é a nossa realização finalística que devemos perseguir como meta.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Assim como Cristo também nos amou; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;esta é a tônica do Novo Mandamento de Jesus, amar como Ele nos amou e ama.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Trata-se de uma nova proposta. O amor humano expressa um desejo de amar e ser amado, este é o amor dos imaturos espiritualmente falando, o que condiciona a atitude de dar à de receber. Em geral só se ama aquele que nos satisfaz os desejos e aquele que de uma forma ou de outra nos é simpático e agradável.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O amor de Jesus -&lt;em&gt; como Cristo também nos amou&lt;/em&gt; - é diferente. Ele inaugura uma nova forma de amar que é o entregar-se a si mesmo por amor, e tal fato pressupõe o sacrifício.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A literatura hebraica que é toda simbólica viu em Abraão a prefiguração desta proposta. Para o Novo Testamento os dois maiores sacrifícios são o de Deus que deu o seu Filho amado em sacrifício para que através Dele tivéssemos acesso à Vida Eterna, há aqui uma analogia com o sacrifício de Abraão entregando seu filho Isaac em holocauso; o segundo maior sacrifício é o de Jesus que através de sua própria imolação realizou o projeto de Deus: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;e se entregou por nós a Deus&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sacrifício a Deus está presente em toda história da humanidade e ele é claramente expresso na literatura judaica. Podemos entendê-lo como expiação, como ação de graças, ou para se obter um favor do Criador. Há na consciência do Espírito em queda uma necessidade de reparação, e desde o princípio ele entende que esta recomposição se dá por meio de uma expiação para obter-se a graça novamente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jesus, como divisor de águas, inicia uma nova fase onde o sacrifício deixa de ser exterior para ser o de si próprio. A Doutrina Espírita explica melhor o porquê quando nos ensina que não há transferência de responsabilidades; ora se quem errou foi o Espírito, ele é quem deve expiar visando sua recuperação, não tem função mais o "bode expiatório", cada um é responsável por suas próprias atitudes inadvertidas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Portanto, é preciso compreender que nada na vida de Jesus foi à toa, tudo tem a sua razão de ser dentro de Sua Pedagogia Superior. Se para atingir a ressurreição, Ele que já era ressurrecto, teve de se imolar na cruz, devemos ver neste passo nossa necessidade de tudo suportar em favor de nossa libertação. Este é apenas o primeiro passo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dizemos assim, pois dissemos "tudo suportar" que representa a &lt;em&gt;disciplina que antecede à espontaneidade,&lt;/em&gt; conforme observação de Emmanuel, pois o que o Apóstolo da Gentilidade nos traz neste verso já está um pouco adiante: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;como oferta e sacrifício de odor suave.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Paulo joga muito bem com as palavras, ele tira a expressão - &lt;em&gt;odor suave [agradável a Deus] - &lt;/em&gt;do Antigo Testamento, dando a ela um conceito do Novo, representando o amor de Cristo, o que fez com que Ele se sacrificasse em paz e harmonia com Deus.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso se dá quando usando da compreensão como virtude superior entendemos o mecanismo universal de redenção do Espírito e o realizamos em nós com espontaneidade. É a oferta de Abel que se sublima em Jesus, o dar de si mesmo, caminhar a segunda milha…&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Podemos ainda como a título de breve conclusão valorizarmos ainda mais a frase que destacamos como a mais importante do versículo: &lt;em&gt;entregou por nós a Deus.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vemos a aí a síntese da trajetória de Jesus, e se assim analisamos, não é para termos um melhor conhecimento da história e deste personagem admirável, mas para que O pudéssemos ter como exemplo, o que aliás é um diferencial da Doutrina Espírita. Por ela Jesus deixa de ser mito ou ídolo a ser cultuado para tornar-se Guia e Modelo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O verbo "entregar"&lt;em&gt; - se entregou - &lt;/em&gt;deve ser por nós analisado e vermos em tudo oportunidade de nos entregarmos àquilo que estamos realizando. Ou seja, é o ato de nos doarmos por inteiro às nossas atividades, é tudo fazermos de coração, com alma. Só assim faremos o Bem, bem. E este é um dos objetivos, qualidade total.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com Jesus esta entrega ganha um novo caráter, por quê? Porque ele se entrega &lt;em&gt;por nós&lt;/em&gt;, isto é pela humanidade. É um ato de amor, onde o que é levado em conta não é o interesse pessoal. Jesus não se entregou para fazer a alegria de Deus e assim evoluir um pouco mais, não, ele se entregou por nós, o objetivo Dele era através do exemplo nos instrumentalizar para que pudéssemos alcançar nossa própria libertação. Foi um ato supremo de doação, e como temos insistido é preciso encararmos tal situação como exemplo a aplicarmos em nossa vida, senão, qual o objetivo do Evangelho ou de Jesus ter vindo a nós?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E para fechar a conclusão temos que Ele &lt;em&gt;se entregou a Deus&lt;/em&gt;. Não foi uma entrega qualquer, nem a qualquer pessoa ou objetivo, mas &lt;em&gt;a Deus&lt;/em&gt;, no sentido de andar dentro de Sua Lei.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existem aí vários exemplos a serem seguidos, mas por enquanto vamos ficar com apenas um. Quando tudo fizermos por algo, e sentirmos que não temos a condição de nada mais realizarmos, ou seja, que nos escapa a possibilidade de mais fazermos, é sinal que devemos entregar o processo a Deus, é aí que Ele vai começar a falar e a operar mais efetivamente. Quando depende de nós, nós somos quem devemos fazer, mas quando não, é Ele quem age, e é nesse momento que na maioria das vezes é de maior angústia e sofrimento, é que Ele mais se faz presente.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos entreguemos a Deus e aquietemos o nosso coração.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Feliz Natal...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nota:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Levítico, 4: 31&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-7690653873379358918?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/7690653873379358918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=7690653873379358918' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7690653873379358918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7690653873379358918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/12/qual-o-objetivo-de-jesus-ter-vindo-ate.html' title='Qual o Objetivo de Jesus Ter Vindo Até Nós?'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-7404271884142582328</id><published>2010-11-28T00:18:00.001-08:00</published><updated>2010-11-28T00:18:04.690-08:00</updated><title type='text'>Visão Espírita do Natal</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='margin-left: 7pt'&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Verdana; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;Conceito:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-left: 28pt'&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;Dia do nascimento; natalício.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 7pt'&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;Festa do nascimento de Jesus, celebrada no dia 25 de dezembro desde o séc. IV pela Igreja ocidental e desde o séc. V pela Igreja oriental&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Verdana; font-size:14pt'&gt;&lt;strong&gt;As Origens do Natal &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-left: 7pt'&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Antes de Cristo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;&lt;span style='color:black'&gt;A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos. Tudo começou com um antigo festival mesopotâmico que simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk. Para os mesopotâmios, o Ano Novo representava uma grande crise. Devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos enfureciam-se e Marduk, seu principal deus, precisava derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra. O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;A Mesopotâmia inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos. Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival chamado Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro, comemorando o solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;&lt;span style='color:black'&gt;Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes - ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas - enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objetos eram usados para presentear uns aos outros. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;				&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h4&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Verdana; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Depois de Cristo &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;Nos primeiros anos do cristianismo, a Páscoa ou a ressurreição era o feriado principal. O nascimento de Jesus não era celebrado. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;No século IV, oficiais da Igreja decidiram instituir o nascimento de Jesus com um feriado. Mas havia um problema: a Bíblia não menciona a data de seu nascimento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;Apesar de algumas evidências sugerirem que o nascimento de Jesus ocorreu na primavera, o Papa Julius I escolheu 25 de dezembro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;Alguns estudiosos acreditam que a Igreja adotou esta data num esforço de absorver as tradições pagãs do festival da Saturnália. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='color:black; font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;Hoje, as Igrejas Ortodoxas grega e russa, celebram o Natal no dia 6 de janeiro, também referido como o Dia dos Três Reis, que seria o dia em que os 3 Reis Magos teriam encontrado Jesus na manjedoura. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;Mantendo o Natal no mesmo período dos tradicionais festivais de solstício de inverno, os líderes da Igreja aumentaram as chances de que o Natal se popularizasse. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Leia o texto completo em:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href='http://www.slideshare.net/fajardo1960/viso-esprita-do-natal'&gt;http://www.slideshare.net/fajardo1960/viso-esprita-do-natal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-7404271884142582328?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/7404271884142582328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=7404271884142582328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7404271884142582328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/7404271884142582328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/11/visao-espirita-do-natal.html' title='Visão Espírita do Natal'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-3817517497183961598</id><published>2010-11-16T01:37:00.001-08:00</published><updated>2010-11-16T01:47:14.554-08:00</updated><title type='text'>Fé e Obras</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(Retirado do Livro "Carta de Tiago" a publicar)&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;Meus irmãos, se alguém disser que tem fé, mas não tem obras, que aproveitará isso? Acaso a fé poderá salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã não tiverem o que vestir e lhes faltar o necessário para a subsistência de cada dia, e alguém dentre vós lhe disser: " Ide em paz, aquecei-vos e saciai-vos", e não lhes der o necessário para a sua manutenção, que proveito haverá nisso? Assim também a fé, se não tiver obras, está morta em seu isolamento.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;De fato, alguém poderá objetar-lhe: " Tu tens fé e eu tenho obras. Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a fé pelas minhas obras. &lt;/em&gt;(Tiago, 2: 14 a 18)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Meus irmãos, se alguém disser que tem fé, mas não tem obras, que aproveitará isso? Acaso a fé poderá salvá-lo?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A partir deste versículo até o final deste capítulo Tiago irá expor alguns conceitos a respeito de fé e obras.&lt;br /&gt;Alguns estudiosos têm visto neste passo divergências entre os ensinamentos de Tiago e de Paulo, outros, ainda mais disseminadores da discordância entre os apóstolos têm dito que Tiago escreveu estas linhas para refutar as anotações de Paulo sobre a fé, principalmente as que expôs na carta aos romanos.&lt;br /&gt;Não temos a erudição destes estudiosos, porém, além de analisar como temos feito em relação aos outros textos tentaremos mostrar o contrário, ou seja, que existem muito mais concordâncias de Tiago com Paulo do que discordâncias; discordâncias estas que se bem analisadas talvez nem existam.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meus irmãos, se alguém disser que tem fé, mas não tem obras, que aproveitará isso? &lt;/em&gt;Aqui surgem as possíveis primeiras divergências.&lt;br /&gt;Tiago afirma claramente que não há proveito em uma fé sem obras, e Paulo teria afirmado que é a fé mais importante.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar é preciso tentar descobrir o que cada um deles entendia por fé e por obras. E mais, será que temos a possibilidade de julgar alguém no que diz respeito às obras que realiza em sua intimidade pelo simples fato de ter fé?&lt;br /&gt;Ampliemos estas colocações. Tiago, como temos repetido, estava a falar em primeiro lugar para cristãos vindos do judaísmo, elementos que traziam em seu inconsciente a necessidade da prática religiosa através da observância de atitudes exteriores. A manifestação de fé destes não levava em conta as atitudes em coerência com o que pregavam nas reuniões para estudo das Escrituras. A nova doutrina nascente, a partir dos ensinamentos de Jesus, ensinava totalmente o oposto, ou seja, as atitudes exteriores pouca valia têm, o que importa é o sentimento que vai ao coração e a aplicabilidade dos ensinos cultuados no plano intelectivo. Desta forma ele escreve: &lt;em&gt;Meus irmãos, se alguém disser que tem fé, mas não tem obras, que aproveitará isso?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Este alerta do evangelista é extremamente atual. Vivemos um momento de crescimento das propostas religiosas e de grande expansão do próprio cristianismo. As correntes espiritualistas se ampliam através de divulgação em massa neste nosso mundo hoje globalizado.&lt;br /&gt;Mas de que adianta tudo isso se a criatura que é o objetivo de maior cuidado do próprio Cristo, não implementa em si estes valores renovados e não melhora o nível de seus sentimentos? O Evangelho não pode ser ponto de discórdia entre seitas diferentes, mas antes ponto de união entre seus divergentes seguidores.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. &lt;/em&gt;Não foi isso o que ensinou Jesus?&lt;br /&gt;É como se dissesse, a verdadeira obra é a da transformação da criatura em Homem de Bem.&lt;br /&gt;Dizem os estudiosos que Paulo prioriza a fé em detrimento das obras. Será isto verdade ou está havendo uma má compreensão do que disse este valioso apóstolo?&lt;br /&gt;Será que houve algum elemento nestes dois primeiros milênios de cristianismo que tenha tido obras tão valiosas quanto o convertido de Damasco? Têm-se chegado à conclusão que se não fosse o apóstolo Paulo, nós hoje não estaríamos aqui num estudo tão amplo de divulgação do Evangelho. Na melhor das hipóteses teríamos que ter tido outro "vaso escolhido" para realizar o que ele fez. Não foi a sua obra, então, maravilhosa, e coroada de frutos dignos de sua grande missão?&lt;br /&gt;É o próprio Paulo quem afirma de modo explícito sobre o juízo de Deus e na mesma epístola aos romanos:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;…o qual recompensará cada um segundo as suas obras.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Não tem ressonância com o que diz Tiago?&lt;br /&gt;Mas este não é o ponto, poderão dizer alguns. Paulo também é claro quando expressa também em Romanos, &lt;em&gt;que o homem é justificado pela fé, sem as obras da lei&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Prestemos atenção, as Escrituras jamais podem se contradizerem em pontos fundamentais. Se em algum passo assim acharmos que isto ocorreu, avaliemos nossa interpretação, pode ser que o engano esteja aí.&lt;br /&gt;É diferente quando Paulo fala em &lt;em&gt;obras&lt;/em&gt; como exteriorização que a criatura faz dos ensinos do Cristo e de quando ele fala em &lt;em&gt;obras da lei&lt;/em&gt; se referindo a uma manifestação legalista comum no judaísmo daquele tempo.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Obras da lei&lt;/em&gt; significam ações fundamentadas em impositivos marcados por observâncias de atitudes exteriores, o que ele condena e ao que tudo indica, Tiago compreendeu no fim de sua vida missionária.&lt;br /&gt;É como se Paulo fizesse uma diferença entre &lt;em&gt;obras da fé&lt;/em&gt; significando a atitude implementada pela transformação íntima realizada pela criatura que aderiu à proposta do Cristo, e &lt;em&gt;obras da lei&lt;/em&gt; significando uma atitude impositiva da ortodoxia religiosa.&lt;br /&gt;Neste ponto podemos responder à pergunta que nós mesmos fizemos no início destas considerações:&lt;br /&gt;Será que temos a possibilidade de julgar alguém no que diz respeito às obras que realiza em sua intimidade pelo simples fato de ter fé?&lt;br /&gt;Sabemos que a evolução da consciência se realiza aos poucos, gradualmente, no âmbito de muitas encarnações.&lt;br /&gt;Muitas vezes alguém que hoje, por invigilância, julgamos como sem obras dignas da fé que esposa, é um elemento que traz em si complicações de vulto na área da sexualidade, das drogas, ou mesmo da criminalidade. Hoje este elemento estando ajustado a uma fé, mesmo que contraditória, está desativando componentes de grande importância em seu psiquismo e se preparando para num próximo instante, mais oportuno, realizar transformações de base.&lt;br /&gt;Não podemos qualificar esta transformação que opera silenciosamente na intimidade da criatura, como sendo uma boa obra no campo da fé? Não terá ela ótimas implicações no desenvolvimento de sua evolução?&lt;br /&gt;É preciso compreender a necessidade de termos paciência quando o assunto é educação do Espírito para Deus. O bom educador jamais pode ter ansiedade em relação ao seu educando, o aperfeiçoamento é fruto dos séculos.&lt;br /&gt;Concluindo cremos ser certo afirmar que fé e obras são temas a serem trabalhados com muito cuidado e que um não pode ser dissociado do outro. Tiago expôs de um ponto de vista essencial; Paulo, outro não menos importante. Onde a divergência?&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Se um irmão ou uma irmã não tiverem o que vestir e lhes faltar o necessário para a subsistência de cada dia…&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A atividade cristã deve primar pelo ensinamento de amor deixado pelo Mestre.&lt;br /&gt;Como compreender este amor? Tiago alerta-nos para a necessidade de atender o semelhante naquilo que ele necessita. O próprio Jesus já definira:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;Dá a quem te pedir&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Isto, no entanto, é muito amplo, daí a necessidade de estabelecermos prioridades. Qual a necessidade mais imediata daquele grupo por quem somos responsáveis?&lt;br /&gt;Os Espíritos nos informando sobre a importância do espiritismo como filosofia a estabelecer um novo paradigma no que diz respeito ao comportamento do seu seguidor, isto tudo dentro da possibilidade dela – a revelação espírita – ser uma volta ao cristianismo da era apostolar, intuíram Kardec a dizer:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;Fora da caridade não há salvação…&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Como uma ampliação do que já haviam dito na obra básica:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus? "Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Dito isto, notamos aqui a harmonia existente entre a proposta kardequiana e a mensagem de Jesus tão bem divulgada por seus primeiros seguidores, a despeito daqueles que não qualificam o espiritismo como filosofia cristã.&lt;br /&gt;A religião pura e sem mácula conforme as palavras do próprio autor desta carta no final do primeiro capítulo, não é aquela que ensina seus seguidores a adoção de práticas exteriores, mas a que leva estes a aderirem em espírito e verdade, aos ensinamentos de seu revelador implementando em si a ética que surge com a prática destes.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;…e alguém dentre vós lhe disser: " Ide em paz, aquecei-vos e saciai-vos", e não lhes der o necessário para a sua manutenção, que proveito haverá nisso? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;…e alguém dentre vós lhe disser&lt;/em&gt;; esta expressão define a atenção que devemos ter no que dizemos. A invigilância que às vezes temos com o nosso verbo muitas vezes destrói conquistas que demoramos tempos em realizar como fruto de muito esforço.&lt;br /&gt;Cremos que mais uma vez a repetição não se faz vã. A atitude é que é o fator essencial a definir o nosso comportamento essencial em matéria de religiosidade.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Ide em paz, aquecei-vos e saciai-vos"&lt;/em&gt;. Desejar a paz do outro, o seu bem, é atitude nobre. Porém, aqui, o autor da carta nos orienta a refletirmos no "como" temos realizado este desejo. Será que temos pensado mesmo neste bem estar de nosso semelhante? Ou quando demonstramos este sentimento temos preocupado em primeiro lugar com o atendimento aos nossos próprios desejos?&lt;br /&gt;A expressão que fica subtendida quando assim fazemos é: "ide em paz… e me deixe em paz". Como se nos livrarmos daquele incômodo fosse para nós o mais importante.&lt;br /&gt;E note-se que o apóstolo, pelo seu próprio amadurecimento devido ao trabalho incessante na caridade, amplia o bem estar do semelhante quando mostra que devemos preocupar de uma forma completa com ele conforme expressa os verbos &lt;em&gt;aquecei-vos e saciai-vos. &lt;/em&gt;Mostrando-nos que sabemos da importância de outros fatores no atendimento ao semelhante como o reconforto que a ele devemos oferecer e o suprir de suas primeiras necessidades.&lt;br /&gt;Todavia será esta uma atitude falsa, ou que pouco efeito terá se &lt;em&gt;não lhes der o necessário para a sua manutenção.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;E nesse ponto devemos ampliar a compreensão. O que representa este &lt;em&gt;necessário para a manutenção?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;É bem lógico que Tiago falasse das primeiras necessidades do indivíduo em relação à manutenção física. Pois havia àquele tempo uma distinção muito severa entre as classes, o que hoje ainda existe, mas em proporção menor. Assim é de bom senso realizar o questionamento que citamos anteriormente: &lt;em&gt;Qual a necessidade mais imediata daquele grupo por quem somos responsáveis?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Porém na prática cristã a que hoje estamos ajustados não podemos para por aí, lembremos que a orientação do Senhor é para que "caminhemos a segunda milha".&lt;br /&gt;Já expusemos alhures, que a Vida em sua expressão de manifestação divina é muito apropriadamente um processo de educação do Ser criado para integração deste em Deus.&lt;br /&gt;Até a vinda de Jesus, e que em nossa intimidade pode representar a vinda do Cristo em nós, este processo educativo fala mais diretamente ao homem biológico. Há a necessidade prioritária de comer, beber, vestir; de manter-se de um modo geral. O advento da Boa Nova marca uma nova fase, a da construção, ou da reeducação, do homem espiritual já em bases mais amplas dentro de uma nova conceituação, onde os valores do Ser imortal são os prioritários.&lt;br /&gt;Este processo pedagógico tem que levar em conta o que fomos, como estamos, mas principalmente no que deveremos nos tornar a partir de então. Hoje é muito usado o termo "educação continuada", e aqui esta expressão cai bem, pois o processo é contínuo objetivando uma evolução cada vez mais dinâmica.&lt;br /&gt;Fundamentado nesta visão ampla da vida é que o cristão, tão bem representado pelo espírita que compreendeu a necessidade de adequação à proposta evangélica, deve preocupar-se em relação à caridade. Ao que é &lt;em&gt;necessário &lt;/em&gt;não só para a &lt;em&gt;manutenção &lt;/em&gt;do homem, conforme expressa o texto original de Tiago, mas também para efetiva educação do Ser integral, onde vida física e vida espiritual, passado, presente e futuro, se conjugam num só plano de existência.&lt;br /&gt;Se nos mantermos fixados a uma só abordagem, aos interesses só do homem biológico, &lt;em&gt;que proveito haverá nisso? &lt;/em&gt;Todo materialista que se preze, mesmo travestido de bom religioso, não é isso que faz rotineiramente?&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;Assim também a fé, se não tiver obras, está morta em seu isolamento.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Assim&lt;/em&gt;; conjunção conclusiva que liga esta oração à anterior. Portanto, o que aqui está exposto é uma continuidade do que estava sendo colocado.&lt;br /&gt;Faz-se importante recapitular que as considerações iniciais de Tiago que deram origem a esta abordagem sobre a relação fé e obras diziam respeito a como deve ser a prática religiosa autêntica. Aqui ele continua no mesmo diapasão. &lt;em&gt;Fé&lt;/em&gt; então tem o sentido de crença religiosa. E neste caso estando ela dissociada das &lt;em&gt;obras&lt;/em&gt;, que representam o plano operacional da fé, não atinge o seu objetivo.&lt;br /&gt;Vejamos que em versículo já comentado, a palavra fé, dita pelo mesmo missivista, tem outra conotação:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;Não escolheu Deus os pobres em bens deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que prometeu aos que o amam?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;Obras&lt;/em&gt;, que como já dissemos representa o plano aplicativo da fé; são dentro deste contexto atitudes coerentes com o que se crê.&lt;br /&gt;Na própria religião judaica as obras tinham grande significação. Dentro do judaísmo tornar-se justo era o mesmo que ser praticante de boas obras; as mais importantes eram dar esmola, a oração, e o jejum.&lt;br /&gt;Vejamos que Jesus já tocara nestes três pontos conforme as anotações de Mateus. (Cf. Mateus, cap. 6)&lt;br /&gt;Assim, não era novidade para eles o que Tiago estava a dizer, porém, é preciso que sejamos sempre lembrados, pois ainda temos a facilidade de esquecer o que não implementamos em nosso íntimo como conquista.&lt;br /&gt;Sem querer retornar ao assunto, pois já nos fizemos claros nos comentários anteriores, só para que fique patente este ponto de vista, é diferente de quando Paulo falava na relação fé e obras, sendo a primeira o sentimento interior da criatura que a leva à transformação moral e obras em se referindo a obras humanas que mais diziam respeito às aparências.&lt;br /&gt;Portanto, a fé tem de ser complementada pelas obras, e as obras têm que ter fundamentação na fé para que possam ser validadas pela consciência em sua trajetória para a Unidade Divina.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;…eu te mostrarei a fé pelas minhas obras.&lt;/em&gt; É o que dirá o apóstolo no próximo versículo.&lt;br /&gt;E o Cristo disse:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;Quem me vê a mim vê o Pai…&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;…o Pai, que está em mim, é quem faz as obras.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A expressão &lt;em&gt;está morta em seu isolamento,&lt;/em&gt; é importante para confirmar a complementaridade de uma em relação à outra, e também a definir o caráter dinâmico e coletivo da Criação Universal.&lt;br /&gt;Tudo está interligado, nada existe que esteja isolado na obra de Deus. Vida, que é um dom divino, é sempre uma somatória de muitos fatores, morte, que é oposição, se dá pela inércia, pela desagregação, pelo isolamento.&lt;br /&gt;Assim, quando qualquer atitude nossa esteja dissociada do interesse comum, ou sendo mais claro, atendendo somente ao interesse pessoal, esta obra está fadada a morrer em seu &lt;em&gt;isolamento.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O sangue tem de circular, a moeda do mesmo modo. Água parada vira lodo, e a nossa fé, ou mesmo as nossas ações?&lt;br /&gt;Se não tiverem em conexão com o Dinamismo Universal, que é amor, &lt;em&gt;estarão mortas em seu isolamento.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;strong&gt;De fato, alguém poderá objetar-lhe: " Tu tens fé e eu tenho obras. Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a fé pelas minhas obras.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;De fato, alguém poderá objetar-lhe;&lt;/em&gt; Tiago dizia isto aos interlocutores dos versículos anteriores, o 14 e o 16 deste capítulo. Porém esta é uma atitude natural no mundo dual em que vivemos, sempre alguém tem algo a dizer contrariando as nossas propostas, por melhor sejam elas.&lt;br /&gt;Isto é bom quando o nosso objetivo é reeducativo, pois nos deixa sempre alerta, entretanto, nem sempre podemos dar ouvido às objeções já que muitas vezes elas vêm com o único propósito de desestabilizar nosso encaminhamento ao bem.&lt;br /&gt;Assim, é preciso estar seguros de realizarmos o melhor e tranqüilos em matéria de harmonia consciencial, pois se assim fizermos que nos tirará a tranquilidade?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Tu tens fé e eu tenho obras…"&lt;/em&gt;; o pior da contradita é quando somos pegos em contradição ou realmente no engano que nos afasta ainda mais do objeto de nossa existência que é a harmonização com a Lei do Eterno.&lt;br /&gt;Dissemos pior pelo motivo de que quando isto se dá será necessário o esforço corretivo que é sempre mais doloroso que caminhar dentro da ordem natural. Porém, se houve o erro o chamamento de atenção é sempre benéfico, mesmo que ainda não muito bem aceito pela nossa psicologia comodista.&lt;br /&gt;Quando alguém nos interpõe com uma corrigenda justa, não nos revoltemos, o que aliás tem sido a nossa histórica conduta, pois a rebeldia é um dos sentimentos que mais atrasa a escalada evolutiva do Ser que transita para Glória Divina. É muito comum vermos nas obras que retratam com fidelidade a vida no Domínio Espiritual, algozes em ajustamento em melhores condições do que suas vítimas que não perdoaram e que insistem em permanecer em projeções mentais de conflito. &lt;em&gt;Bem aventurados os pacificadores&lt;/em&gt;, disse o Sábio dos sábios, não é pacificar aceitar com humildade o erro e exemplificar a correção do mesmo?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a fé pelas minhas obras.&lt;/em&gt; Não poderia ser mais claro o evangelista nesta colocação. E quando a argumentação se fundamenta na lógica, no bom senso e na razão, por que insistir em fazer oposição?&lt;br /&gt;Insistimos nestas observações porque este tem sido um de nossos maiores erros, a rebeldia. Na maioria das vezes somos como aquele elemento que sofre horrores tentando empurrar uma porta, fazendo grandes esforços neste sentido e não obtendo sucesso, quando uma sinalização na mesma já lhe apontara o caminho: "puxe".&lt;br /&gt;Parece engraçado, mas essa tem sido a nossa triste trajetória evolucional.&lt;br /&gt;Ansiamos em subir, mas não abrimos mão das gorduras que nos prendem ao solo; temos por meta a espiritualidade, porém nos esforçamos muito mais pelas conquistas transitórias; a porta estreita é nossa recomendação aos amigos, todavia, será que a adentraremos carregando tudo que insistimos em não abrir mão?&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;Louco, esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado para quem será?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;"Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a fé pelas minhas obras"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-3817517497183961598?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/3817517497183961598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=3817517497183961598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/3817517497183961598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/3817517497183961598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/11/fe-e-obras.html' title='Fé e Obras'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-1530139833813812675</id><published>2010-10-23T14:29:00.001-07:00</published><updated>2010-10-23T14:29:11.970-07:00</updated><title type='text'>A Outra Margem</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Disse-lhes naquele dia, ao cair da tarde: passemos para a outra margem. Deixando a multidão, eles o levaram, do modo como estava, no barco; e com ele havia outros barcos. (Marcos, 4: 35 e 36)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Arial; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;E Disse-lhes naquele dia, ao cair da tarde: passemos para a outra margem. &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A julgar pela cronologia de Marcos, a passagem da "Tempestade Acalmada", da qual retiramos estes versículos em epígrafe, se deu após um ensino público de Jesus em que o Mestre narrava algumas parábolas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em Mateus temos a mesma passagem após uma série, também pública, de curas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Seja lá como for, o certo é que Jesus estava atuando em meio ao povo e convidou seus discípulos mais íntimos a afastar um pouco da &lt;em&gt;multidão &lt;/em&gt;e passar para &lt;em&gt;a outra margem.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Marcos, mais detalhista, ainda nos informa que tal acontecimento se deu &lt;em&gt;ao cair da tarde.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo no Evangelho tem a sua razão de ser, Jesus após um trabalho público, onde a sua abordagem tinha de estar ao alcance de todos, viu que era hora de dar um ensinamento mais profundo àqueles que estavam mais amadurecidos para as questões do espírito, que naquele momento eram seus discípulos mais próximos. Isto porque estes, em matéria evolucional, já estavam &lt;em&gt;ao cair da tarde.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É importante que aqui façamos uma análise mais cuidadosa das expressões.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo na vida se dá em etapas ou ciclos, que se fecham e se abrem em períodos maiores formando um todo cada vez mais completo. É uma manifestação da Lei das Unidades Coletivas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim podemos dividir o dia em quatro ciclos que são: madrugada, manhã, tarde e noite; períodos que se ampliam nas semanas, nos meses, anos, e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se na madrugada temos o início do processo caracterizado pelas trevas da ignorância, porém, uma ignorância devido à simplicidade e ao desconhecimento, na manhã temos a chegada da claridade e a possibilidade de iniciarmos o trabalho edificante; todavia este é um trabalho ainda em fase infantil que chegará ao amadurecimento justamente na &lt;em&gt;tarde&lt;/em&gt;, que é o momento que nos interessa para o estudo que ora realizamos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, após o trabalho inicial com a multidão, que representa os que ainda estavam na manhã da infância espiritual, Jesus convida aqueles que já estavam mais maduros para um ensinamento de maior complexidade. E isto só poderia acontecer &lt;em&gt;ao cair da tarde.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;			&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deste modo, faz o Mestre mais um convite significativo: &lt;em&gt;passemos para a outra margem.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Que outra margem seria esta?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Geograficamente poderia ser a margem oriental do lago de Tiberíades, todavia espiritualmente sua localização nos leva a meditações mais profundas…&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A grande missão de Jesus era educar o nosso espírito, e assim nos conduzir a um porto mais seguro; desta forma, nos convoca a avançar e passar para uma &lt;em&gt;margem&lt;/em&gt; diferente da que nos situamos atualmente. Uma margem onde cultivaremos os valores eternos, imutáveis, menos sujeitos às instabilidades ocasionadas pelos interesses imediatistas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta &lt;em&gt;margem&lt;/em&gt; é o campo operacional daquele que deseja realizar-se como uma criatura a integrar-se no serviço do Senhor Supremo em favor de todos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sempre que terminamos uma etapa de nossa vida, passamos para uma &lt;em&gt;outra margem.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para aquele que terminou o ensino médio a universidade é a outra margem, que no futuro poderá ser a pós-graduação, o mestrado, etc.. Na repartição de trabalho uma chefia pode ser esta margem significando promoção e mais responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porém, &lt;em&gt;a outra margem &lt;/em&gt; caracterizada pelo nosso amadurecimento com o Cristo é sem dúvida o momento mais sublime de nossa realização espiritual, e nós que já meditamos sobre estas considerações anotadas neste que é o Livro da Libertação não podemos fugir às nossas responsabilidades; já nos situamos na boa &lt;em&gt;margem &lt;/em&gt;da nossa redenção, basta para isso conscientizarmo-nos e realizarmos sob o aval de nossa consciência.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitos podem pensar que estamos divagando em cima dos textos evangélicos, todavia podemos com segurança afirmar que não estamos. É preciso compreender que Jesus é um Espírito Perfeito, e suas possibilidades estão "séculos-luz" à nossa frente. Por termos uma psicologia ainda materialista, não conseguimos alcançar o que Ele pode realizar. Ele há bilhões de anos, quando o nosso Orbe estava no início de sua gênese, já era o Cristo Planetário, supervisionando, assim, todos os processos de formação tanto da matéria quanto dos seres que viriam no momento oportuno aqui habitar. Deste modo, não podemos reduzir suas possibilidades. Ele é um educador com uma pedagogia avançadíssima; escolhia lugares e momentos didaticamente perfeitos para os ensinamentos  que queria levar aos seus educandos. Portanto, tudo e todas as sua ações devem ser consideradas quando tratamos de nossa auto-educação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Levemos então, Ele, em nosso barco, e todas as tempestades que por necessidade ainda ocorrerem no mar de nossa vida, serão acalmadas na medida de nossa capacidade de colocá-Lo na direção.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todavia é preciso termos fé e perseverar, pois &lt;em&gt;a outra margem &lt;/em&gt;que já intuímos ainda não pode ser plenamente visualizada, e a fé é justamente &lt;em&gt;o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Arial; font-size:12pt'&gt;&lt;strong&gt;Deixando a multidão, eles o levaram, do modo como estava, no barco; e com ele havia outros barcos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao comentar o versículo anterior chamamos a atenção para o significado do convite do Mestre quanto ao "passar para a outra margem". Dando continuidades às anotações, o autor de Marcos, foi intuído pelos evangelistas da espiritualidade a informar-nos como deveria se dar esta passagem: &lt;em&gt;deixando a multidão.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que podemos entender por deixar a multidão? Será mesmo necessário este afastamento em vistas de ser o Evangelho a maior mensagem de inclusão de que já tivemos notícia?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Reflitamos sobre o significado do termo &lt;em&gt;multidão&lt;/em&gt; sob dois aspectos: o exterior, e o íntimo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do ponto de vista exterior, podemos entender como multidão todos os elementos vinculados à proposta do mundo. São os que sem ter noção ou intuição de que existe algo para além da matéria, cuidam somente dos interesses ligados a esta. Aqui podemos incluir até mesmo muitos dos que se dizem espiritualistas, pois não são poucos os que se enquadram nesta condição, mas que vivem em função de mamom.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deixar a multidão quer dizer fazer novas opções de encaminhamento de nosso livre arbítrio, é deixar hábitos passados que dizem respeito simplesmente aos interesses imediatistas. Quantas vezes em nosso dia a dia somos convidados a nos manifestar, seja no ambiente de família, seja no campo profissional, ou mesmo entre desconhecidos, e simplesmente repetimos atos passados mostrando que ainda estamos presos à retaguarda?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Devemos lembrar que segundo a orientação do Mestre, o cristão deve ser o "sal da terra", a "luz do mundo", devendo deste modo se diferenciar da maioria, ser incomum no meio em que convive.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não estamos com isto querendo dizer que devemos ser elitistas, não é isso. Devemos conviver com todos, servir sem fazer acepção de pessoas, sermos inclusivos; todavia não podemos seguir a orientação da massa e nos fazer simplesmente mais um no meio da &lt;em&gt;multidão&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitas vezes este distanciamento se dá até mesmo em relação aos nossos familiares, pois nem tudo os que estes desejam, nem todos os caminhos tomados por estes, podem ser adotados por nós como direção de conduta; vivemos em um mundo onde impera a dualidade, onde as forças do Sistema e do Anti-Sistema convivem lado a lado, cabendo deste modo, discernirmos e adotarmos a conduta que mais nos diz respeito quanto ao que desejamos em matéria de conquista.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não devemos nos iludir, nem nos queixarmos, mas o sentimento de solidão é muito comum entre cristãos e não pode ser de outro modo. Quando falamos de solidão não estamos dizendo da falta de pessoas no convívio, pois disto até que não podemos nos queixar, visto que, se muito trabalhamos, muitas pessoas existem ao nosso redor, seja na condição de atendidos seja na de colaboradores; porém, falamos de uma solidão profunda, a que sentimos na intimidade por não sermos compreendidos em nossos anseios e em nossa busca.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aquele que verdadeiramente adota a mensagem do Cordeiro naturalmente se deixa imolar em favor do outro, e esta postura, em desacordo com o sentimento da maioria, só pode nos levar a sermos incompreendidos e até sermos chamados de loucos. Porém não esqueçamos da orientação do apóstolo Paulo de que aquilo que é loucura para os homens é poder de Deus, enquanto que o que é sabedoria neste mundo é loucura para Deus.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não foi outro o motivo que levou Jesus a exemplificar quanto à necessidade de estarmos sós; é o que depreendemos do abandono sofrido por Ele no momento final de sua missão entre nós, justamente no ponto culminante da crucificação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas nem tudo são dores, a Misericórdia do Pai é sempre maior, após a crucificação vem a ressurreição, e esta sim, é que é definitiva; para sempre com o Criador no Reino original.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entendido a necessidade de avançarmos, de deixar a &lt;em&gt;multidão &lt;/em&gt; no plano exterior de nossas adesões, é preciso termos cautela e tolerância conosco mesmo, pois o processo de autoconhecimento que deve ser o norteador deste avanço, nos conduz com toda certeza à identificação da multidão mais difícil, a que existe dentro de nós mesmos, aquela que segundo o apóstolo Tiago nos leva a ser &lt;em&gt;tentado, quando atraído e engodado pela própria concupiscência.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt; Não podemos esquecer que não nascemos ontem, ou seja, somos espíritos milenares que há muito tempo optamos por evoluirmos numa linha de ascensões e quedas, construindo, assim, um "Zé ninguém" herdeiro de um passado terrível. Portanto, se hoje queremos ter uma atitude diferente mais condizente com nossas necessidades espirituais, ainda somos influenciados por nossas próprias atitudes passadas que estão mais próximas do erro e das paixões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:12pt'&gt;Este conflito íntimo foi magistralmente percebido por Paulo de Tarso quando em sua carta aos Romanos nos alerta:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Porque o que faço, não o aprovo, pois o que quero, isso não faço; mas o que aborreço, isso faço.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;De maneira que, agora, já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Todavia não desanimemos, a multidão que nos impede de deixar a multidão é transitória por não ser criação divina nem ser herança natural; quando a vida nos propõe um esforço no sentido do progresso, é sempre uma oportunidade de criarmos uma nova história, hábitos novos que vão sendo pouco a pouco incorporados em nosso &lt;em&gt;modus vivendi&lt;/em&gt; e que vão substituindo nosso estado anterior.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando em nossa angustia pedimos aos Céus um guia e modelo, os habitantes das esferas superiores nos disseram ser Jesus o maior entre todos os outros. Temos em nossas mãos Sua Boa Nova repleta de consolo, de alegria, e de exemplos. Por que então não seguirmos aqueles que à nossa frente perceberam a maravilhosa oportunidade de redenção e de reencontro contida em sua mensagem?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ouçamos, deste modo, o Mestre a falar na acústica de nossa alma:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu sou Jesus… não recalcitre contra os aguilhões.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-1530139833813812675?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/1530139833813812675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=1530139833813812675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1530139833813812675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/1530139833813812675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/10/outra-margem.html' title='A Outra Margem'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-2435235270625199411</id><published>2010-10-20T01:14:00.000-07:00</published><updated>2010-10-20T01:14:44.731-07:00</updated><title type='text'>Arrependei-vos</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus. - João Batista (Mateus, 3: 2)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;Tem-se pregado nas igrejas a necessidade do neófito cristão se batizar, pois assim fez João Batista preparando a todos para o Reino dos Céus.&lt;br /&gt;Entretanto é preciso considerar que o grego &lt;em&gt;metanoeo&lt;/em&gt;, em português "arrepender", tem o sentido de "mudar a mente", e esta mudança mental leva a novas atitudes, diferentes das anteriores. Trata-se de uma mudança radical, pois o sentido é mudar a mente para melhor, é uma ação que tem uma finalidade moral.&lt;br /&gt;Deste modo, se desejamos estar com Jesus e fazer parte de sua equipe de trabalho, é preciso antes estar com João e transformar o nosso modo de ser. Muitas vezes falamos assim, "todo mundo faz por que é que eu não vou fazer também?" "todo mundo aproveita da situação por que é vou ser diferente?"&lt;br /&gt;Se desejamos o Reino dos Céus é preciso fazer diferente, mudar a mente… esta é mensagem do Batista.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-2435235270625199411?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/2435235270625199411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=2435235270625199411' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/2435235270625199411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/2435235270625199411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/10/arrependei-vos.html' title='Arrependei-vos'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-8815007126492299154</id><published>2010-10-10T12:59:00.001-07:00</published><updated>2010-10-10T12:59:26.879-07:00</updated><title type='text'>Morrer Uma Só Vez</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;E como é um fato que os homens devem morrer uma só vez, depois do que vem o julgamento… (Hebreus, 9: 27)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este versículo da carta de Paulo aos hebreus tem sido muito usado pelos adversários da ideia da reencarnação para condená-la. Dizem eles que claramente está escrito no Novo Testamento que o homem morre apenas uma vez não sendo assim, admissível, a teoria palingenésica, pois esta contraria o texto do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como em todos os textos sagrados é preciso interpretar e seguindo as orientações do próprio apóstolo dos gentios ficar com o espírito que vivifica ao invés de valorizar mais a letra que mata.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não podemos dissociar nenhum versículo das escrituras do contexto em que eles estão inseridos, se assim fizermos corremos o risco de desfigurarmos a ideia original de seu autor, portanto faz-se imprescindível ver o que Paulo queria dizer aos seus leitores naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Emmanuel esta carta foi escrita pelo próprio Paulo, ao contrário do que dizem os estudiosos do assunto, e mais, que muitas vezes ele era visto escrevendo em lágrimas, pois escrevia com o coração, dedicando-a a seus irmãos de raça fazendo vê-los que Jesus era o Messias prometido nas Escrituras Hebraicas e que era inclusive superior a Moisés.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos capítulos oito e nove desta carta nosso Paulo faz uma relação entre a primeira aliança feita por Deus com Moisés e a nova aliança, a definitiva, feita por Deus com o homem através do próprio Cristo, mostrando a todos a superioridade desta última.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Paulo sabia que o objetivo último do Espírito era entrar na intimidade de Deus através do tornar-se perfeito. E coerente com esta ideia, ele mesmo, dezenove séculos depois volta através da mediunidade e diz que &lt;em&gt;"Gravitar para a unidade divina, eis o fim da Humanidade."&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, ele faz ver a seus leitores que o ritual realizado pelo sumo sacerdote ao entrar no &lt;em&gt;Santo dos Santos&lt;/em&gt; uma vez por ano é um símbolo do que deveria ser a comunhão do Espírito com Deus. Diz ele:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Há nisso um símbolo para o tempo de agora.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais à frente ele diz sobre os ritos e os sacrifícios da primeira aliança:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;Portanto, se as cópias da realidade celestes são purificadas com tais ritos, é preciso que as próprias realidades celestes sejam purificadas com sacrifícios bem melhores que estes! Cristo não entrou no santuário feito por mão humana, réplica do verdadeiro, e sim no próprio céu, a fim de comparecer, agora, diante da face de Deus a nosso favor. E não foi para oferecer-se a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote que entra no Santuário cada ano com sangue de outrem. Pois se assim fosse deveria ter sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas foi uma vez por todas, agora, no fim dos tempos, que ele se manifestou para abolir o pecado através de seu próprio sacrifício.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste ponto, dando sequência à sua exposição é que ele afirma:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify; margin-left: 113pt'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman'&gt;&lt;em&gt;E como é um fato que os homens devem morrer uma só vez, depois do que vem o julgamento, Cristo foi oferecido uma vez por todas para tirar os pecados da multidão.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deste modo vemos que a mensagem de Paulo é muito mais profunda do que supomos após uma leitura rápida do texto. Morte para ele, aliás como em quase sempre em toda literatura bíblica, não tem o sentido de cessação da vida física, de desencarnação, como muitas vezes tratamos o assunto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta morte, a da desencarnação, tem importância restrita, pois ela é apenas parte do processo. Trata-se de morte biológica quando o objetivo da mensagem cristã é a vida eterna do Espírito.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A morte a que Paulo se refere é a morte gerada pelo pecado, e aqui podemos ver também a morte do homem velho cheio de viciações para que em Cristo nasça uma Nova Criatura.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O apóstolo diz através deste texto e também de outros de sua belíssima inspiração, que antes de Jesus éramos um, mortos pelo pecado, após o Cristo operar em nós, outro, possuidor da Vida Eterna.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Toda a literatura bíblica nos mostra a necessidade do sacrifício para agradar a Deus; o Converso de Damasco vem mostrar-nos que este era o entendimento por se referir a uma &lt;em&gt;cópia da realidade celeste&lt;/em&gt;, mas que a &lt;em&gt;verdadeira realidade celeste&lt;/em&gt; exigiria algo mais, o sacrifício de si mesmo. E que por ser praticante do rito simplesmente exterior o sumo sacerdote fazia isto todo ano e nunca tinha o verdadeiro acesso a Deus; como a missão de Cristo era reestabelecer definitivamente a conexão com o Pai ele tinha de ensinar um processo definitivo de estar na Presença de Deus, que era o de doar de si mesmo pelo plano aplicativo do Evangelho, este o verdadeiro significado da aliança pelo sangue do cordeiro. Só assim, seria reestabelecida a Vida, esta a mensagem.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, ao dizer &lt;em&gt;é um&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;				&lt;em&gt;fato que os homens devem morrer uma só vez&lt;/em&gt;, o apóstolo está a dizer que nós só morremos uma vez, isto é, quando nos afastamos de Deus pelo "pecado", que nada mais é que o desvio de Sua Lei. Quando pelo processo de redenção compreendemos a lição e elegemos o Evangelho como norma de vida e aderimos ao Cristo definitivamente, neste momento adquirimos a Vida Eterna e não morremos mais, nem mesmo reencarnaremos mais, por termos atingido aquela condição de Espírito Puro e atingido a meta finalística da Perfeição.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Concluindo temos que, &lt;em&gt;morrer uma só vez&lt;/em&gt; é o símbolo da queda consciencial pelo nosso afastamento do Campo de Deus; o que uns chamam de infração da Lei Divina e outros de pecado. Após este momento vem o &lt;em&gt;juízo&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;julgamento, &lt;/em&gt;em grego &lt;em&gt;krisis,&lt;/em&gt;que representa bem o projeto evolucional que leva o Espírito à sua recomposição íntima pelo aperfeiçoamento moral.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não esqueçamos que o vocábulo &lt;em&gt;krisis &lt;/em&gt;pode também ser traduzido por "justiça", ou seja, após o erro que nos distanciou do Criador vem a justiça que é o mesmo que a Lei que nos leva à evolução.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, podemos melhor compreender que o autor de Hebreus em nada quis defender a ideia da unicidade da existência com o versículo em epígrafe, mas dizer que como Cristo, se nos ajustarmos ao Plano de Deus, não teremos mais a necessidade de morrer novamente pois teremos a Vida Eterna, mas se como o sumo sacerdote insistirmos apenas em sacrifícios exteriores, ou na ilusão da vida material, o que ele definiu como &lt;em&gt;cópia da realidade celeste, &lt;/em&gt;ainda teremos que nascer, morrer e renascer muitas vezes, esta é a Lei.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;_________________&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt; XAVIER, Francisco Cândido / Emmanuel (Espírito). &lt;em&gt;Paulo e Estevão, 41ª Ed.&lt;/em&gt; Rio de Janeiro: FEB. 2004, 2ª parte, cap. 10.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt; KARDEC, Allan. &lt;em&gt;O Livro dos Espíritos. 50ª ed.&lt;/em&gt; Rio de Janeiro: FEB. 1980, Questão 1009&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt;Hebreus, 9: 9&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt; Hebreus, 9: 23 a 26&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: justify'&gt;&lt;span style='font-family:Times New Roman; font-size:10pt'&gt; Id., Ib., 27 e 28&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-8815007126492299154?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/8815007126492299154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=8815007126492299154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/8815007126492299154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/8815007126492299154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/10/morrer-uma-so-vez.html' title='Morrer Uma Só Vez'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-4168246184418615230</id><published>2010-09-29T12:02:00.000-07:00</published><updated>2010-09-29T12:02:07.741-07:00</updated><title type='text'>Gálatas 1 1 a 9</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Paulo, apóstolo, não da parte dos homens nem por intermédio de um homem, mas por Jesus Cristo e Deus Pai que o ressuscitou dentre os mortos; e todos os irmãos que estão comigo: às igrejas da Galácia.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A graça e a paz vos sejam dadas por Deus Pai e Nosso Senhor Jesus Cristo, que se entregou a si mesmo pelos nossos pecados a fim de nos libertar deste mundo mau, segundo a vontade de Deus, nosso Pai. A Ele seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Admiro-me que tão depressa abandoneis aquele que vos chamou pela graça de Cristo, e passeis a outro Evangelho. Não que haja outro, mas há alguns que vos estão perturbando e querendo corromper o Evangelho de Cristo. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Entretanto, se alguém – ainda que nós mesmos ou um anjo do céu – vos anunciar um Evangelho diferente do que vos tenho anunciado, seja anátema. Como já vo-lo dissemos, volto a dize-lo agora: se alguém vos anunciar um Evangelho diferente do que recebeste, seja anátema.&lt;/i&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;b&gt;Paulo, apóstolo, não da parte dos homens nem por intermédio de um homem, mas por Jesus Cristo e Deus Pai que o ressuscitou dentre os mortos; e todos os irmãos que estão comigo: às igrejas da Galácia.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus tinha estado entre os homens determinando o início de uma nova era através de sua proposta reeducativa de cunho eminentemente espiritual.&lt;br /&gt;Usando o alimento fornecido pelos judeus representado pelos cinco livros da Torá, o aperfeiçoou propondo uma Lei Amor, muito mais ampla e completa, pois revelava-nos o Criador em uma nova dimensão: Misericórdia.&lt;br /&gt;Entretanto, os líderes religiosos da época não o compreenderam, e mesmo entre os convertidos ao cristianismo houve uma tendência à permanência do cultivo dos rituais e das formalidades exteriores.&lt;br /&gt;Paulo visitara a Galácia na sua segunda e terceira viagem missionária, segundo depreendemos de Atos, 16: 6; 18: 23.&lt;br /&gt;Anunciou aos gálatas o Evangelho (cf. Gl, 4: 13) e foi não só compreendido, como também muito bem recebido.&lt;br /&gt;Todavia certos cristãos judaizantes incitam os fiéis da Galácia a uma dissidência, dizendo a estes que eles não se salvariam a não ser se observassem os ritos e cerimônias cultivados pelos judeus, em especial a circuncisão; e mais, diziam que Paulo não tinha autoridade como os discípulos que participaram dos colégio dos doze, seu Evangelho não estava de acordo com o dos apóstolos primeiros, e sua doutrina tinha sido recebida de homens.&lt;br /&gt;Talvez por isso estas saudações (Vers. 1 a 5) sejam em tom mais seco e sem louvores a seus leitores, pois Paulo vê a necessidade de rapidamente esclarecer estes quando à verdadeira autoridade dada a ele não por homens, mas pelo próprio Cristo, conforme consta do livro Atos  dos Apóstolos, 9: 15.&lt;br /&gt;Jesus o tinha chamado diretamente na estrada de Damasco, e dito a Ananias que ele, Paulo, era um instrumento de escol  ou um vaso escolhido para levar os seus ensinamentos para as nações pagãs, aos reis, e aos próprios filhos de Israel.&lt;br /&gt;Assim, já nos primeiros movimentos desta carta, Paulo faz ver a todos quem ele era, vindo de quem, e porquê. Fora chamado por Jesus, diretamente, e Jesus era o Enviado Máximo e representante autêntico do próprio Deus; então, por que descrer de Paulo?&lt;br /&gt;A palavra apóstolo refere-se a um título de origem judaica quer dizer enviado, do grego &lt;i&gt;apostoloi&lt;/i&gt; que traduz o hebraico &lt;i&gt;shelihims.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;No texto evangélico refere-se aos doze (Mateus, 10: 2), ou  em sentido mais amplo a todos missionários do Evangelho. Paulo se enquadra perfeitamente na condição de apóstolo.&lt;br /&gt;Após este ligeiro comentário histórico avancemos nosso entendimento buscando os dia de hoje…&lt;br /&gt;Muitos espíritas têm tentado nos dias atuais subtrair a autoridade do Espírito Emmanuel para questões doutrinárias e de ciência. Dizem estes colegas de fé, que Emmanuel vai muito bem quando se propõe a aconselhamentos na área da moral, mas que em matéria de doutrina e de ciência apresenta importantes contradições.&lt;br /&gt;Felizmente não são muitos os que assim pensam, mas são em número considerável, e muitos, sérios estudiosos da letra espírita.&lt;br /&gt;É preciso analisar com lógica e bom senso. Não se trata de mitificar o Espírito Emmanuel, mas vejamos…&lt;br /&gt;A codificação espírita é fruto de rigorosa programação e de participação importante da espiritualidade superior, aliás, é doutrina dos Espíritos.&lt;br /&gt;Kardec deu os primeiros passos e estabeleceu princípios e metodologia eficiente com que os seus seguidores puderam avançar doutrinariamente, pois a doutrina espírita é evolucionista.&lt;br /&gt;Algumas décadas depois, surge no Brasil a mediunidade de Francisco Cândido Xavier que não só confirma Kardec, como na prática amplia as informações sobre o mundo invisível.&lt;br /&gt;A obra do médium mineiro é de tal importância que hoje podemos falar em espiritismo antes e depois de Chico Xavier.&lt;br /&gt;O Espírito Emmanuel deixou claro já nas primeiras comunicações, que se qualquer mensagem sua contradissesse Kardec ou Jesus, que deveríamos esquece-lo e ficar com Kardec e com Jesus, porém, isso não aconteceu nos princípios fundamentais da doutrina, pois Emmanuel é dentre os Espíritos que se manifestaram na Pátria do Cruzeiro, um dos que melhor conhece a obra do mestre lionês, e o maior exegeta do Evangelho que temos notícia.&lt;br /&gt;Basta para confirmar o que estamos dizendo, fazer o seguinte raciocínio; a obra espírita, como já dissemos, é fruto de programação dos Espíritos superiores orientados pelo Espírito Verdade.&lt;br /&gt;Tendo em vista que Emmanuel é o guia espiritual do médium Xavier,e sabedores que somos da importância da obra vinda através de sua mediunidade, poderia a espiritualidade superior destacar para a missão de dirigir a obra deste iluminado médium, um Espírito que não fosse preparado para tal?&lt;br /&gt;A obra espírita é ciência, filosofia, e traz-nos também um conteúdo de profunda religiosidade; portanto, na escolha de um Espírito que tivessem a missão de coordenar a implantação desta filosofia riquíssima no ambiente planetário, não poderia ser escolhido um Espírito que fosse falho em quaisquer destes aspectos.&lt;br /&gt;Daí concluímos, que se a obra de Chico Xavier, importante como é, teve a orientação de Emmanuel, é porque este tem autoridade dada pelo Espírito Verdade para tal, e como Paulo pôde dizer – aliás Paulo é orientador espiritual de Emmanuel como podemos depreender de obras confiáveis da literatura espírita -, ser servo de Cristo Jesus, chamado para apóstolo, escolhido para o Evangelho de Deus[1]; do mesmo modo tem esta autoridade o Espírito Emmanuel, autoridade dada não por homens, nem por intermédio de um homem, mas por Jesus Cristo, e Deus Pai…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A graça e a paz vos sejam dadas por Deus Pai e Nosso Senhor Jesus Cristo, que se entregou a si mesmo pelos nossos pecados a fim de nos libertar deste mundo mau, segundo a vontade de Deus, nosso Pai. A Ele seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Paulo inicia a saudação a seus leitores da Galácia com o desejo sincero de graça e paz para todos. E graça e paz segundo Deus e o entendimento de Jesus o Cristo.&lt;br /&gt;Já neste início Paulo coloca o que pensava a cerca da missão do Cristo. Ele viera libertar-nos de nossos erros e desvios –pecados. E para que isso acontecesse, qual foi a posição de Jesus? Entregou-se a si mesmo.&lt;br /&gt;Aqui temos duas colocações importantes que devem ser por nós meditadas. O que significa Jesus nos libertar de nossos pecados? E o que é entregar-se a si mesmo?&lt;br /&gt;De quem eram os pecados? Ou seja, quem eram os pecadores? A resposta está no próprio texto: “nós.” Portanto, a libertação destes por Jesus não significa que Ele por ser a autoridade máxima de nosso orbe, tenha o poder de tirar com as mãos os nossos erros. Não é esse o sentido. Jesus nos liberta, a partir do fato de que Ele revelou para nós os instrumentos que se fizéssemos uso nos libertariam. Fomos nós quem desviamos do caminho, deste modo, só nós podemos a ele retornar.&lt;br /&gt;Para isso é preciso em primeiro lugar reconhecer o erro e saber nossa verdadeira situação (autoconhecimento). Não são poucas as vezes em que insistimos no erro por achar que estamos corretos e somos “os tais” da evolução.&lt;br /&gt;A partir do reconhecimento é preciso fazer uso de outra virtude lembrada por Jesus, a vontade.  Só de posse do desejo sincero de mudar podemos transformar-nos como se faz necessário. E mudar que dizer deixar posições cômodas, em que já estamos acostumados, e aceitar o desafio do novo com restrições do que até agora era para nós importante.&lt;br /&gt;Aí é que entra outro passo importante, a atitude. Nada conseguimos realizar se não partirmos efetivamente para o campo das ações. Existem projetos belíssimos em todas as áreas, que infelizmente não saem do papel, todos nós conhecemos vários destes. E o projeto mais importante de nossa vida não pode ficar parado em nenhuma prancheta esquecida: o de nossa transformação moral.&lt;br /&gt;Neste ponto é importante avaliar o “como” fazer representado pela atitude de Jesus: entregou a si mesmo.&lt;br /&gt;Já dissemos, o objetivo maior de Jesus era o da nossa educação moral. Ele nos ensinou que, se o objetivo é importante não devemos medir esforços para sua realização; assim, Ele entregou a si mesmo para que se realizasse o seu projeto educativo.&lt;br /&gt;Devemos compreender que Jesus não necessitava passar pelo que passou, se Ele assim fez, era para dar exemplo. Ele não ia deixar as Esferas Superiores em que habitava, e vir até nós à toa, assim, tudo o que fazia ou falava, nos mínimos detalhes, era para ensinar; em todos os seus passos ou palavras há ensinamentos vários, em tudo há exemplo a ser seguido como condição para nossa libertação.&lt;br /&gt;Portanto, nesta entrega de si mesmo há importante lição.&lt;br /&gt;Ao traçar um objetivo, e por isso devemos avaliar bem qual é o nosso objetivo em tudo o que realizamos, devemos a ele nos entregar de corpo e alma, não foi isso que fez o Cristo?&lt;br /&gt;No decorrer da análise desta carta, vamos comentar sobre a importância da fé no processo reeducativo do Espírito, pois este é um dos temas principais deste texto que ora estudamos.&lt;br /&gt;O que é fé senão fidelidade a uma proposta escolhida? O que é fé senão adesão a esta proposta? E indo mais além, existe fidelidade e adesão sem entrega total de nós mesmos?&lt;br /&gt;Portanto, o ato de entregar-se (a si mesmo) para a realização do objetivo maior, como Jesus fez, deve ser a nossa primeira meditação a respeito do ato de termos ou não fé. Sem fé não há como obter iluminação espiritual; e nós, estamos dispostos a vivenciar a fé a partir da entrega total de nós mesmos?&lt;br /&gt;A proposta da evolução como sendo a realização da vontade de Deus tem sido por nós sempre comentada em outros textos, por isso não vamos aqui nos estendermos para não repetirmos em demasia. Mas é isso que Paulo quer dizer quando nos afirma que esta entrega de si mesmo por parte de Jesus era para realizar a Vontade de Deus, nosso Pai.&lt;br /&gt;Resta-nos ainda uma palavrinha sobre a nossa libertação deste mundo mau.&lt;br /&gt;Em última instância podemos afirmar que Deus não cria mundos físicos como chegamos a supor um dia. Isso é tarefa para os Espíritos superiores conforme depreendemos dos textos da codificação espírita.&lt;br /&gt;Deus cria Espíritos, e determina uma Lei para que estes possam estar em harmonia com Ele, e se, se desarmonizarem possam a Ele retornar em glória.&lt;br /&gt;Deste modo, em se tratando do mundo exterior em que nos encontramos, nos achamos de acordo com a condição que criamos. Estamos no ambiente que melhor se faz para o atendimento de nossas necessidades reeducativas, portanto, se ele nos parece mau, é porque ainda há maldade em nós.&lt;br /&gt;Jesus ensinou-nos que o Reino de Deus está em nós, que ele não vem com aparência exterior, e podemos acrescentar que o inferno é do mesmo modo. Assim, se estamos nesta ou naquela posição vibratória é questão pessoal e de escolha paraticular, e a nossa libertação deste mundo mau, perverso, diz respeito só a nos mesmos.&lt;br /&gt;Não esqueçamos do que já dissemos e do que já vem sendo dito há dois mil anos, Jesus trouxe para nós os instrumentos de nossa libertação, já nos capacitou para tal, portanto, cabe exclusivamente a nós, fazendo uso de nossa vontade, realizá-la. &lt;br /&gt;Quando isto se der, será a glória Dele, por ter-se cumprido todo o projeto de nossa evolução, neste momento teremos vencido a necessidade dos séculos e dos séculos, amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Admiro-me que tão depressa abandoneis aquele que vos chamou pela graça de Cristo, e passeis a outro Evangelho. Não que haja outro, mas há alguns que vos estão perturbando e querendo corromper o Evangelho de Cristo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Como já comentamos, certo dia, Paulo recebeu a visita de alguns seguidores seus da Galácia, que comentavam que alguns elementos ligados ao judaísmo de Jerusalém, apesar de já convertidos à nova doutrina, vindos da parte de Tiago, estavam na nova comunidade dos gálatas, desenvolvendo uma oposição a Paulo, dizendo que o Evangelho ensinado por este não era o verdadeiro Evangelho do Cristo; o de Paulo era incompleto e não abordava a necessidade dos cristãos de adotar a lei mosaica.&lt;br /&gt;Paulo surpreso e entristecido lembra aos neófitos da Galácia como foi que eles aceitaram bem os ensinamentos do Cristo que receberam por ele, e que se sentia admirado como que de uma hora para outra pudessem eles mudar de opinião a respeito não só dele, Paulo, mas o que era pior, a respeito dos ensinamentos evangélicos. Tinham eles sido chamados por Deus.&lt;br /&gt;Aqui cabe ressaltar que a palavra Evangelho não se refere ao conjunto de livros que hoje conhecemos por este nome, neste tempo eles ainda não existiam na forma conhecida. Havia apenas os manuscritos aramaicos de Levi (Mateus), e provavelmente só as duas cartas aos Tessalonicenses escritas por Paulo.&lt;br /&gt;Então, como entender aqui a palavra Evangelho?&lt;br /&gt;É importante lembrarmos que tanto o que conhecemos por Novo Testamento, quanto por Antigo Testamento, antes de existirem em sua forma escrita existiram de forma oral; portanto, Evangelho aqui representa os ensinamentos de Jesus que foram disseminados entre os judeus, e a partir daquele momento também aos gentios, por seus seguidores mais próximos, entre eles Paulo, que como vimos tinha recebido sua missão diretamente de Jesus.&lt;br /&gt;Os gálatas tinham aceitado rapidamente a essência da mensagem cristã que lhes fora ensinada por Paulo, então, por que agora estavam voltando atrás?&lt;br /&gt;Não existe outro Evangelho, dizia o apóstolo, compreendia ele que a mensagem do Cristo era única e essencialmente espiritual, tudo o que fosse exigência da forma a manter necessidades de aparência, era exclusivamente de origem humana. Paulo foi sem dúvida alguma, entre os discípulos da primeira hora, um dos que melhor compreendeu a profundidade da mensagem do Meigo Rabi Nazareno.&lt;br /&gt;Ele mostra que estes elementos na realidade estavam querendo desvirtuar a mensagem e corromper o Evangelho, seja por ignorância, ou pelo que for. Era preciso que os discípulos da Galácia praticassem a lição do vigiai estando atentos para o discernimento necessário.&lt;br /&gt;Hoje a coisa se dá do mesmo modo, estejamos, portanto, atentos. Há no meio espírita, mesmo com toda a gama de conhecimento que esta doutrina nos felicita, elementos que querem desvirtuar a mensagem cristã do Espiritismo como Kardec entendia que fosse; e querem até mesmo, alguns, dissociar a Doutrina do Evangelho.&lt;br /&gt;Não esqueçamos a verdadeira posição do Codificador, quando em O Livro dos Médiuns nos afirma claramente que o verdadeiro espírita é o espírita cristão, por ser cristã a essência da mensagem espírita. Emmanuel vai mais além; segundo este iluminado Espírito, espiritismo sem Evangelho é nau sem rumo, é pura expressão fenomênica sem a verticalização necessária que nos conduz ao objetivo maior de iluminação própria.&lt;br /&gt;Podemos ainda transcender mais dizendo que, do mesmo modo que o ensino oral antecede a lição escrita, o Espírito é anterior à matéria e as conquistas daquele devem ser prioritárias em relação às desta.&lt;br /&gt;Quando desejamos avançar sob a ótica de espiritualidade a retaguarda que ainda grita em nós tenta de toda forma perturbar corrompendo nosso estado de alma superior. É o homem velho, que no texto está representado pelos judaizantes, que não conseguindo mais deter o avanço do que é espiritual busca diminuir nossas conquistas e subverter nossos valores essenciais. Há necessidade nestes momentos de vigilância e oração, pois se até em nossa intimidade temos estas dificuldades, o que não poderemos então dizer no que diz respeito às pessoas com quem convivemos?&lt;br /&gt;Não nos enganemos, só há um Evangelho, o do Bem, e é a este que devemos seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Entretanto, se alguém – ainda que nós mesmos ou um anjo do céu – vos anunciar um Evangelho diferente do que vos tenho anunciado, seja anátema. Como já vo-lo dissemos, volto a dize-lo agora: se alguém vos anunciar um Evangelho diferente do que recebeste, seja anátema.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Para Paulo o mais importante, o que está acima de tudo, é o Evangelho; é a essência da mensagem deixada pelo Cristo. Portanto, afirma ele, se alguém, seja quem for, até mesmo ele ou um anjo do céu, não importa quem, contradisser o Evangelho, seja este excluído como mensageiro do Senhor. Não ele como pessoa, mas a idéia  que defende. Em sua primeira carta aos coríntios[2] deixa claro que mesmo estes serão redimidos no Dia do Senhor. Portanto, é a mesma idéia veiculada por Jesus, não devemos condenar aquele que erra, mas o erro.&lt;br /&gt;Paulo estava assim, ensinando aos gálatas, como a todos os cristãos, que não importa quem traz o ensinamento, o que vale é a qualidade deste. Para que possamos avaliar, tenhamos sempre por norma o cerne da mensagem de Jesus, que para nós, particularmente, está no Sermão do Monte. Assim, dizemos, se contraria o Sermão do Monte, tenhamos cuidado, se está de acordo com o que o Cristo proclamou no iluminado texto narrado por Mateus, sigamo-lo com dedicação.&lt;br /&gt;A mesma norma vale hoje para nós os espíritas que sempre estamos a avaliar mensagens que nos são trazidas por espíritos diversos. Se estiverem coerentes com o ensinamento de Jesus e com a Codificação Espírita, não façamos oposição, todavia, se houver contradição com a moral espírita cristã, avaliemos melhor, pois nem todos os Espíritos são mensageiros de Deus conforme já nos alertava o discípulo amado em sua primeira epístola.&lt;br /&gt;Para mostrar a gravidade daquele que usa do  próprio Evangelho para contrariar o que Jesus realmente ensinou – e isso é mais comum do que possamos supor – Paulo usa uma forte expressão: seja anátema.&lt;br /&gt;No antigo Testamento esta expressão deriva do hebraico herem que significa que toda presa de guerra  deveria ser sacrificada e atribuída a Deus, era um ato religioso, uma regra da guerra santa, que cumpre uma ordem divina (Bíblia de Jerusalém, pág., 344). No Novo Testamento representa uma maldição que se volta sempre contra aquele que age contrariamente à Lei de Deus. Devemos entendê-la como uma reprovação enérgica, aqui no caso, a todo aquele que contraria o Evangelho, e em especialmente o que usa do próprio Evangelho para justificar suas posições de interesse pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1] Cf.&amp;nbsp; Romanos, 1: 1&lt;br /&gt;[2] 1 Coríntios, 5: 5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extraído do Livro "O Evangelho de Paulo" (A publicar)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-4168246184418615230?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/4168246184418615230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=4168246184418615230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4168246184418615230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4168246184418615230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/09/galatas-1-1-9.html' title='Gálatas 1 1 a 9'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-4980205929119755481</id><published>2010-07-23T13:24:00.000-07:00</published><updated>2010-07-26T04:40:53.731-07:00</updated><title type='text'>João, 5:2-10 - O Paralítico de Betesda</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;i&gt;Ora, em Jerusalém há, próximo à Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres. &lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt; Nestes jazia grande multidão de enfermos: cegos, coxos e paralíticos, esperando o movimento das águas. &lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt; Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse. &lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt; E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo. &lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt; E Jesus, vendo este deitado e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? &lt;sup&gt;7&lt;/sup&gt; O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me coloque no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. &lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt; Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma tua cama e anda. &lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt; Logo, aquele homem ficou são, e tomou a sua cama, e partiu. E aquele dia era sábado. &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Ora em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ora em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas…&lt;/b&gt; - Recordando o que já dissemos em outro momento; &lt;i&gt;Jerusalém&lt;/i&gt; era a capital dos judeus; cidade de grande importância, era onde situava-se o Templo de Salomão. Era o centro de toda movimentação religiosa.&lt;br /&gt;Hoje, buscando o sentido espiritual do Evangelho, é importante entendermos o significado do termo &lt;i&gt;Jerusalém&lt;/i&gt; no que diz respeito às nossas necessidades em matéria de conquistas definitivas do Espírito.&lt;br /&gt;Assim temos, que &lt;i&gt;Jerusalém&lt;/i&gt; é o centro de nossas cogitações espirituais. Todas as vezes que nos situamos próximos dos valores imperecíveis, ou de acordo com as Leis Universais, estamos em nossa &lt;i&gt;Jerusalém&lt;/i&gt; particular. A Nova Jerusalém da mensagem apocalíptica, nada mais é do que a edificação em nós do Reino do Senhor, ou seja, o momento em que o Filho do homem não estiver mais fora, mas dentro de cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ora em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas…;&lt;/i&gt; havia a &lt;i&gt;porta das ovelhas&lt;/i&gt; como também muitas outras, isto mostra-nos que se geograficamente esta era a realidade da "Cidade Santa", no campo íntimo podemos dizer que o mesmo se dá; ou seja, muitas são as &lt;i&gt;portas&lt;/i&gt; em que podemos adentrá-la.&lt;br /&gt;Torna-se importante não confundirmos &lt;i&gt;porta&lt;/i&gt; com caminho. Este é um só, o do Evangelho. Entretanto, muitos são os meios de chegarmos até ele. O próprio Centro Espírita é uma &lt;i&gt;porta&lt;/i&gt; para a nossa &lt;i&gt;Jerusalém&lt;/i&gt; íntima; e quantas não são as portas por onde podemos adentrá-lo? Só para lembrarmos podemos dizer que temos a porta escola; a porta hospital; a porta caridade; e muitas outras de acordo as necessidades.&lt;br /&gt;João, o mais rico em espiritualidade entre os evangelistas, nos diz que, &lt;i&gt;em Jerusalém há… a porta das ovelhas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;A &lt;i&gt;ovelha&lt;/i&gt; é um símbolo, de grande importância, do sacrifício cristão. Se a docilidade, a resignação, a paciência e a compreensão, são virtudes a serem conquistadas pelos discípulos do Nazareno de todas as épocas, nela encontramos todas estas qualidades. Todos os animais ao serem sacrificados reagem de forma negativa e até violenta, a ovelha aceita com tranquilidade e simplesmente chora em silêncio. O próprio Jesus foi o "Cordeiro" que Se deixou imolar.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Em Jerusalém há a porta das ovelhas&lt;/i&gt;, isto define que as nossas conquistas espirituais passam pela prática de todas as virtudes que este dócil animal representa; e podemos afirmar que esta não é uma simples &lt;i&gt;porta&lt;/i&gt;, mas uma das mais significativas.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;… um tanque, chamado em hebreu Betesda…&lt;/b&gt; - O &lt;i&gt;tanque&lt;/i&gt; ou piscina, como em algumas traduções, era um reservatório destinado ao banho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;Havia uma crença na época, de que a água daquele &lt;i&gt;tanque&lt;/i&gt; tinha poderes curativos; por isto, muitos enfermos iam ali buscar o alívio para suas dores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;A cura se dava pela imersão do enfermo na água. Esta é realmente muito utilizada como tratamento a várias doenças; já que devido à simplicidade de sua composição química, pode ser manipulada pela espiritualidade sem maiores dificuldades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;Tem também este líquido Divino, uma simbologia interessante no que diz respeito à cura; porque sendo a enfermidade uma sujidade do Espírito, tem ela o poder de lavá-lo, tirando-lhe as impurezas. Não é à toa que no livro "Nosso Lar", do Espírito André Luiz, temos a informação de que todos temos no tanque da vida uma roupa suja para lavar, referindo-se o orientador às nossas próprias imperfeições e compromissos mais imediatos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;Outra simbologia importante tem a água referindo-se ao processo reencarnatório. Jesus em Seu famoso diálogo com Nicodemus, afirmava que aquele que não nascesse de novo, não poderia ver o Reino de Deus, isto é, purificar-se. Dizendo ainda que, era preciso nascer da água e do espírito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;Se nascer do espírito podemos entender como renovar-se em valores relativos à espiritualidade do Ser, nascer da água nos fala mais propriamente da reencarnação, como meio de atingir este fim. Havia uma crença entre os judeus de que a vida vinha da água; o próprio Livro Sagrado nos diz em seus primeiros movimentos que no princípio, &lt;i&gt;o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;Além disto é fato conhecido de todos, que o nosso aparelho físico contém mais de setenta por cento de água em sua composição, e que ao reencarnarmos, todos viemos em uma bolsa envolvidos no líquido amniótico, que nada mais é do que água.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;Betesda&lt;/i&gt;, que era o nome deste &lt;i&gt;tanque&lt;/i&gt;, significa "casa de misericórdia", e podemos afirmar que nada expressa mais a Misericórdia do Criador do que a própria oportunidade reencarnatória, porque além de permitir a correção do que fizemos de errado, possibilita também que através deste processo nos curemos de todas as enfermidades, que na realidade são do Espírito e não do corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;…o qual tem cinco alpendres.&lt;/b&gt; – O &lt;i&gt;alpendre&lt;/i&gt; era uma construção ao estilo da época, que além de proteger os que ali estavam, permitiam um relacionamento entre eles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;Seguindo o curso que estamos dando ao nosso estudo, podemos compará-los aos cinco sentidos, que durante o período de encarnação do Espírito, permite o contato com as criaturas e o mundo em si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;Importante salientar que este bom uso dos sentidos, gerando um relacionamento satisfatório, é prudente ao Espírito mesmo antes de encarnar, visto que muitas vezes, é através dele que o interessado consegue abono para efetivar o processo libertador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Nestes jazia uma grande multidão de enfermos; cegos, mancos e ressicados, esperando o movimento das águas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Nestes jazia uma grande multidão de enfermos…&lt;/b&gt; - &lt;i&gt;Nestes&lt;/i&gt;, ou seja, no processo reencarnatório; &lt;i&gt;jazia&lt;/i&gt;, isto é estava, ou ainda estão, numa posição não muito confortável; &lt;i&gt;grande multidão de enfermos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Grande multidão&lt;/i&gt;, porque são muitos, e de todas as espécies; &lt;i&gt;de enfermos&lt;/i&gt;, ou ainda, de necessitados.&lt;br /&gt;A encarnação do Espírito tem por principal objetivo a evolução deste. Acontece que, devido aos erros cometidos durante as oportunidades de volta à carne, a criatura se manifesta enferma em seu psiquismo, gerando com isso, a somatização destas moléstias, e, consequentemente, um processo expiatório, onde aquele que adoeceu no mundo, tem de nele buscar sua cura. Desta forma, o mundo físico, em planetas atrasados como o nosso, torna-se um gigantesco hospital, jazendo nestes&lt;i&gt; uma grande multidão de enfermos&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…cegos, mancos e ressicados…&lt;/b&gt; - Na realidade entre os que se acham necessitados do processo palingenésico – os "filhos de mulher" referenciado pelo próprio Cristo -, acham-se enfermos de todas as modalidades, não só os aqui citados. Entretanto,&lt;i&gt; cegos, mancos e ressicados&lt;/i&gt;, representam bem a totalidade de nossas deficiências.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Cegos&lt;/i&gt; são os de imperfeita visão espiritual, os que não têm bem desenvolvida a virtude da compreensão. Não enxergando bem, não veem os acontecimentos como eles se dão, deturpando muitas vezes os fatos, gerando males cada vez maiores.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mancos&lt;/i&gt; são os que caminham com dificuldade. Possuem muitas vezes as duas pernas, mas não se equilibram bem nelas. Representam aqueles que não têm bem harmonizados as questões do sentimento e da razão. Ora erram pela excessiva predominância de um, ora de outro.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ressicados&lt;/i&gt; são os secos de sentimento, os sem amor. Por serem excessivamente egoístas, agem somente de acordo com o interesse próprio, em prejuízo dos demais. Desta forma também têm dificuldades de se movimentarem, não tendo assim, bom trânsito entre as criaturas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…esperando o movimento das águas.&lt;/b&gt; – Como já dissemos anteriormente, todos os males têm na reencarnação do Espírito seu melhor remédio.&lt;br /&gt;Deste modo, temos no &lt;i&gt;movimento das águas&lt;/i&gt; – processo reencarnatório -, o alívio de que necessitamos. Por sermos ainda bastante imperfeitos, estamos escravizados aos nossos próprios erros, não sendo assim, senhores dos acontecimentos.&lt;br /&gt;O Evangelho é claro: &lt;i&gt;esperando …,&lt;/i&gt; ou seja, temos de aguardar pelo instante propício, e pela Misericórdia do Criador, trabalhando em nós a virtude da paciência. Portanto, se estamos tendo a oportunidade agora, não a desprezemos, pois não sabemos quando será novamente o momento oportuno, ou quando a teremos de novo. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água, e o primeiro que ali descia, depois do movimento de água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Porquanto um anjo descia…&lt;/b&gt; - O &lt;i&gt;anjo&lt;/i&gt; é um Espírito que já conquistou um determinado padrão evolutivo. Em vista disso, suas ações são caracterizadas pela liberdade, e pela consciência do que faz.&lt;br /&gt;O verbo "descer" expressa uma ação feita de cima para baixo. Não de uma forma impositiva, mas demonstrando uma atitude comum entre os mais evoluídos. Ou seja, a criatura deixa seu patamar de conquistas superiores já realizadas, em favor de um auxílio àqueles que por acharem-se em condições inferiores necessitam desta ajuda.&lt;br /&gt;A evolução é assim, seu sentido é para cima, mas em sua mecânica temos que descer atendendo àqueles que estão abaixo, para que possamos alcançar níveis mais altos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…em certo tempo ao tanque, e agitava a água…&lt;/b&gt; - &lt;i&gt;Em certo tempo&lt;/i&gt;, porque em se tratando de ação feita por Espíritos mais evoluídos, tudo é programado, tem sempre a hora certa.&lt;br /&gt;Esta ação do &lt;i&gt;anjo&lt;/i&gt; descendo ao &lt;i&gt;tanque&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;agitando a água&lt;/i&gt;, representa bem a atitude dos guias espirituais organizando a reencarnação, auxiliando seus tutelados a conseguirem condições adequadas, visando as conquistas necessárias no plano físico; objetivando assim, escaladas a planos superiores; pois estes – os guias ou anjos da guarda – estudam minuciosamente cada caso, oferecendo o que há de melhor a seus protegidos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…e o primeiro que ali descia…&lt;/b&gt; - Esta expressão define uma condição para receber o auxílio. Era preciso descer, ou seja, reencarnar. O verbo "descer" é mais uma vez bem empregado; pois a ação é mesmo de descida, visto que o plano espiritual é o de origem, o de condições melhores. Nascer, segundo os próprios Espíritos, é muito mais difícil e pior do que "morrer".&lt;br /&gt;O advérbio &lt;i&gt;primeiro&lt;/i&gt;, em matéria de reencarnação, não define que só este será o beneficiado, e sim nos adverte para a necessidade de esforço e de seleção; pois do mesmo modo que para chegar em &lt;i&gt;primeiro&lt;/i&gt; no mundo é preciso passar por uma batalha e esforçar-se, no que se refere à reencarnação também é necessário o sacrifício e a renúncia de determinados valores.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…depois do movimento de água…&lt;/b&gt; - &lt;i&gt;Depois do movimento de água&lt;/i&gt;, é findo o processo reencarnatório. É quando este já tiver cumprido o seu papel e não for mais necessário. Primeiro o trabalho, depois o salário. Aliás, como diz uma canção popular, "só fecha o seu livro quem já aprendeu…"&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…sarava de qualquer enfermidade que tivesse.&lt;/b&gt; – Confirmação do que já dissemos; a reencarnação é remédio para &lt;i&gt;qualquer enfermidade&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;Qualquer&lt;/i&gt;, aqui, designa todas; e sobre a &lt;i&gt;enfermidade&lt;/i&gt; fica claro, todas podem e serão curadas, não havendo nas palavras de Jesus nada que abone o sofrimento eterno, pois este tendo origem em uma causa, cessa assim que se extinga o fato gerador.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;E estava ali um homem…&lt;/b&gt; - Havia &lt;i&gt;ali&lt;/i&gt; muitos enfermos, Jesus não curou a todos, mas na multidão destaca um. O texto evangélico não informa a quanto tempo ele aguardava, nem como tinha chegado àquele local, simplesmente diz: &lt;i&gt;E estava ali um homem…&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, nós que também podemos auxiliar, visto que há muitos mais necessitados que nós mesmos, encontramos com &lt;i&gt;um homem&lt;/i&gt; ou com outro, que merecendo atenção de nossa parte, não é apercebido. Em outros instantes, temos até o impulso de algo fazer, mas diante daquele que sem dúvida é instrumento de nosso progresso, insistimos em questionar: de onde veio? Por quê? Para onde? Será mesmo merecedor? Será que estamos agindo com prudência? E não nos deixando envolver na "compaixão samaritana", passamos de largo, e, criticando levitas e sacerdotes, fazendo uso de filosofias e ciências, simplesmente esquecemos, que &lt;i&gt;estava ali um homem…&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo.&lt;/b&gt; – &lt;i&gt;Trinta e oito&lt;/i&gt; anos não são trinta e oito dias, mas tempo de longo sofrimento.&lt;br /&gt;A enfermidade não é eterna, teve início e terá fim. Para aquele homem, iniciara a &lt;i&gt;trinta e oito anos&lt;/i&gt;, este era o tempo que estava afastado das Leis Universais.&lt;br /&gt;Em nossa faixa de evolução não fazemos ideia das coisas se não as sentirmos na própria pele. Assim, só valorizamos o alimento em períodos de fome; o companheirismo na solidão; a saúde, na doença.&lt;br /&gt;Não temos como avaliar quais necessidades teve aquele paralítico; entretanto, durante aquele longo período de enfermidade, estamos certo de que, passando por dificuldades soube refletir, valorizar o bem, trabalhar seu sentimento, se preparar para um futuro melhor. &lt;i&gt;…se achava enfermo&lt;/i&gt;, porém, estava pronto para a cura.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;…e Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: queres ficar são?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E Jesus, vendo este…&lt;/b&gt; - Jesus não viu apenas &lt;i&gt;este&lt;/i&gt;, Seus olhos têm longo alcance; assim, viu a todos; entretanto, percebeu que &lt;i&gt;este&lt;/i&gt;, era o que estava mais preparado para receber o que Ele tinha para dar. Era em quem a Vida já tinha trabalhado melhor os recursos divinos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…deitado…&lt;/b&gt; - Apesar de já ver nele possibilidades, o Sublime Terapeuta detecta a causa de tanto sofrer: sua posição. Estava&lt;i&gt; deitado&lt;/i&gt;, isto é, ocioso.&lt;br /&gt;A Providência nos supre com os recursos de que necessitamos, porém, se não fazemos bom uso do que recebemos, criamos em nós verdadeira paralisia espiritual, e como tudo que não produz, também deterioramos.&lt;br /&gt;A oportunidade desperdiçada trará portanto, a dificuldade restauradora, o silêncio reflexivo, a escassez necessária.&lt;br /&gt;Só assim, necessitando do que já tivemos, aprenderemos, para o dia em que, certamente, de novo formos fartos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…e sabendo que estava neste estado havia muito tempo… &lt;/b&gt;- Aquele que é maior sabe perfeitamente o que se passa com o menor. Deste modo, Jesus sabia através de um simples olhar, o que ia no íntimo de cada um, ou ainda, o de que ele realmente necessitava. Assim, vendo aquele homem deitado, tinha perfeito conhecimento de suas dores, e por quanto tempo estava naquele &lt;i&gt;estado&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;Da mesma forma acontece conosco, não adianta nos fazermos de cordeiros, quando na realidade ainda possuímos um lobo dentro de nós. Jesus, representado pelos nossos guias e mentores espirituais, sabe o de que necessitamos, e atende-nos do melhor modo visando nosso progresso. Portanto, ao invés de nosso habitual inconformismo, melhor seria demonstrarmos esforço em melhorarmo-nos, pois se o Senhor sabe nosso real &lt;i&gt;estado&lt;/i&gt;, também saberá perceber nossas disposições em progredir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;Hoje, já mais conscientes também da nossa situação, é importante inquirir desde quando nos achamos nela; porém, mais urgente se faz perguntar-nos: até quando exigiremos daqueles que nos assistem espiritualmente, a paciência cristã?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;"&gt;É bom lembrar, que a vida é dinâmica, e tudo evolui, e que se não acompanharmos esta mecânica, estagnando-nos por muito tempo, grandes dificuldades virão, pois conforme nos afirma Aquele que conhece o princípio e o fim, &lt;i&gt;toda a planta que meu Pai celestial não plantou, será arrancada.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;…disse-lhe: queres ficar são?&lt;/b&gt; – Importante observar a pergunta feita por Jesus ao necessitado. O Mestre não lhe inquiriu sobre o seu passado, sobre sua posição social, nem muito menos sobre os erros que teria cometido, e que possivelmente dera origem àquele mau. &lt;i&gt;Disse-lhe&lt;/i&gt; simplesmente, &lt;i&gt;queres ficar são?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Isso mostra Sua objetividade em atendê-lo, e a Imensa Misericórdia de que se fazia portador.&lt;br /&gt;Outro fator que deve ser notado, é que o Senhor coloca nas mãos do enfermo sua própria cura. &lt;i&gt;Queres ficar são?&lt;/i&gt; Diz Ele, ensinando-nos que nossa felicidade, ou vitória sobre os momentos difíceis, depende de nós mesmos, a partir do modo em que conjugarmos o verbo &lt;i&gt;querer&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;A saúde é resultado do que fizermos; e a nossa ação será sempre direcionada pelo desejo, que se alimentado pela Boa Vontade de nos encaminharmos segundo a segurança cristã, trará benefícios plenos.&lt;br /&gt;Portanto, a pergunta pode ser feira por qualquer um, até mesmo pelo Cristo, mas a resposta é individual, cabe a cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me meta no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;O enfermo respondeu-lhe…&lt;/b&gt; - &lt;i&gt;Enfermos&lt;/i&gt; somos todos nós que, habitando neste vale de sombras, temos imensas mazelas a sanar.&lt;br /&gt;A uma pergunta ou a uma expectativa, sempre respondemos, independente de por quem é feita. Mas se numa ação mostramos um ponto que ainda podemos atingir, é na reação, ou melhor dizendo, na resposta, que demonstramos quem realmente somos. &lt;br /&gt;Deste modo, ao sermos advertidos pela Vida com determinados chamamentos, lembremos que é ao Cristo que estamos respondendo, pois Ele é nosso Protetor e Amigo, é quem realmente cuida de tudo para que tenhamos sucesso em todas as nossas aspirações maiores.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me meta no tanque…&lt;/b&gt; - Questões importantes devem ser por nós levantadas nesta resposta, fazendo um paralelo com a nossa situação atual.&lt;br /&gt;Quantas vezes em nosso cotidiano, já possibilitados de algo fazer, ficamos simplesmente aguardando que o outro, ou um &lt;i&gt;homem algum&lt;/i&gt;, venha por nós realizar, quando esta atitude cabe é a nós mesmos? Em outras situações, não muito diferentes, se não queremos que o semelhante tudo faça, aguardamos pelo menos que ele tome a iniciativa, para se for do nosso agrado, darmos continuidade. Ou ainda, em quantas ocasiões não responsabilizamos quem quer que seja pelos nossos fracassos, dizendo que se ele não agisse de tal forma nós não estaríamos passando por isso ou aquilo?&lt;br /&gt;Lembremos sempre que o cristão tem por diferencial agir de acordo com o Bem e pelo Bem, e que se algo nos acontece, é da Lei que a causa foi gerada por nós mesmos, apesar de que momentaneamente possa não transparecer.&lt;br /&gt;Outro fator que não podemos deixar de considerar, é quanto ao processo reencarnatório. Sabemos que reencarnar é uma necessidade devido às nossas complicações espirituais. Em contra partida sabemos também, que este não é um processo aleatório, e que dependa exclusivamente de nós mesmos; há interesses globais a serem atendidos.&lt;br /&gt;Portanto, o mínimo que nos cabe fazer, é cultivar amizade e confiança entre aqueles com quem convivemos, pois podemos precisar deles para tomarmos um novo corpo; porque na condição de interventores, ou mesmo de pais ou irmãos, quem quererá abonar ou sacrificar-se por uma pessoa intransigente, intolerante e que ao invés de auxiliar, dificulta sempre as coisas? Não podemos esquecer, que tudo na vida, inclusive o companheirismo, deve ser cultivado.&lt;br /&gt;Caso não realizemos de uma forma positiva, estaremos sempre na condição daquele enfermo, que diante da oportunidade da sua vida, disse:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me meta no tanque…&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;… mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.&lt;/b&gt; – Outra situação que muito nos atrapalha é a questão da indecisão.&lt;br /&gt;A vida, em se tratando das conquistas individuais, não é uma competição; pois o que temos de realizar cabe só a nós mesmos, e cada um tem o seu espaço e as suas necessidades.&lt;br /&gt;Porém, do mesmo modo que em relação às conquistas materiais, no que se refere às do Espírito, temos de nos esforçar, perseverar, e acima de tudo ter decisão, porque uma oportunidade perdida, é sempre algo que se esvai, e que pode ser indício de muitas dores.&lt;br /&gt;A tentativa daquele enfermo de justificar sua ociosidade, não pode se repetir conosco. Ele apesar de já trabalhado pelo sofrimento, ainda se mostrava indeciso, necessitado de despertamento.&lt;br /&gt;De nossa parte é bom deixarmos a Boa Nova ressoar na acústica de nossa alma, a fim de que o Cristo interno se exteriorize em atitudes renovadas e produtivas, lembrando sempre a alerta do Senhor à igreja de Laodicéia:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;i&gt;Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente: oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te ei da minha boca.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma a tua cama, e anda.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma a tua cama, e anda.&lt;/b&gt; – A orientação de Jesus é clara. Aquele homem estava enfermo havia trinta e oito anos, por se posicionar de maneira indevida diante da vida, O Mestre então lhe pergunta: &lt;i&gt;queres ficar são?&lt;/i&gt; Ao que ele responde se desculpando, mostrando suas dificuldades.&lt;br /&gt;Suas razões são até certo ponto lógicas e justas, mas isto se levarmos em consideração os valores do mundo. Entretanto, saúde não é conquista mundana, e sua aquisição é proporcional às virtudes conquistadas no que diz respeito aos bens do Reino. É então que o Divino Médico lhe propõe: esquece o mal, desvincule-se da retaguarda, saia da ociosidade, do comodismo; &lt;i&gt;levanta-te&lt;/i&gt;… As dificuldades são reais, porém não desanime. Dificuldade não é empecilho, antes de tudo é oportunidade de exercitarmos nossa capacidade de resolvê-la. Só aquele que vence os obstáculos está realmente preparado e amadurecido para seguir adiante. Portanto, não só levante, mas também &lt;i&gt;toma a tua cama&lt;/i&gt;, carregue a sua cruz, vença as intempéries. &lt;i&gt;E anda&lt;/i&gt;, pois só tomando direção contrária aos erros, resgataremo-nos para a Vida, para a saúde, para a felicidade. Andar é caminhar, seguir adiante, para frente; é dinamizar toda a capacidade e recursos que dispomos, com um só objetivo: nos reintegrarmos na Vida Plena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Logo aquele homem ficou são; e tomou a sua cama, e partiu. E aquele dia era Sábado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Logo aquele homem ficou são&lt;/b&gt;… - O Evangelho se completa e se explica momento a momento. O evangelista não fala explicitamente que &lt;i&gt;aquele homem&lt;/i&gt; se levantou, mas diz em outras palavras a mesma coisa: &lt;i&gt;logo aquele homem ficou são&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Esta afirmativa vem confirmar a nossa anterior interpretação quando afirmamos que a causa da enfermidade era a própria ociosidade em que se achava &lt;i&gt;aquele homem&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Conforme dizemos alhures segundo colocação do Espírito Joseph, saúde é a perfeita conexão entre a criatura e o seu Criador. Sendo Este, dinamismo constante – &lt;i&gt;o meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também&lt;/i&gt; -, se quisermos estar integrados Nele, é imperioso que também estejamos nos movimentando em favor do Bem.&lt;br /&gt;O fato se deu deste modo: Jesus percebendo a causa, disse ao enfermo: &lt;i&gt;levanta-te…&lt;/i&gt; E ele influenciado pelo magnetismo superior do Divino Terapeuta, levantou e &lt;i&gt;logo&lt;/i&gt;, isto é imediatamente, &lt;i&gt;ficou são&lt;/i&gt;. Em outras palavras, curou-se daquele mal.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…e tomou a sua cama…&lt;/b&gt; - Curar-se não significa estar com saúde. Pode simplesmente ser um alívio temporário, que se não devidamente cuidado, venha a se tornar problema num instante próximo.&lt;br /&gt;Uma das grandes dificuldades da medicina atual, é que geralmente ela trata da doença, quando na realidade deveria tratar é do "doente". O ser humano não é simplesmente um aglomerado de células, mas um ser complexo onde Espírito, perispírito, corpo, meio ambiente, experiências pregressas e muitas outras coisas interagem, criando necessidades e soluções numa só direção: o progresso do Espírito.&lt;br /&gt;Portanto, ao levantar, isto é, decidir pela movimentação, é necessário dar uma direção segura à caminhada; e assim, &lt;i&gt;tomar a sua cama&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;Sua&lt;/i&gt;, porque é a de cada um, necessidade individual; e desta forma não só curar-se, mas também manter seu estado de saúde. A &lt;i&gt;cama&lt;/i&gt; é a dificuldade, é o compromisso particular, inadiável.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…e partiu…&lt;/b&gt; - Isto é, saiu deixando para trás as lamentações, as dificuldades que o impediam caminhar e foi, segundo orientação do próprio Jesus, buscar uma nova vida, baseado em princípios diferentes daqueles que conhecia anteriormente.&lt;br /&gt;O mesmo acontece conosco toda vez que, reconhecendo um erro, ou determinadas vinculações ligadas à retaguarda, e que atrasam o nosso processo evolutivo, desligamos delas, interessando-nos por construir um homem novo, &lt;i&gt;partindo-nos&lt;/i&gt; assim para vencer o velho que ainda existe em nós.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E aquele dia era Sábado.&lt;/b&gt; – &lt;i&gt;Dia&lt;/i&gt; ou momento em que completamos um determinado ciclo em matéria de evolução. Não é ociosidade, mas a paz de termos cumprido um dever, qualificando-nos para realizações futuras. Paz esta que normalmente vem após uma "Sexta-feira" de crucificação de valores que até então eram considerados importantes, mas que hoje sabemos prejudiciais à efetivação do homem do Reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Retirado do livro: "Jesus Terapeuta". &lt;a href="http://www.itapuaeditora.com.br/?pg=evangelho"&gt;Editora Itapuã&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23881188-4980205929119755481?l=espiritismoeevangelho.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/feeds/4980205929119755481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23881188&amp;postID=4980205929119755481' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4980205929119755481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23881188/posts/default/4980205929119755481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoeevangelho.blogspot.com/2010/07/joao-52-10-o-paralitico-de-betesda.html' title='João, 5:2-10 - O Paralítico de Betesda'/><author><name>Cláudio Fajardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-PxiOV-vzo70/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/GgykXRnY8ig/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23881188.post-7277774769728448724</id><published>2010-07-02T13:19:00.000-07:00</published><updated>2010-07-02T13:21:40.055-07:00</updated><title type='text'>MATEUS, 24: 7 A 14</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. &lt;sup&gt;8&lt;/sup&gt; Mas todas essas coisas são o princípio das dores. &lt;sup&gt;9&lt;/sup&gt; Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome. &lt;sup&gt;10&lt;/sup&gt; Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. &lt;sup&gt;11&lt;/sup&gt; E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. &lt;sup&gt;12&lt;/sup&gt; E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará. &lt;sup&gt;13&lt;/sup&gt; Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;sup&gt;14&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 12pt;"&gt;&lt;b&gt;Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino …&lt;/b&gt; - &lt;i&gt;Nação&lt;/i&gt; é um agrupamento humano, mais ou menos numeroso, cujos membros, geralmente fixados num território, são ligados por laços históricos, culturais, econômicos ou linguísticos. &lt;i&gt;Reino&lt;/i&gt; é uma monarquia governada por um rei, regente, rainha, etc. &lt;br /&gt;Trazendo para o campo íntimo, podemos colocar &lt;i&gt;nação&lt;/i&gt; como representando nossos sentimentos mais sedimentados, e &lt;i&gt;reino&lt;/i&gt; como os valores passageiros que cultivamos. Os reinos são normalmente mais suscetíveis de mudança, basta cair um rei para que, muitas vezes a monarquia fique comprometida, entretanto a nação continua sendo a mesma.&lt;br /&gt;Neste momento predito pelo Cristo como final de ciclo, analisando o campo íntimo, vamos observar - mesmo entre aqueles sentimentos que já cultivamos a mais tempo e que julgamos estarem em um bom patamar em termos morais -, uma tendência a um conflito, como dissemos anteriormente, pois a evolução é infinita, e a cada nova conquista, nossa consciência realiza uma aferição própria selecionando o que devemos continuar cultivando, e o que devemos mudar. Nestes dias haverá guerras, rumores de guerras, lutas entre nações e reinos no plano exterior, mas tudo isso como consequência destas lutas interiores; aliás, são estas que importam serem analisadas, pois resolvendo as inquietudes íntimas, tudo o mais será devidamente administrado e compreendido. Esta mensagem é a mesma que está contida no dizer do Mestre:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;i&gt;Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;A espada aqui dizendo-nos não do instrumento cortante que fere o próximo, mas daquele que leva-nos à luta contra nossas próprias imperfeições.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;…e haverá fomes, e pestes…&lt;/b&gt;– &lt;i&gt;Fome&lt;/i&gt; significa carência de alimento, miséria, falta do necessário; &lt;i&gt;peste&lt;/i&gt; é doença contagiosa, epidemia. Ambas significam para o Espírito momentos de grandes dificuldades, de dores, de testes sem os quais ele não pode passar de uma etapa evolutiva a outra. Por isto são características destes dias de transição.&lt;br /&gt;Tanto a fome, quanto a peste têm sua gênese na imperfeição moral, pois se não houvesse o desequilíbrio gerado por ela, não haveria a necessidade do resgate e dos ajustes provocados pelos momentos de calamidades. É a ira no dia da ira de que nos fala Paulo:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 113pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 10pt;"&gt;&lt;i&gt;Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Ou de outra forma, a Lei de Deus nos dando a oportunidade do encontro com as nossas próprias obras.&lt;br /&gt;Nestes dias de grandes aferições reconheceremos que o grande alimento de que temos necessidade é aquele dito pelo Mestre no capítulo 4 do Evangelho de João:&lt;br /&gt;&
